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quarta-feira, 10 de julho de 2013

O Aljube e os republicanos

Eis aqui um post do um descendente de Dom Vasco da Gama que nos fala de uma sua tia-avó que esteve presa no Aljube a mando dos republicanos (e não do Estado novo) por motivos políticos
Rui Moio

via BLOGUE REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA by Monarquia Lisboa on 4/15/11


Abordo hoje um assunto um pouco diferente do habitual, pois já não se pode dizer mais sobre a total falência do Estado, entre a irresponsabilidade dos partidos políticos e uma chefia de Estado que não podendo fazer nada, segundo o próprio, se auto constituiu chefe da oposição no recente discurso de tomada de posse. Quando precisávamos de uma palavra de esperança, ante tempos muito difíceis, veio de Belém uma veemente condenação por tudo o que foi e não foi feito, desde que o seu actual ocupante foi Primeiro-Ministro. Ler mais

quarta-feira, 13 de março de 2013

Embaixadores no Inferno


Excelente filme sobre o drama dos prisioneiros da Divisão Azul prisioneiros na URSS. Comovente, uma verdadeira lição de valor e grandeza.

(Um filme com a duração de 1h35m)
Fonte: Blogue "Falangista Campense" de 28fev2013

quinta-feira, 7 de março de 2013

Che Guevara - Desmistificação

Um filme-documentário que nos traça um Che Guevara assassino pessoal e mandante de centenas de fuzilamentos sumários de camponeses na Sierra Maestra e mais tarde, já em Havana, de cidadãos cubanos suspeitos de terem colaborado com Baptista. Como se constrói um mito!!!
Rui Moio

sábado, 2 de março de 2013

Casa Veva de Lima

Ontem visitei a casa Veva de Lima e gostei. Se puderem, visitem também. Vale a pena. 

Durante a visita, inesperadamente, deparei sobre uma mesinha com dois retratos emoldurados: do rei D. Carlos e de Salazar. 
Esta descoberta fez-me recordar uma situação semelhante ocorrida há anos numa casa para os lados de Loures; por casualidade, entrara na residência da D. Fernanda para pegar um gato que ela oferecera ao meu filho, então uma criança. Eis que, inesperadamente, sobre uma mesinha, deparo com dois retratos emoldurados: um do rei D. Carlos e o outro de Salazar. Então, a simpática dona da casa explicou-me que em pequena convivera com a família real e que no início da vida adulta fora secretária do Profº. Salazar. Disse-me ainda que Salazar durante anos a visitara e à sua família naquela mesma casa e que, por várias vezes, Salazar assistira na capela à missa dominical.

Rui Moio

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Entrevista do Prof. António Marques Bessa. "Portugal já é um protectorado, está a caminho de não existir. Só um autêntico milagre o pode salvar"

Clicar duplamente na imagem para ampliar.

Fonte. Blogue "Nonas", post de 29Dez2012

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Holocausto de Dresden

Na II Guerra Mundial, não há nenhum critério objectivo que pudesse deixar de fora como crimes contra a humanidade e genocídio, o uso das bombas nucleares em Hiroxima e Nagasáqui, o bombardeamento de Dresden ou as violações maciças de mulheres alemãs que os soldados russos fizeram - tudo actos essencialmente contra a população civil. Se querem encher a boca com boas palavras sobre uma justiça para todos, então na II Guerra Mundial houve crimes de guerra cometidos pelos aliados e homens como Churchill e Truman têm responsabilidades nesses crimes, já sem referir Estaline.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A Guerra Preventiva de Hitler

(...) Hitler é apresentado [pelo autor John Mosier, no seu novo livro "Deathride"] como um homem são e racional, tomando decisões sensatas e inteligentes, conhecedor de políticas estratégias e globais, muito melhor do que os seus generais. Em vez de um ataque surpresa contra os russos inocentes, Mosier concluiu que a guerra foi um acto preventivo contra um predador preparado para invadir Alemanha e Europa. (...) "A prova mais recente confirma o que os interrogatórios alemães aos oficiais Soviéticos capturados revelaram em 1941, que Estaline estava, de facto, a planear atacar Hitler no primeiro momento oportuno. (...) A prova mais recente contradiz uma longa lenda estalinista tido como verdadeira e explica, certamente, a motivação de Hitler: o seu ataque à União Soviética era um ataque preventivo". [Podem continuar a ler aqui.]

Podem saber mais sobre este assunto aqui e aqui.

Fonte. Blogue "Revisionismo", post de 29Dez2010.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Kangamba (Cangamba) - Filme cubano

Eis o filme integral cubano apelidado de Kangamba. Película que nos narra a versão cubana e mplista da guerra fraticida em Cangamba - Luchazes, entre os soldados da UNITA e os sitiantes cubanos e representantes do governo do MPLA. 
Cangamba, uma terra do Fim-do-Mundo e de paz foi palco de uma guerra horrível que destruiu a linda  povoação, local onde comecei a aprender as primeiras letras no ano de 1955/1956. Quem nos diria que anos depois os portugueses nos abandonariam à má sorte das guerras por procuração comandadas pelas potências da guerra fria. 

A guerra de Cangamba foi comandada por telefone pelo El Comandante Fidel Castro a partir da longínqua ilha de Cuba. 
Rui Moio

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Heróis do Ultramar por Nuno de Castro

domingo, 29 de maio de 2011

A PRESENÇA PORTUGUESA EM ÁFRICA

Um tema excitante para todos nós, patriotas e  africanistas sobreviventes. Ali alguns homens grados da Portugalidade vão desmascarar as grandes mentiras abrilescas referentes ao Portugal do Minho a Timor.
Rui Moio

via O Adamastor by Adamastor on 5/28/11

A PRESENÇA PORTUGUESA EM ÁFRICA

Introdução à conferência

A Comissão Executiva do XVIII Encontro Nacional dos Combatentes deci­diu prestar homenagem a todos os portugueses, civis e militares, que em Á­fri­ca se sacrificaram pela sustentação do Império, promovendo uma confe­rên­cia, em con­junto com a Direcção da Revista Militar e a Associação de An­tigos Auditores dos Cursos de Defesa Nacional, no dia 9 de Junho de 2011, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. 

Para o efeito procedeu a convite a académicos eméritos para o tratamento dos temas que pareceram mais adequados aos fins em vista, e que irão pro­por­cionar a reflexão sobre os méritos do legado civilizacional deixado em Á­fri­ca pelos portugueses. Por razões evidentes da exiguidade do tempo foi da­da­ prioridade a Angola, Moçambique e Guiné, onde decorreram as últimas operações militares do Império, não esquecendo igualmente o preito de ho­me­nagem aos que defenderam a soberania naci­onal noutros territórios ultra­ma­rinos.

A Conferência terá duas partes, sendo a primeira dedicada à ocupação dos ter­ri­tó­rios na senda das Descobertas, que custaram muitas vidas de cidadãos nacionais, especialmente provocadas por doenças, assim como ao alarga­men­to progressivo do espaço em conformidade com as capacidades nacio­nais, sem prejuízo da manutenção das posições costeiras ameaçadas por for­ças estrangeiras, em particular europeias. A presença portuguesa neste espaço fez vingar os direitos históricos reivindicados por Portugal quando os apeti­tes das outras potências, muito mais poderosas, se tornaram ostensivos, prin­ci­pal­mente a partir do Congresso de Berlim de 1884/5. A reacção nacional ao Ultimato inglês veio provar que a tarefa ciclópica de construção de um Im­pério que aquela ocupação constituiu, de facto, um desígnio nacional.

Este andamento dos portugueses, funcionários, empresários, comerciantes, mi­li­ta­res e missionários, foi algumas vezes contemporâneo, noutras antece­deu, as migrações dos povos africanos. O processo da conquista deu origem a cho­ques, submissões, reconhecimento de direitos, típicos de processos se­mel­han­tes ocorridos ao longo da História em todas as partes do Mundo.

Importa-nos uma descrição objectiva das situações então ocorridas de acordo com os valores do tempo histórico, desmascarando enfoques que não visam a verdade, mas que se verificam, muitas vezes para denegrir a importância da presença portuguesa, num jogo de poder invisível.

Interessa reflectir sobre os encontros ocorridos entre os portugueses e os a­fri­ca­nos, traduzidos em negociações amigáveis, que constituíram verdadei­ros encontros civilizacionais. O legado mais importante deixado por Portu­gal foi o início da constituição de Nações nos territórios definidos à custa de vidas humanas e do reconhecimento internacional dos direitos históricos so­bre esses territórios. E é o resultado daqueles encontros e deste legado que tor­narão indestrutíveis os laços que actualmente unem Portugal a todos os paí­ses onde se fala a língua portuguesa.

A segunda parte da Conferência trata do esforço militar realizado por portu­gue­ses e africanos, civis e militares, indígenas e forças expedicionárias, nas lutas pela definição dos limites territoriais e pela consolidação da soberania, a partir dos finais do século XIX e durante a primeira década do século XX, assim como os novos problemas políticos que conduziram à Guerra do Ultramar.

domingo, 7 de novembro de 2010

Salazar e os anõezinhos


Há uns dias ouvi na televisão o professor Silva Lopes, insuspeito de simpatias "fascistas", constatar resignado que Portugal apenas tinha conseguido ordem e rigor nas finanças públicas fora do regime democrático.
Fez-me lembrar Medina Carreira, há pouco tempo, no programa Plano Inclinado, comparando Salazar com os políticos de Abril, e elogiando a honestidade do primeiro, lembrando que até a conta da luz Salazar pagava do seu ordenado. A convidada desse dia, Filomena Mónica, insurgiu-se agitadamente com o elogio, protestando que a honestidade de Salazar era a única coisa boa que lhe reconhecia, já que, aliás, ele nem era um democrata. Ler mais

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Dragões de Olivença

Dragões de Olivença

via SAURIMO by Zé Ventura on 10/16/10

O Regimento de Cavalaria 3, de Estremoz, comemorou em Setembro os seus 303 anos e o bicentenário da Batalha de Fuente de Cantos com várias iniciativas, incluindo um seminário e o lançamento de um livro sobre a história daquela unidade militar.

Este Livro é fruto de um trabalho muito interessante de pesquisa sobre a participação dos "Dragões de Olivença" nas várias missões que vão desde a guerra peninsular às participações do Kosovo, dando porém maior destaque à participação dos Batalhões e Companhias de Cavalaria na Guerra do Ultramar.

Tem listas muito completas de todos os Batalhões formados naquela unidade, fotos de todos os seus Comandantes, onde se inclui o nosso "Comandante Correia de Araujo".
O "1º Roque" abre a galeria dos Sargentos-Mor.

Sobre o nosso Batalhão faz a resenha da nossa participação, terminando dizendo que foi o último Batalhão de Cavalaria a abandonar Angola.

O livro chama-se "de Olivença a Estremoz" subsídios para a História do RC3 e o seu autor foi Francisco da Silva Braz.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

As estátuas também morrem

As estátuas também morrem

via A Matéria do Tempo by Fernando Ribeiro on 8/23/10


Escultura proveniente do Reino do Benim, na atual Nigéria. Clicar na imagem para vê-la ampliada. (Foto: Sociedade de Geografia de Lisboa)

Les statues meurent aussi é uma curta metragem, com a duração de cerca de 30 minutos, feita entre 1950 e 1953 por Alain Resnais e Chris Marker. É um filme que marcou a história do cinema documental, em particular, e do cinema em geral, não só pela qualidade da sua realização, mas também pela qualidade do seu conteúdo. Com efeito, o filme Les statues meurent aussi é uma pedrada no charco formado por algumas "verdades" coloniais, que naquele tempo eram consideradas absolutas e definitivas. É um filme que nos ensina a ver a grande Arte Africana.

O filme é falado em francês. No entanto, a versão que aqui se apresenta, e que está divivida em três partes por causa das limitações de tempo que até há pouco eram impostas pelo Youtube, está legendada em inglês. Lamento, mas não encontrei nenhuma versão legendada ou falada em português. Lembro que o filme pode ser visto em tamanho grande (preenchendo todo o ecrã) clicando na figura em forma de quadrado, formado por setas apontando para os vértices, que se vê no canto inferior direito dos vídeos.


Les statues meurent aussi, 1ª parte


Les statues meurent aussi, 2ª parte


Les statues meurent aussi, 3ª e última parte

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

75 anos de rádio pública em Portugal

via Memória Virtual by Leonel Vicente on 8/1/10


Comemoram-se hoje 75 anos de rádio pública em Portugal.
(a propósito, a ler os artigos nos blogues A Rádio em Portugal e Indústrias Culturaisa Antena1 evoca a efeméride com o programa "27 000 dias de rádio")

domingo, 18 de julho de 2010

Basil Davidson, o jornalista que quis libertar África


Li alguns dos livros de Basil Davidson, nomeadamente, os relacionados com a História de África. Apreciei e aprecio este autor que me deu uma panorâmica cultural nova sobre a cultura africana e a História de África. Por isto, admiro-o e tenho-o em muita consideração.

Uma outra coisa é este homem ter-se colocado ao lado dos líderes dos movimentos africanos anti-portugueses; Amílcar Cabral, Agostinho Neto, Eduardo Mondlane e Samora Machel. Visitou os guerrilheiros dos movimentos pró-soviéticos em campanha e promoveu-os na imprensa britânica e mundial. Foi inimigo de Portugal, da Portugalidade, da Nação Portuguesa. Por isto, não o tenho como meu amigo ou amigo da Nação Portuguesa no seu todo pluriracial e pluricontinental.

É profundamente lamentável que em 2002, o então Presidente da República de Portugal, Jorge Sampaio, o tenha condecorado em Londres com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique por “serviços prestados a Portugal e à expansão dos valores da cultura portuguesa”.

Ironia do destino e profunda vergonha nacional que este homem, David Davidson, tenha sido condecorado com uma medalha que leva o nome do Infante D. Henrique e que a razão da condecoração tenha sido por "serviços prestados a Portugal e à expansão dos valores da cultura portuguesa". Uma medalha de grande prestígio, que noutros tempos, honrou gente de grande valor e de coragem dentro da esfera da portugalidade!

Não foi precisamente o contrário que ele fez? Onde chegaste, meu povo, minha Nação? Tanta mentira!...
Rui Moio

Basil Davidson, o jornalista que quis libertar África

via Angola: os poetas by kinaxixi on 7/17/10
Sérgio C. Andrade (in jornal "O Público, 17.07.2010)



Jornalista britânico foi também agente secreto, herói da Segunda Guerra Mundial e o europeu que deu voz às lutas dos povos africanos contra o colonialismo, sobretudo o português Ler Mais


Falecimento de Basil Davidson

Falecimento de Basil Davidson

via Lusofonia Horizontal by Daniel on 7/17/10

A morte do controverso jornalista, historiador, ensaísta político e grande conhecedor das culturas dos países africanos de língua portuguesa, com a idade avançada de 95 anos, foi destaque recente no obituário feito pelo britânico The Guardian (clicar aqui).


Um pequeno resumo: Homem de espírito inquieto, já aos 16 anos abandonou a escola porque queria ser escritor. Durante a Segunda Guerra, esteve associado ao Destacamento de Operações Especiais dos Aliados, e depois ao lado das guerrilhas iugoslavas de Josip Tito. Conheceu a fundo o processo de formação do Estado de Gana, sob a liderança de Kwame Nkrumah. Mais tarde, ainda nos anos 6o, chegará a ser um dos primeiros jornalistas estrangeiros a acompanhar as guerrilhas anticoloniais em Angola e na Guiné-Bissau. Em solo africano, reiterou sua afeição ao espírito de camaradagem, de senso de verdade e a força de espírito a serviço de elevados ideais, antes polidas a duras penas nos Bálcãs. Apresentou ao mundo algumas realidades dos colonialismos e do apartheid, com suas reportagens e seus livros. Em Cuba, nos anos 80, criticou pessoalmente o apoio de Fidel Castro ao coronel Mengitsu, da Etiópia, cujas tropas primeiro surraram o Exército somali do invasor Siad Barré e depois sufocaram o movimento separatista da Eritreia. E, ainda nos anos 80, dedicou-se a teorizar o que havia visto sobre a política africana. Embora não fosse exatamente um marxista, foi também um dos intelectuais ligados ao amplo movimento da New Left britânica, ao lado de seus amigos Thomas Hodgkin, E. P. Thompson e Eric Hobsbawm. Trabalhou em diversos jornais ingleses e chegou a participar de uma série de televisão, sobre história. Recebeu condecorações de várias universidades, inclusive em Portugal e Cabo Verde.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Livro: Homens, Espadas e Tomates de Rainer Daehnhardt

Livro: Homens, Espadas e Tomates de Rainer Daehnhardt

via nonas by nonas on 7/12/10



A Zéfiro lançou no mercado este magnífico livro Homens, Espadas e Tomates de Rainer Daehnhardt com mais de 12.000 exemplares vendidos.
Este livro que relata episódios de feitos heróicos dos Portugueses dos Descobrimentos acaba por ser uma verdadeira afronta aos portuguesinhos de hoje que deviam ler e meditar sobre a Heroicidade da gesta de Quinhentos em contraposição aos dias de hoje.
Número de Páginas - 288.
PVP - 20€
A Batalha de Ormuz
Pintura de Mestre Carlos Alberto Santos

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungri...


via Revisionismo by Johnny Drake on 7/6/10
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

(CONTINUAÇÃO)








Argumento 5: Paul Wurm escreveu uma carta a Franz Rademacher na qual declarava que os Judeus seriam assassinados "com métodos especiais".









Resposta: A 23 de Outubro de 1941, Paul Wurm, membro da Anti-Jewish World League [Liga Mundial Anti-Judaica], escreveu a Franz Rademacher: "Na minha viagem de regresso a Berlim, conheci um antigo camarada de partido que estava a trabalhar na solução para a questão Judaica a Leste. Num futuro próximo, muitos dos vermes dos Judeus serão aniquilados através de métodos especiais" ("In nächster Zeit wird von dem jüdischen Ungeziefer durch besondere Massnahmen manches vernichtet werden"). 



























Deve ser referido que este não é um documento oficial. Paul Wurm, que era um completa nulidade e que não tinha qualquer influência na política de liderança Alemã, nem sequer mencionou o nome do "antigo camarada de partido" a quem ele dirigia esta mesma informação! Dadas estas circunstâncias, a sua carta prova muito pouco.





É evidente que isso não significa que nenhum Judeu tenha sido morto na Frente Leste; nenhum revisionista alguma vez fez tal absurda afirmação. Os revisionistas, basicamente, contestam duas coisas:

1) Que existiu uma política para assassinar todos os Judeus por causa da sua raça e/ou religião.

2) Que o número de Judeus assassinados a Leste tivesse sido tão elevado como os historiadores do "holocausto" referem (2,2 milhões, de acordo com H. Krausnick e H. H. Wilhelm[49], 1,3 milhões de acordo com R. Hilberg[50]). Uma vez que não existem documentos credíveis (como veremos mais tarde, os relatórios Einsatzgruppen são altamente suspeitos), o número real não pode ser determinado sem que apareçam novas provas.



Argumento 6: Por que é que a emigração Judaica nos países controlados pela Alemanha foi proibida passou a ser proibida em Outubro de 1941? Obviamente porque os Nazis pretendiam exterminar os Judeus!


Resposta: Se os Judeus fossem autorizados a emigrar naturalmente que eles iriam apoiar o esforço de guerra dos Aliados como soldados, técnicos e cientistas. Esse foi principalmente o objectivo dos Alemães.



Argumento 7: O padre francês Patrick Desbois localizou mais de 600 sepulturas em massa com Judeus assassinados na Ucrânia. Isto é uma forte prova da realidade do Holocausto.


Resposta: No sentido de avaliar o livro de Patrick Desbois sobre o "holocausto através das balas" [51], não podemos fazer mais do que referir aquilo que dois revisionistas franceses, Vincent Reynourd e o Prof. Robert Faurisson, escreveram sobre este assunto com o título "Father Desbois is one hell of a prankster" ["O Padre Desbois é um travesso dos Diabos"] :

















Vincent Reynouard: "As alegadas sepulturas em massa não foram escavadas nem nunca o virão a ser. […] As pessoas que dizem ter descoberto as 'sepulturas em massa' não efectuaram, na realidade, quaisquer escavações e, deste modo, não existe nenhum inventório dos restos mortais, nenhuma verificação, certificação ou forense ou física ou material, realizada em inquérito após esta descoberta a um único cadáver ou esqueleto. Nenhum polícia ou oficial de justiça esteve em algum dos locais para fazer um exame sequer. […] Duas associações Judaicas […] trataram de arranjar 'testemunhos' […] Aldeões ucranianos, juntos para a ocasião, são filmados a darem os seus relatos sobre o assunto. Como consequência disto, apenas as partes desses relatos que interessam serão escolhidas . […] Mas, voltando às alegadas sepulturas em massa, como é o valor de um testemunho pode ser avaliado se a realidade material dos factos não foi estabelecida de antemão". [52]



















Robert Faurisson: "Estas supostas sepulturas em massa não serão abertas; não serão no disinternment ou qualquer material de verificação será utilizados, tudo sobre a pretence de que a religião Judaica proíbe que se toque nos cadáveres de Judeus; no entanto, basta olharmos para a Enciclopédia Judaica (1978) na entrada 'Autópsias' (plural) e 'Dissecação' (Singular) para ver que não existe qualquer proibição." [53]

(CONTINUA)


quarta-feira, 23 de junho de 2010

Primeiro voo da TAP entre Lisboa e Rio de Janeiro

via Gago Coutinho by costapinto on 6/22/10

terça-feira, 22 de junho de 2010

O Mito de Auschwitz - o oposto não pode ser provado?


via Um Homem das Cidades by Diogo on 6/22/10
Auschwitz

Juiz Wilhelm Stäglich
(11 Novembro 1916 – 5 Abril 2006)


Excerto II do livro de Wilhelm Stäglich - «Auschwitz: a judge looks at the evidence»

«Auschwitz: um juiz examina as provas»

[Tradução minha]

A Imagem "Oficial" de Auschwitz

Indubitavelmente, a imagem de Auschwitz que persegue o espírito do público é o resultado da persistente "campanha educacional" levada a cabo pela imprensa, rádio, e televisão, os chamados mass media. Esta imagem, que, evidentemente, encontra ainda um certo grau de cepticismo, segue um padrão fixo que, como veremos, tem uma origem bastante obscura. Foi complementada e ampliada por uma literatura cheia de contradições, que vai desde testemunhos de experiências pessoais, passando por debates sobre certos aspectos particulares do campo até tratados gerais com pretensões académicas. Tendo em conta a importância do assunto, existe um número inferior destes últimos do que se poderia esperar, e são também bastante superficiais como historiografia. A superficialidade destas "obras de referência" pode ser atribuída ao facto de que os autores não têm uma abordagem do assunto como historiadores profissionais, mas como propagandistas. Devido ao facto de quase todos eles serem judeus, existe um preconceito inerente.
Ler mais





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