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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Caçadores Pára-Quedistas Moçambique GEP´s



terça-feira, 2 de maio de 2017

Manuel Alegre - A Guerra Colonial Portuguesa 1961-74


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Carmen Miranda Documentario (filme com 1h12m)



Fonte: Youtube.comYoutube.com

domingo, 16 de abril de 2017

Baltazar Rebelo de Sousa não é Fascista !


quarta-feira, 12 de abril de 2017

O papel da fraternidade na transição planetária - Divaldo Franco - Fraternidade sem Fronteiras

1. - Nesta palestra Divalgo Franco já com perto de 90 anos fala-nos de Zamenhof.

2. - Conheci Divalgo Franco em Luanda numa célebre conferência proferida em 1971 no jardim do Palácio do Governo-Geral de Angola - Um jardim fechado que se abriu ao público numa noite do ano de 1971 do século passado e que se intitulava "DEUS MORREU". Para mim, aconteceu ali um duplo deslumbramento:  o de entrar pela primeira e única vez num jardim secular e que não estava aberto ao público e a revelação de luz de Divaldo Franco que iniciou a sua palestra com a frase forte de "DEUS MORREU". Em seguida, desmontou com mestria o axioma com que iniciou a palestra.

3. - Neste vídeo, a apresentadora do palestrante afirma no fim do seu pequeno discurso a palavra Kanibambo. Curioso... pois Kanibambo significa obrigado numa das línguas de Moçambique. Lembram-se do Kanibambo do João Maria Tudella?

4. - Divalgo Franco no início dos anos 70 do século passado era tido como um dos maiores oradores do Brasil ou mesmo do mundo, ao lado de Pedro Calmon. Era também um espírita seguidor da doutrina de Alan kardec.
Neste vídeo Divaldo Franco fala-nos de Zamenhof, traça-nos a sua biografia, lala-nos da sua obra maior, a invenção do esperanto.

Rui Moio




João Xavier de Almeida (Vila Nova de Gaia, Portugal)

Divaldo Pereira Franco
85 anos duma vida missionária


De raro em raro, vê-se ironizar a ideia de Divaldo Franco ser um infatigável Paulo de Tarso no nosso tempo, a difundir (e dignificar) o Espiritismo pelo Mundo. Não me lembro porém de alguma vez sentir a segurança da convicção ou a pureza de corrigir, orientar, edificar, nessas ironias. E benfazeja, fecunda (como elas não podem ser), a obra colossal do médium-orador baiano vem prosseguindo sem se deter. “Pelos frutos conhecereis a árvore”.
Conheci Divaldo em 19 de Agosto de 1971, ao fim da noite, no aeroporto de Luanda. Voando do Brasil via Joanesburgo, ele chegava de Moçambique, também colônia portuguesa, que acabara de visitar. Na ampla sala de desembarque, vestido desportivamente, sem hesitar encaminhou-se risonho para o grupo de espíritas luandenses que o aguardavam. Nunca nos tínhamos visto antes. Com naturalidade, saudou-nos afavelmente numa atmosfera cordial, tratando cada um pelo seu nome: detalhe em que nem reparamos no momento. Muitas horas mais tarde, reunidos em casa de Maria Cleofé, contava-nos ele que algumas semanas antes, no Brasil, os mentores espirituais que tutelavam a viagem, em desdobramento tinham-nos juntado com ele e feito as apresentações.
Quase dez anos depois, em Lisboa, no fim duma sessão de boas vindas que lhe dedicara a Federação Espírita Portuguesa na sua sede (então à Rua Maestro Pedro de Freitas Branco, 24-B), Divaldo perguntava-me à parte: “João, lembra-se do que pensou em Luanda, quando nos vimos pela primeira vez?” Enquanto procurava lembrar-me, acrescentou: “ficou contente por eu estar sem casaco nem gravata”. Recordei então que em vésperas de o receber (aquele tempo era muito mais formal do que hoje) me apoquentava a ideia de envergar casaco e gravata com o desagradável calor de Luanda, para o acompanhar durante a visita; vê-lo trajado à vontade, no aeroporto, fora um alívio imenso.
A providencial estadia de Divaldo Franco marcou Angola vivamente, sensibilizando-a para um acolhimento nunca antes concedido ao Espiritismo.
Até 1971, a palavra espiritismo era ali socialmente proscrita, ninguém ousava proferi-la senão por troça ou desdém; em público, por alguma espécie de pudor, não se lia nem ouvia tal palavra. Mas a primeira conferência espírita de Divaldo em Luanda, a 20 de Agosto, na Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra (Provas científicas da existência de Deus), constituiu enorme sucesso e foi um marco de viragem. No Lobito e no Lubango, o magnetismo delicioso da sua oratória e da sua presença, renovou o sucesso, empolgando sempre a assistência. Regressado a Luanda, foi entrevistado no “Café da Noite”, o popularíssimo programa radiofônico de Sebastião Coelho, prestigioso radialista luandense. 
Divaldo partiu em 30 de Agosto para o Brasil, deixando atrás de si um entusiasmo enorme pelo Espiritismo. E no rasto da sua passagem luminosa, uma série de acontecimentos incomuns deu ao vocábulo espiritismo cidadania para começar a frequentar a imprensa.
Editada em Luanda com tiragem modestíssima, a revista Semana Ilustrada colheu em setembro ou outubro desse ano um sucesso enorme com a publicação duma impressionante reportagem sobre as famosas curas espirituais do também famoso Padre Lima, na Igreja de Longonjo, povoação do planalto central, no Huambo. Procurado sofregamente a partir daí, o semanário multiplicou enormemente as tiragens.
Por feliz coincidência, ainda no mesmo ano veio a ocorrer o muito publicitado exorcismo que o bispo de Benguela, D. Armando Santos, efetuou com êxito a Inês Soares, menina de onze anos violentamente possessa e ocasionando aparatosos fenômenos de efeitos físicos. O caso ganhou enorme repercussão porque os pais da menina em vão a tinham levado a vários médicos, incluindo o Prof. Miller Guerra, em Portugal (que proferiu a respeito, a frase então célebre: “quando a crise vem não há exorcismo que valha!”). O bispo de Benguela, dada a notoriedade pública do caso, prevenindo equívocos e mal-entendidos leu solenemente na sé de Benguela o relato oficial do exorcismo, autorizando a sua reprodução apenas na íntegra e com menção da fonte. Constou na altura que a Academia de Ciências Soviética se interessara pelo caso, solicitando informações à diocese benguelense.
Também coincidiu circular clandestinamente em Luanda a tradução duma destacada reportagem da afamada jornalista Oriana Fallaci na revista italiana TEMPO, salvo erro de Novembro de 1971, acerca de Toni Agpoa e outros curandeiros filipinos, a cujas fantásticas cirurgias mediúnicas a própria jornalista quisera submeter-se.
A sucessão destes acontecimentos não propriamente espíritas, logo após a frutuosa visita de Divaldo Franco, contribuiu significativamente para franquear muito mais a opinião pública ao Espiritismo. Pouco depois, essa receptividade saiu reforçada com a exibição em Angola de O Exorcista, o impactante filme de William Friedkin baseado emacontecimentos verídicos, documentados clinicamente.
É certo que em Fevereiro ou Março de 1972 a PIDE (polícia política) interditou a Divaldo Franco a entrada em Portugal e colônias, depois de apreender nos Correios a revista espírita REFORMADOR, salvo erro de Dezembro/71; esta publicava uma bela e profética mensagem (amargamente confirmada pelo tempo) de Monsenhor Manuel Alves da Cunha (espírito), conceituadíssimo Vigário-geral da arquidiocese de Luanda falecido em 1946. Com inúmeras expressões em quimbundo, dialeto angolano (traduzidas), fora recebida psicograficamente por Divaldo durante a estadia em Luanda. O seu nobre teor, fanaticamente tomado pela Pide como subversivo e hostil a Portugal, enfureceu os zelosos guardiães da defesa do Estado, gerando enorme celeuma em Luanda, com interrogatórios e intimidações da Pide.
Mas a atmosfera social, em Angola, já amadurecera o suficiente para dedicar ao Espiritismo a saudável curiosidade de inúmeros adeptos novos, por todo o território, como também sucedera em Moçambique, após a fecunda presença de Divaldo.
Entretanto amanheceu o revolucionário dia 25 de Abril de l974, que derrubou a ditadura em Portugal, com as suas tirânicas proibições e interdições extensivas às colônias. A convite do autor em nome dos espíritas luandenses, Divaldo Franco visitou de novo Angola em 1975, de 26 de Fevereiro a 10 de Março, com auditórios maiores e sem obstruções estatais. Foi até possível obter das autoridades o privilégio de o acolhermos como passageiro vip, no aeroporto de Luanda. O devotado orador e médium fez palestras de grande êxito espiritual nas cidades de Luanda, Novo Redondo, Lobito, Benguela, Lubango, Huambo, Dalatando e novamente Luanda, empolgando invariavelmente os auditórios, fomentando a cultura espírita nos ouvintes.
A abundante sementeira de Divaldo Franco em Angola e Moçambique, nos anos de 1971 e 1975, é peculiar ao seu apostolado de seis décadas pelo Mundo. À sua disciplina pessoal rigorosa, à mediunidade exuberante e educada, alia-se o   encanto suave  das grandes almas habituadas a excursionar psiquicamente por faixas energéticas de elevadíssima  frequência, donde lhes provém uma alta produtividade espiritual e apostolar.
Sem dúvida, tal como Paulo escrevia a Timóteo quando se aproximava da meta,   também Divaldo, valoroso atleta do evangelho, também rejubilará um dia ao dizer com os seus botões: “combati o bom combate… guardei a fé”.



João Xavier de Almeida (E) com o dirigente espírita José Galvão, obtendo um autógrafo de Divaldo Franco, em 2009, na  Escola de Beneficência Caridade Espírita, em São João-de-Ver, Portugal

Imagem do Anuário Espírita, 1972, pág. 113




Um pouco da história da RIE-Revista Internacional de Espiritismo

Asylo Colonia Pirapitinguy


Publicação da RIE
Edição de agosto de 1934, pag 226



Visite o site da Casa Editora O Clarim


Fonte: http://www.noticiasespiritas.com.br/2012/MAIO/10-05-2012.htm

Busca no Google por "Divalgo Franco em Luanda"

quarta-feira, 5 de abril de 2017

PIDE/DGS - Casimiro Monteiro

domingo, 26 de março de 2017

O Dia do Encontro (entre George Steiner e António Lobo Antunes)

"Em Janeiro de 2011
George Steiner manifestou o desejo
de se encontrar com António Lobo Antunes"

Vídeo com 1h14 m.



Fonte: Youtube.com

sexta-feira, 29 de maio de 2015

La fortuna y el paraíso secreto de Fidel Castro revelados por su ex guardaespaldas

Nota
Filme com 2h38m com declarações de alguns familiares chegados a Fidel Castro onde relatam a vida de luxo de Fidel Castro.
Rui Moio

domingo, 17 de novembro de 2013

Nadir Afonso - Pintor



domingo, 6 de outubro de 2013

João Villaret - "Se" de Rudyard Kipling

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Homenagem a Daniel Roxo no 37º aniversário sobre a sua morte ocorrida em combate a 23Ago1976


quarta-feira, 10 de julho de 2013

O Aljube e os republicanos

Eis aqui um post do um descendente de Dom Vasco da Gama que nos fala de uma sua tia-avó que esteve presa no Aljube a mando dos republicanos (e não do Estado novo) por motivos políticos
Rui Moio

via BLOGUE REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA by Monarquia Lisboa on 4/15/11


Abordo hoje um assunto um pouco diferente do habitual, pois já não se pode dizer mais sobre a total falência do Estado, entre a irresponsabilidade dos partidos políticos e uma chefia de Estado que não podendo fazer nada, segundo o próprio, se auto constituiu chefe da oposição no recente discurso de tomada de posse. Quando precisávamos de uma palavra de esperança, ante tempos muito difíceis, veio de Belém uma veemente condenação por tudo o que foi e não foi feito, desde que o seu actual ocupante foi Primeiro-Ministro. Ler mais

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Reconstrução de aeródromos no Cuando Cubango

Comandante Kwenha é nome de uma rua, de uma farmácia nas Ingombotas em Luanda e acabei de saber agora, do aeroporto de Menongue, a antiga Serpa Pinto. Este aeroporto é do nosso tempo, não sei se já teria nome nesse tempo. Possivelmente, fizeram ao aeroporto o mesmo que na ex-metrópole um grupo de gente do poder instituído em 1974 fez à ponte Salazar sobre o Tejo - mudaram o nome. Ao aeroporto de Menongue deram-lhe o nome de Kuenha e à ponte Salazar, de ponte 25 de Abril.


Tudo leva a crer que este Kwuenha, tão grandemente homenageado em Angola, não seja outro senão o que matou, directa ou indirectamente, o grupo dos oito camaradas GE's na região de Mavinga. Um dos Ge's que morreu do grupo de 8 foi o herói e compatriota nacional Monjuto que é apontado pelos combatentes de Nerriquinha como irmão ou meio-irmão do Kwuenha.

É triste, muito triste assistirmos a isto: heróis nacionais propositadamente esquecidos por Portugal e inimigos que atormentavam as pacíficas populações laboriosas e as nossas forças levantados em heróis.

Fiz parte da operação Siroco II. Nessa altura falava-se que o Kuenha teria morrido em consequência de ferimentos recebidos em combate. A partir daí o MPLA desapareceu definitivamente da Zona Militar Leste. 

Monjuto, comandante dos GE´s de Nerriquinha, é um herói e compatriota que merece o reconhecimento nacional pelos seus feitos. Seria mais que justo que fosse dado o seu nome a uma rua, a uma praça, a um bairro, a um lugar... O seu nome, a sua biografia, como o de muitos milhares de outros compatriotas africanos, deveriam figurar nos livros didácticos sobre a História de Portugal. O seu nome deveria figurar no monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar em Pedrouços - Lisboa.
Rui Moio

Segundo a ANGONOTÍCIAS em despacho de 05 de novembro passado, o Governador Higino Carneiro (Menongue) anunciou a intenção de reconstruir cinco aeródromos do tempo colonial, entre os quais o do nosso conhecido Rivungo. Lendo a notícia, descobri que o aeroporto de Menongue (ex-Serpa Pinto), tem o nome de Comandante Kwenha.
Será o mesmo Kwenho que nós conhecemos como meio irmão do Fulay Monjuto e que seria o lider do grupo, na altura inimigo, que foi responsável pela chacina (ver aqui) a que se faz referência neste blog e na qual o Fulay perdeu a vida?

domingo, 7 de abril de 2013

Comemorações dos 120 anos de Almada Negreiros

«No dia da abertura da exposição que marca o arranque das comemorações dos 120 anos de Almada Negreiros a TSF conversou com as netas de Almeida Negreiros.»



Fonte: tsf.pt: À conversa com duas netas de Almada Negreiros (com vídeo), 07Abr2013

quinta-feira, 7 de março de 2013

Che Guevara - Desmistificação

Um filme-documentário que nos traça um Che Guevara assassino pessoal e mandante de centenas de fuzilamentos sumários de camponeses na Sierra Maestra e mais tarde, já em Havana, de cidadãos cubanos suspeitos de terem colaborado com Baptista. Como se constrói um mito!!!
Rui Moio

sábado, 2 de março de 2013

Casa Veva de Lima

Ontem visitei a casa Veva de Lima e gostei. Se puderem, visitem também. Vale a pena. 

Durante a visita, inesperadamente, deparei sobre uma mesinha com dois retratos emoldurados: do rei D. Carlos e de Salazar. 
Esta descoberta fez-me recordar uma situação semelhante ocorrida há anos numa casa para os lados de Loures; por casualidade, entrara na residência da D. Fernanda para pegar um gato que ela oferecera ao meu filho, então uma criança. Eis que, inesperadamente, sobre uma mesinha, deparo com dois retratos emoldurados: um do rei D. Carlos e o outro de Salazar. Então, a simpática dona da casa explicou-me que em pequena convivera com a família real e que no início da vida adulta fora secretária do Profº. Salazar. Disse-me ainda que Salazar durante anos a visitara e à sua família naquela mesma casa e que, por várias vezes, Salazar assistira na capela à missa dominical.

Rui Moio

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Entrevista a Dom Duarte Nuno

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Extinguiu-se um crioulo indo-português

William Rozario, o último falante do crioulo português de Cochim (Foto: The Hindu)

No passado mês de Agosto, faleceu perto de Kochi (Cochim), no estado de Kerala, sudoeste da Índia, um homem chamado William Rozario. Com ele morreu também uma língua: o crioulo português de Cochim. William Rozario era o último dos falantes deste crioulo, que ao longo de quinhentos anos foi usado por sucessivas gerações e que era fruto do contacto entre o português e a língua local de Cochim, o malayalam, além de outros idiomas. Ler mais

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Malangatana ...o recado que me deixou

Uma memória em prosa-poética de Malangatana para o artista moçamedense Mário Tendinha aqui revelada  por este aquando da morte do grande pintor moçambicano.
Rui Moio


Tive o previlégio de conhecer o Malangatana, em Maputo nos anos 80.
Ele partiu agora, mas deixou-me escrita uma dedicatória, que muito prezo e um desenho, feitos na primeira página e contracapa do seu livro Desenhos de Prisão, que aqui deixo expressos em sua homenagem:

"Olá Tendinha-
- Colega!
De madrugada vovô Gudwana vai chegar, chegar das profundezas lá onde outros vivem, temos aqui os potes de wuputyu para ele bebericar, mas não sózinho, nós também bebericaremos com ele para que os Espíritos cantem conosco velhas canções dos rituais.
Ahhh, tambores já estão a roncar para afugentar maus espíritos!
Malangatana
26/7/2007"

Fonte: Blogue "Mário Tendinha' s Site", post de 01Jun2011

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Heróis do Ultramar por Nuno de Castro

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