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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

NAÇÃO, NACIONALISMOS E IDENTIDADES NACIONAIS: CONGRESSO APH, EM GUIMARÃES

NAÇÃO, NACIONALISMOS E IDENTIDADES NACIONAIS: CONGRESSO APH, EM GUIMARÃES:

Vai realizar-se em Guimarães, a 5 e 6 de Outubro de 2012, o Congresso Anual da Associação de Professores de História, subordinado ao tema: Nação, Nacionalismos e Identidades Nacionais.

O congresso cujo programa apresentamos em epígrafe conta com a participação de vários reconhecidos especialistas do nosso meio académico e não só. Assim, entre os oradores convidados encontram-se Saúl António Gomes, Stéphane Boissellier, Esther Mucznick para apresentarem as suas comunicações no dia 5 de Outubro.

No dia 6 de Outubro realizar-se-ão as conferências de Sérgio Campos Matos, Manuel Loff, Isabel Barca, Jorge Seabra, Maria Helena Pinto e Raquel Henriques.

O congresso realiza-se no Auditório da Universidade do Minho - Polo de Guimarães e aguarda certificação do CCPFC para os docentes interessados.

Uma iniciativa a acompanhar com todo o interesse a que desejamos o maior sucesso.

A.A.B.M.

Fonte. Blogue "Almanaque Republicano", post de 20Set2012

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Diez Parámetros para medir la interculturalidad

Artigo interessante por nos fornecer ideias sobre o modo como se pode quantificar a multiculturalidade numa comunidade!
Rui Moio

via RT @aprenderlinguas -from:aprenderlinguas - Twitter Search by zematuto_cordel@twitter.com (Araujo) on 11/30/09
Gostei desse artigo: RT @AprenderLinguas: linguas: - Diez Parámetros para medir la interculturalidad http://bit.ly/79olVz

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Da cultura e do cosmopolitismo

Um texto que espelha bem a identidade do português de sempre: a plasticidade do homem português. Aquele Homem português que fez a História com "H grande" dos muitos "Portugais", que, de há seis séculos para cá, se espalham pelo Mundo todo.
Rui Moio

via COMBUSTÕES by Combustões on 11/18/09

Richard Zimmler diz que encontrou um Portugal quase medieval, fechado e bisonho, quando no Porto desembarcou em 1980. Passaram vinte e nove anos e confessa ainda não escrever em português, nem tão pouco se interessar pela literatura portuguesa. Estranha contradição a deste nosso concidadão - possui nacionalidade portuguesa - que lamenta não receber convites do Ministério da Cultura, pois considera-se, ele também, um escritor português. Lembro que as duas obras de Zimmler versam temas que são, por si, a assunção da sua auto-exclusão: o Cabalista de Lisboa e, recentemente, Os Anagramas de Varsóvia. No fundo, as críticas que faz aos judeus e à sua absoluta incapacidade para compreenderem as lições da história, aplicam-se, sem tirar, ao nosso Zimmler.

Ora, eu estou num país estrangeiro, cuja nacionalidade não quero nem pedirei, mas faço o sacrifício diário de falar a língua deste país. É esta a diferença entre o português e a generalidade dos estrangeiros, sobretudos aqueles que entendem o inglês como um Esperanto. Ficam sempre de fora, incapazes de comunicar com o povo entre o qual vivem, condenados à leitura dos jornais locais em língua inglesa - que só dizem aquilo que o estrangeiro auto-segregado quer ler - e reduzidos a locais onde se falam o inglês. É o fado do gueto: viver numa sociedade sem a compreender e ter como interlocutores meia dúzia de pessoas que mentem sistematicamente por delicadeza. Aprendi-o com os alemães: dizem em inglês aquilo que julgam compaginar com uma certa ideia de bom-senso e dizem em alemão aquilo que pensam. O cosmopolita não é cidadão de pátria alguma. Finge que está integrado, mas ao chegar ao supermercado não sabe pedir à empregada da frutaria um simples alperce.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

América antes do fim

«É a América, o fim da universidade, a barbarização triunfante...»
Os saxónicos vêm os portugueses - como os negros latinos que falam africano e que construíram civilizações no Brasil e no México.
A História faz-se de mitos e há que manter e defender os nossos - mitos ou verdades (?) pouco importa, até porque é impossível estabelecer a fronteira.
Os portugueses são um povo de muitos povos e de muitas mestiçagens, fomos e somos mais negros que brancos, pré-destinados, no passado, como, talvez ainda possamos ser no futuro próximo, para um grande destino mundial e, isto, apesar da grande traição e do terrível holocausto que se abateu sobre o todo nacional há 35 anos. Naquela altura, continuava-se a construir um Portugal pluriracial e pluricontinental como sempre fomos. A Expansão foi obra de muitos povos, de todas as cores que serviram a bandeira ultramarina de Portugal durante séculos. Não é só a língua que une a lusofonia. Somos um povo, éramos uma nação. À lusofonia compete levantar o grande Portugal de amanhã, (com este ou outro nome). Já o Brasil é a continuação de Portugal como tão bem o Miguel o disse há dias num post publicado neste magnífico blogue.
Rui Moio

via COMBUSTÕES de Combustões em 21/10/09
Leptis Magna, um Monomotapa na Líbia

"Você também é latino ? Mas você tem pele branca. Não tem avós afro-americanos ou índios ? (...) Esses latinos que fizeram Roma mostram a capacidade do homem negro para erigir civilizações. Depois, saíram de Espanha e Portugal e foram colonizar o Brasil e o México. (...) A propósito, os portugueses ainda falam africano ?".

Garanto que tudo isto me foi ontem dito por um americano, auto-intitulado professor universitário "especialista" em "Afro-latino gender studies". Tinha na mão uma delirante invencionice sobre Septímio Severo, nascido em Leptis Magna, na actual Líbia, o "primeiro africano" a chegar à liderança de um império mundial; ou seja, um Obama do século II. É a América, o fim da universidade, a barbarização triunfante, o enterro do Ocidente. O que podemos fazer ?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Uma suave impressão de caos

via Entre as brumas da memória de Joana Lopes em 29/09/09
País apaixonado pelas lonjuras e pelas distâncias, sempre em busca de outras paragens, com gente que não gosta de conviver na rua, onde amigos vivem décadas sem se tratar por tu, «uma suave impressão de caos como a que se sente numa loja de antiguidades» – é Portugal visto de Madrid ou até de Badajoz, num polémico e divertido artigo publicado em La Vanguardia.Os portugueses serão «ricos pobres»

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