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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Caçadores Pára-Quedistas Moçambique GEP´s



domingo, 16 de abril de 2017

Baltazar Rebelo de Sousa não é Fascista !


quarta-feira, 5 de abril de 2017

PIDE/DGS - Casimiro Monteiro

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Guerra do Ultramar /Cavalaria - Dragões de Angola 1968/72/Operação Siroco 1970/72



Fonte: Youtube.comhttps://www.youtube.com/watch?v=4rmyKi4L_UM

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

O Vento Mudou - [Eduardo Nascimento]

Quem de entre nós, Lusófonos, não se recorda do "Oiçam... oiçam... o vento mudou e ela não voltou" do Eduardo Nascimento? Quem?
E tu que és filho, ou neto, ou bisneto dos povos da Grande Diáspora mostra este vídeo aos teus pais, ou aos teus avós, ou aos teus bisavós e verás os seus olhos tristes sorrirem... e verás também correr pelas suas faces cansadas uma lágrima, duas lágrimas, muitas lágrimas, resultado de uma emoção incontida.
Não sei se vos fiz chorar, não sei! Mas se isso aconteceu e não vos agradou, peço desculpa. É que eu chorei! É que eu chorei de alegria!
Rui Moio

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Homenagem a Daniel Roxo no 37º aniversário sobre a sua morte ocorrida em combate a 23Ago1976


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Reconstrução de aeródromos no Cuando Cubango

Comandante Kwenha é nome de uma rua, de uma farmácia nas Ingombotas em Luanda e acabei de saber agora, do aeroporto de Menongue, a antiga Serpa Pinto. Este aeroporto é do nosso tempo, não sei se já teria nome nesse tempo. Possivelmente, fizeram ao aeroporto o mesmo que na ex-metrópole um grupo de gente do poder instituído em 1974 fez à ponte Salazar sobre o Tejo - mudaram o nome. Ao aeroporto de Menongue deram-lhe o nome de Kuenha e à ponte Salazar, de ponte 25 de Abril.


Tudo leva a crer que este Kwuenha, tão grandemente homenageado em Angola, não seja outro senão o que matou, directa ou indirectamente, o grupo dos oito camaradas GE's na região de Mavinga. Um dos Ge's que morreu do grupo de 8 foi o herói e compatriota nacional Monjuto que é apontado pelos combatentes de Nerriquinha como irmão ou meio-irmão do Kwuenha.

É triste, muito triste assistirmos a isto: heróis nacionais propositadamente esquecidos por Portugal e inimigos que atormentavam as pacíficas populações laboriosas e as nossas forças levantados em heróis.

Fiz parte da operação Siroco II. Nessa altura falava-se que o Kuenha teria morrido em consequência de ferimentos recebidos em combate. A partir daí o MPLA desapareceu definitivamente da Zona Militar Leste. 

Monjuto, comandante dos GE´s de Nerriquinha, é um herói e compatriota que merece o reconhecimento nacional pelos seus feitos. Seria mais que justo que fosse dado o seu nome a uma rua, a uma praça, a um bairro, a um lugar... O seu nome, a sua biografia, como o de muitos milhares de outros compatriotas africanos, deveriam figurar nos livros didácticos sobre a História de Portugal. O seu nome deveria figurar no monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar em Pedrouços - Lisboa.
Rui Moio

Segundo a ANGONOTÍCIAS em despacho de 05 de novembro passado, o Governador Higino Carneiro (Menongue) anunciou a intenção de reconstruir cinco aeródromos do tempo colonial, entre os quais o do nosso conhecido Rivungo. Lendo a notícia, descobri que o aeroporto de Menongue (ex-Serpa Pinto), tem o nome de Comandante Kwenha.
Será o mesmo Kwenho que nós conhecemos como meio irmão do Fulay Monjuto e que seria o lider do grupo, na altura inimigo, que foi responsável pela chacina (ver aqui) a que se faz referência neste blog e na qual o Fulay perdeu a vida?

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Entrevista do Prof. António Marques Bessa. "Portugal já é um protectorado, está a caminho de não existir. Só um autêntico milagre o pode salvar"

Clicar duplamente na imagem para ampliar.

Fonte. Blogue "Nonas", post de 29Dez2012

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Maria da Fonte. Canto de José Campos e Sousa

Faz bem ao ego ouvir estes versos de Vasco Telles da Gama tão bem cantados pelo patriota José Campos e Sousa. Sobretudo estes:

«... e então os traidores
Que ostentaram flores
Punidos serão...»

Rui Moio

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O "nós" que quer dizer "somos livres"

O "nós" que quer dizer "somos livres":


Nota Pessoal
Discurso corajoso e lúcido de Sua Alteza o Senhor Dom Duarte , rei de Portugal, proferido a 01 de Dezembro de 2011.

A crise que vivemos é sobretudo fruto de uma grande crise moral que surgiu com o vergonhoso e traiçoeiro golpe do 25 de Abril - golpe que destruiu o sonho de sermos ou continuarmos a ser a Nação que fomos construindo ao longo dos últimos 500 anos - a Nação e o Portugal pluricontinental e pluriracial do Minho a Timor. A restauração da Pátria terá de passar por nos unirmos de novo na comunidade de países de expresão lusófona e isto só é possível se assumirmos de vez e claramente que não gostamos das gentes que destruiram Portugal.
Rui Moio

domingo, 29 de maio de 2011

A PRESENÇA PORTUGUESA EM ÁFRICA

Um tema excitante para todos nós, patriotas e  africanistas sobreviventes. Ali alguns homens grados da Portugalidade vão desmascarar as grandes mentiras abrilescas referentes ao Portugal do Minho a Timor.
Rui Moio

via O Adamastor by Adamastor on 5/28/11

A PRESENÇA PORTUGUESA EM ÁFRICA

Introdução à conferência

A Comissão Executiva do XVIII Encontro Nacional dos Combatentes deci­diu prestar homenagem a todos os portugueses, civis e militares, que em Á­fri­ca se sacrificaram pela sustentação do Império, promovendo uma confe­rên­cia, em con­junto com a Direcção da Revista Militar e a Associação de An­tigos Auditores dos Cursos de Defesa Nacional, no dia 9 de Junho de 2011, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. 

Para o efeito procedeu a convite a académicos eméritos para o tratamento dos temas que pareceram mais adequados aos fins em vista, e que irão pro­por­cionar a reflexão sobre os méritos do legado civilizacional deixado em Á­fri­ca pelos portugueses. Por razões evidentes da exiguidade do tempo foi da­da­ prioridade a Angola, Moçambique e Guiné, onde decorreram as últimas operações militares do Império, não esquecendo igualmente o preito de ho­me­nagem aos que defenderam a soberania naci­onal noutros territórios ultra­ma­rinos.

A Conferência terá duas partes, sendo a primeira dedicada à ocupação dos ter­ri­tó­rios na senda das Descobertas, que custaram muitas vidas de cidadãos nacionais, especialmente provocadas por doenças, assim como ao alarga­men­to progressivo do espaço em conformidade com as capacidades nacio­nais, sem prejuízo da manutenção das posições costeiras ameaçadas por for­ças estrangeiras, em particular europeias. A presença portuguesa neste espaço fez vingar os direitos históricos reivindicados por Portugal quando os apeti­tes das outras potências, muito mais poderosas, se tornaram ostensivos, prin­ci­pal­mente a partir do Congresso de Berlim de 1884/5. A reacção nacional ao Ultimato inglês veio provar que a tarefa ciclópica de construção de um Im­pério que aquela ocupação constituiu, de facto, um desígnio nacional.

Este andamento dos portugueses, funcionários, empresários, comerciantes, mi­li­ta­res e missionários, foi algumas vezes contemporâneo, noutras antece­deu, as migrações dos povos africanos. O processo da conquista deu origem a cho­ques, submissões, reconhecimento de direitos, típicos de processos se­mel­han­tes ocorridos ao longo da História em todas as partes do Mundo.

Importa-nos uma descrição objectiva das situações então ocorridas de acordo com os valores do tempo histórico, desmascarando enfoques que não visam a verdade, mas que se verificam, muitas vezes para denegrir a importância da presença portuguesa, num jogo de poder invisível.

Interessa reflectir sobre os encontros ocorridos entre os portugueses e os a­fri­ca­nos, traduzidos em negociações amigáveis, que constituíram verdadei­ros encontros civilizacionais. O legado mais importante deixado por Portu­gal foi o início da constituição de Nações nos territórios definidos à custa de vidas humanas e do reconhecimento internacional dos direitos históricos so­bre esses territórios. E é o resultado daqueles encontros e deste legado que tor­narão indestrutíveis os laços que actualmente unem Portugal a todos os paí­ses onde se fala a língua portuguesa.

A segunda parte da Conferência trata do esforço militar realizado por portu­gue­ses e africanos, civis e militares, indígenas e forças expedicionárias, nas lutas pela definição dos limites territoriais e pela consolidação da soberania, a partir dos finais do século XIX e durante a primeira década do século XX, assim como os novos problemas políticos que conduziram à Guerra do Ultramar.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

25 DE ABRIL, UM PR, TRÊS EX-PR’S…

via O Adamastor by Adamastor on 4/28/11

"Não é politica seguir os acontecimentos, mas evitá-los ou dirigi-los"
(quem será o autor?...)


Palácio de Belém, dia 25 de Abril de 2011, palco maior das comemorações.

Crise nacional, Assembleia da República dissolvida, governo de gestão, troika de futuros mandantes, com o pé na jugular da República, portugueses de tanga, cerviz dobrada.

Ideia maior: juntar os quatro maiores do regime saído da alvorada florida a cravos, apelo à união e ao combate. Parecia boa ideia.

Pareceu apenas por pouco tempo. O tempo de os ouvir falar.

Confesso que decidi ouvi-los sem qualquer expectativa e algum incómodo.

Quatro personagens assaz diferentes, discursos iguais. Iguais? Não, idênticos, as diferenças são de pormenor e, fundamentalmente, de índole ideológico - partidária, por isso sem importância de maior. Idênticos porque disseram praticamente o mesmo, a saber:

Em primeiro lugar genuflectiram, no intróito, à figura do Presidente da Associação supostamente representativa dos herdeiros da revolta, curiosamente alcandorada a uma posição inexistente no Protocolo de Estado; seguidamente e com alguma diferença na ordem discursiva, pode-se dizer que tocaram basicamente em três pontos, sendo eles a glorificação da revolta militar e da condenação do regime anterior, o que se fez a seguir ao dito golpe, que virou revolução e, finalmente, à crise actual. Findaram os quatro com um apelo de esperança como mandam as regras da comunicação de ideias e os cânones das tribunas da política.

Bateram nos derrotados do 24 de Abril porque eles estão quase todos mortos (e não se podem defender) e não deixaram muitos descendentes. Os que ficaram, transvestiram-se, na sua maioria, e deram excelentes zeladores da nova ordem; os que se mantiveram coerentes e corajosos foram, pura e simplesmente, impedidos de existir. Democraticamente, como é óbvio. A escrituração da História pelos vencedores fez o resto.

Obviamente faz parte da liturgia e não podia ser de outra maneira: se não fosse o golpe, os quatro oradores jamais poderiam ter aspirado a ocupar o lugar que ocuparam. Disse os quatro? julgo estar a ser injusto, o actual PR talvez pudesse vir a ser caso a evolução que o Prof. M. Caetano quis fazer, tivesse feito vencimento. Aliás, o seu mais dilecto afilhado andou na mesma onda, no dia anterior, na semanal prédica da TVI.

Em seguida lamentaram todos, cada um à sua maneira, que os ideais de Abril não foram todos cumpridos, esquecendo-se que começou por não ter sido cumprido o próprio manifesto do movimento e que depois disso os "ideais" de Abril se pulverizaram em variadíssimos ideais. Apesar de tudo valeu a pena!...

O Otelo é que anda baralhado. Pelos vistos andou sempre e nunca atinou com nada. Ele, aliás, coitado, confessou que quando fez o golpe não percebia, sic, "patavina de política". Deus tarda mas não falta.

No fundo, muitas coisas melhoraram e ficámos todos a ganhar, obviamente com o conveniente esquecimento de que tal se deveu às reservas financeiras deixadas pelos execrados "ditadores", pela intervenção do FMI em duas vezes (1977 e 1983; esta terceira deve ser para ver se levantam a nota!) e por via da avalanche inusitada de fundos comunitários. Ou seja, em nada existe mérito desta III República, que já só as clientelas partidárias reconhecem como pessoa de bem.

Nos 40 anos anteriores tudo foi feito com meios e esforço próprio e sem pedir nada a ninguém. Deve ter sido por estarmos "orgulhosamente sós"!!...

Quanto ao momento presente, reconhece-se (finalmente!) que é de crise e de crise grave e ficámos a saber que a culpa é de todos embora, condescendem os ditos cujos, que a maior responsabilidade é dos políticos – presume-se à excepção deles próprios, pois chegaram agora vindos de Marte!

Eu peço, até, que me explicitem qual é a minha culpa, para ver ser, patrioticamente e com a máxima humildade, me emendo! Que diabo, não quero ficar de fora do esforço colectivo e entendo perfeitamente que os apaniguados de quem tem bloqueado o Estado na ditadura partidocrata em que transformaram a nossa vida política continuem a ser ressarcidos às dezenas de milhares de euros por mês pelos sacrifícios que fazem a mais do que o comum do cidadão. Ámen.

Quanto a soluções que os senhores preconizam para o futuro, não consegui vislumbrar nenhuma a não ser um conjunto de vacuidades e de princípios sem consequência, que qualquer seguidor do saudoso Padre Américo poderia fazer, sem dúvida com mais assertividade e boa intenção.

Resta uma solução, o apelo ao entendimento dos partidos (pelos vistos não todos…). Ora isto representa a maior idiotice possível pela simples razão que os partidos são parte do problema (eles são o problema), não a solução. Os partidos existem para se combaterem, não para se unirem; os partidos são o regime da guerra civil permanente, a balbúrdia permanente. Ninguém consegue governar assim.

O único partido que não é partido é o PC, por ser um misto de doutrina religiosa misturada com uma organização militar. E só é democrático até tomar o poder, aí acaba com os outros todos. Parece que até o próprio Otelo percebeu isto quando foi preso. O Dr. Mário Soares, porém, na sua magnanimidade emanada do alto das tartarugas e elefantes em que se passeou, amnistiou-o. O Dr. Sampaio esqueceu-se de condecorar as vítimas das FP-25 com a Ordem da Liberdade. Um ingrato é o que é.

Em síntese, o que se pode concluir das frases compostas por sujeito, predicado e complemento directo (ao menos isso!), emanadas da figura política mais proeminente do Estado – antigamente apelidada de "veneranda" ou "majestade" e dos principais senadores do regime? Me parece que erros factuais históricos, muitos; interpretações sociais e políticas sem sentido, várias; e quanto a soluções, aos costumes disseram nada. Em bom calão militar "soft" pode dizer-se que estivemos perante um chorrilho de "generalidades e culatras".

Se assim pensam as cabeças mais coroadas da República, descolaram do resto da população. Ficção e realidade sempre foram coisas diferentes. Mesmo quando a realidade supera a ficção.

No fim de tudo, manteve-se a expectativa – que era nula; aumentou o incómodo.

domingo, 7 de novembro de 2010

Salazar e os anõezinhos


Há uns dias ouvi na televisão o professor Silva Lopes, insuspeito de simpatias "fascistas", constatar resignado que Portugal apenas tinha conseguido ordem e rigor nas finanças públicas fora do regime democrático.
Fez-me lembrar Medina Carreira, há pouco tempo, no programa Plano Inclinado, comparando Salazar com os políticos de Abril, e elogiando a honestidade do primeiro, lembrando que até a conta da luz Salazar pagava do seu ordenado. A convidada desse dia, Filomena Mónica, insurgiu-se agitadamente com o elogio, protestando que a honestidade de Salazar era a única coisa boa que lhe reconhecia, já que, aliás, ele nem era um democrata. Ler mais

terça-feira, 20 de julho de 2010

M227 - RANGER Mexia Alves no jornal Correio da Manhã. de 27 de Junho de 2010

M227 - RANGER Mexia Alves no jornal Correio da Manhã. de 27 de Junho de 2010

via COISASDOMR by Eduardo J. Magalhães Ribeiro on 7/17/10

O RANGER Joaquim Mexia Alves, cumpriu a sua comissão militar nas Guiné nos anos de 1971 a 1973, e no passado dia 27 de Junho de 2010, o jornal Correio da Manhã, na série inserida na revista com o título: "A minha guerra", publicou uma reportagem que, com a devida vénia e agradecimento, reproduzimos a seguir:
"Portugal desprezou soldados africanos"
Quando a guerra acabou, os homens das forças africanas foram fuzilados, presos ou agredidos pelas autoridades locais. 
"Entrei para a recruta no Quartel de Mafra em Janeiro de 1971, finda a qual fui "escolhido voluntariamente" para me apresentar em Lamego onde fiz a especialidade de Operações Especiais, vulgo, Rangers. Ler mais

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Livro: Homens, Espadas e Tomates de Rainer Daehnhardt

Livro: Homens, Espadas e Tomates de Rainer Daehnhardt

via nonas by nonas on 7/12/10



A Zéfiro lançou no mercado este magnífico livro Homens, Espadas e Tomates de Rainer Daehnhardt com mais de 12.000 exemplares vendidos.
Este livro que relata episódios de feitos heróicos dos Portugueses dos Descobrimentos acaba por ser uma verdadeira afronta aos portuguesinhos de hoje que deviam ler e meditar sobre a Heroicidade da gesta de Quinhentos em contraposição aos dias de hoje.
Número de Páginas - 288.
PVP - 20€
A Batalha de Ormuz
Pintura de Mestre Carlos Alberto Santos

Livro: Qual de nós terá razão de Silvino Silvério Marques

Livro: Qual de nós terá razão de Silvino Silvério Marques

via nonas by nonas on 7/11/10



Contracapa da obra de Silvino Silvério Marques
Número de páginas - 220
PVP - 15€
Prefácio Editora
R. Pinheiro Chagas 19 – 1º - 1050-174 Lisboa
tel.: 21-314 33 78 fax: 21-314 33 80
email: editora.prefacio@mail.telepac.pt

sábado, 3 de julho de 2010

A resistência de um GE

via Caçadores 3441 by Egidio Cardoso on 7/2/10

Na guerra colonial em qualquer dos territórios das antigas províncias ultramarinas, o exército português contou sempre com o apoio de grupos recrutados entre a população nativa.
O objectivo era óbvio. Envolver as populações no esforço de guerra e dar-lhes importância eram formas de arregimentar homens que, a não ser assim, poderiam engrossar as hostes dos guerrilheiros.
Ler mais




quinta-feira, 27 de maio de 2010

10 de Junho - Restaurar Portugal

via Euro-Ultramarino by noreply@blogger.com (Euro-Ultramarino) on 5/27/10

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Amadu Bailo Djaló, lançamento do livro (2)

sábado, 17 de abril de 2010

Guiné 63/74 - P6167: Lançamento do livro do Amadu Bailo Djaló: Lisboa, Museu...

Nota

Eu estive lá. Sinto-me honrado e feliz no meio dos meios.
Obrigado Amadú Bailo Djaló por ter escrito estas memórias e por ser quem foi e é. São memórias que representam milhares e milhares de outras, de heróis de África, da Ásia, da Oceânia e do Brasil que ao longo de séculos fizeram o grande Portugal Histórico, pluriétnico e pluticontinental que existiu até ao fatídico 25 de Abril de 1974.
Rui Moio


via Luís Graça & Camaradas da Guiné by Luís Graça on 4/16/10

Lisboa > Museu Militar > 15 de Abril de 2010 > O Amadu, 70 anos, de fato completo, gravata, e as suas condecorações, autografando o seu livro... A seu lado, a filha e o neto... Pareceu-me estar feliz, apesar do peso da idade e da doença crónica... Disse-lhe, na brincadeira: "Agora é que vais ser famoso e rico"...


Lisboa > Museu Militar > 15 de Abril de 2010 > O Amadu, a filha e o neto, antes do início da sessão... O Amadu foi apresentado como um grande contador de histórias, dotado de uma prodigiosa memória, como um homem bom, recto e profundamente religioso, bem como um grande operacional que serviu, com coragem e dedicação o exército colonial português, a partir de 1962, ano em que fez a sua recruta em Bolama... Promovido a 1º Cabo em 1966, foi sucessivamente graduado em furriel (1970), 2º sargento (1971) e alferes (1973). Na foto, ostenta a sua Medalha de Cruz de Guerra de 3ª Classe, ganha em 1973. O subtítulo deste poste é retirado de uma citação do seu livro: "Os cobardes, esses, vivem mais, mas nunca hão-de ter música para dançar"... Como todos os provérbios populares, e nomeadamente africanos, não tem uma leitura imediata nem linear...



Lisboa > Museu Militar > 15 de Abril de 2010 > A filha e o neto do Amadú (que tem mais uma filha e um filho, a viverem no estrangeiro).


Lisboa > Museu >Militar > 15 de Abril de 2010 > Apesar de ter perdido ainda recentemente a sua mãe, o Virgínio Briote estava feliz pelo Amadu e pela concretização de um projecto onde ele investiu muito do seu tempo, talento, camaradagem e generosidade.. Estevbe sempre atento ao Amadú, segredando-lhe ao ouvido algumas dicas...A felicidade do nosso querido amigo, camarada e co-editor seria completo se o Amadu tivesse aproveitado a ocasião, como era a sua intenção, para a estender a mão aos inimigos de ontem, num gesto histórico de reconciliação, que teria grande simbolismo. Mas o Amadu não se sentiu muito confortável nem em condições de saúde para dizer as palavras que estavam nop seu coração e na sua cabeça (e que estão no seu livro).

Por detrás dele, sentada, a Maria Irene, sua esposa, professora do ensino secundário que sempre o acompanha nestes actos públicos. Na foto, à direita, o nosso camarada Carlos Santos, que veio de Coimbra (Recorde-se que foi Fur Mil da CCAÇ 2700, Saltinho, 1970/72). A malta do nosso blogue esteve presente em força, querendo com isso testemunhar o seu apreço e carinho ao Amadu. Em próximos postes, apresentaremos mais fotos e vídeos.


Lisboa > Museu Militar > 15 de Abril de 2010 > Sessão de lançamento do livro "Guineense, Comando, Português" (edição da Associação dos Comandos, 2010). Aspecto geral da assistência, completo a ala central das famosas caves manuelinas... Na primeira fila, do lado direito, reconheço a Dra. Maria Irene, esposa do Virgínio Briote bem como o comandante Alpoím Galvão, além do representante do Chefe do Estado Maior do Exército.


Lisboa > Museu Militar > 15 de Abril de 2010 > A apresentação do livro este a cargo de três oradores: O Cor Comando Ref Raul Folques (de que lamentavelmente não temos foto, apenas um vídeo que será aqui reproduzido noutro poste; foi o último comandante do Batalhão de Comandos Africanos), o Cor Inf Ref e escritor Manuel Bernardo (na foto) e ainda o jornalista e analista político Nuno Rogeiro.


Lisboa > Museu Militar > 15 de Abril de 2010 > Outro orador, o Nuno Rogeiro, apresentado como um amigo da Associação de Comandos... Disse que leu o livro de um trago. Fez uma análise original, que temos registado em vídeo.



Lisboa > Museu Militar > 15 de Abril de 2010 > O Autor, Amadu Bailo Djaló, membro da nossa Tabanca Grande, e o presidente da Associação de Comandos, Dr. José Lobo do Amaral... Nas suas palavras de abertura fez questão de, em nome da associação,. agradecer "ao sócio comando Virgínio António Moreira da Silva Briote a disponibilidade, competência e dedicação com que acompanhou esta Memória, sem a qual não teria sido poossível esta edição"... No final, também me agradeceu a divulgação dada pelo nosso blogue e manifestou o seu regozijo pela entusiasmo com que foi recebida o 1º volume das memórias do Amadu bem pelo pluralismo das abordagens dos oradores.

Fotos e legendas: © Luis Graça (2010). Direitos reservados

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