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domingo, 16 de dezembro de 2012

Frases em esperanto - Tradução para Português

Nota Pessoal

Convido-vos a apreciar o esperanto. Para os latinos é fácil aprendê-lo pois possui uma percentagem muito elevada de vocábulos que se baseiam no Latim e as regras gramaticais são muito simples. Eis algumas frases em esperanto com tradução livre realizada por mim.
Rui Moio

ĈESI
Cessar

Ne esti plu, ne agi plu, ne daŭri plu, interrompiĝi:
Não existe mais, não executa (faz) mais, não dura (continua) mais, interromper:

Ĉesu paroli kaj komencu labori!
Pára (Deixa) de falar e começa a trabalhar!

Vivu, progresu, sed lerni ne ĉesu.
Viva (imperativo), progrida (Imperativo), mas não deixe (imperativo) de aprender.

Komenciĝis proceso, mono fluas sen ĉeso.
Começou o processo, o dinheiro corre sem cessar.

La instruisto petis, ke infanoj ĉesigu la petoladon.
A professora pediu que as crianças cessassem (deixassem) a bricadeira (garotada).

La pluvo ĉesiĝis (komencis ĉesi).
A chuva acabou (começou a parar).

Senĉesa guto eĉ ŝtonon traboras
Uma gota a cair constantemente perfura uma pedra.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Frases em Esperanto - Tradução para Português

Nota Pessoal
Convido-vos a apreciar o esperanto. Para os latinos é fácil aprendê-lo pois possui uma percentagem muito elevada de vocábulos que se baseiam no Latim e as regras gramaticais são muito simples. Eis algumas frases em esperanto com tradução livre realizada por mim.
Rui Moio

DIAFANA
Diáfana

Trairebla per lumradioj, sed ne travidebla:
Transitável pelos raios de luz mas não transparente.

Lumo penetris la akvon kaj ĝi iĝis diafana.
Luz penetrou na água e ela se fêz diáfana.

Diafaneco estas unu el plej gravaj proprecoj de la papero.
Transparência é uma das grandes propriedades do papel.


En maldiafana lago ni povis vidi neniun fiŝon.
Num lago opaco não podias ver nenhum peixe.

Tradução do esperanto para o português: Rui Moio

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Frases em Esperanto - Tradução para Português


Nota Pessoal
Convido-vos a apreciar o esperanto. Para os latinos é fácil aprendê-lo pois possui uma percentagem muito elevada de vocábulos que se baseiam no Latim e as regras gramaticais são muito simples. Eis algumas frases em esperanto com tradução livre realizada por mim.
Rui Moio

PROPRA
Próprio

1. Apartenanta ekskluzive al iu aŭ al io:
Pertença exclusiva a este ou àquele.

Esperanto estas propra apartenaĵo de neniu nacio.
"O que espera" é de não pertencer a nenhuma nação.

Propra opinio ne estas leĝo por alia.
A opinião própria não é lei para o outro.

Tio apartenas propre al mi.
Aquilo pertence propriamente a mim.

La rido estas propraĵo de la homo.
O riso é próprio do homem.

Ŝi proprigis al si miajn manierojn!
Ele apropriou-se dos meus modos (dos meus comportamentos).

Ne miksu vin en malproprajn aferojn.
Não misture as coisas alheias.

2. Apartenanta ekskluzive al la subjekto de la propozicio:
Pertença exclusiva ao sujeito do enunciado (do relato).

Tio estas mia propra infano.
Aquele é o meu próprio filho.

En la propra sia domo ĉiu estas granda homo.
Na própria casa todo o homem é grande.

Tradução do esperanto para o português: Rui Moio

terça-feira, 25 de maio de 2010

Frases em Esperanto - Tradução para Português


Nota Pessoal
Convido-vos a apreciar o esperanto. Para os latinos é fácil aprendê-lo pois possui uma percentagem muito elevada de vocábulos que se baseiam no Latim e as regras gramaticais são muito simples. Eis algumas frases em esperanto com tradução livre realizada por mim.
Rui Moio

LAMENTI
Lamentar

Longe plendi, vekriante aŭ ĝemante:
Queixar-se longamente, gritantemente ou choramingosamente

Ŝi lamentis pri la morto de sia filo.
Ela lamentou-se pela morte do seu filho.

Li ofte plendas per lamenta voĉo.
Ele queixa-se muitas vezes e lamentavelmente da voz.

Oni kantis kantojn de sopiro kaj lamento.
Todos cantaram canções de suspiro e lamento.

La mortintojn ili entombigas dum laŭta vekriado kaj lamentado de ploristinoj.
Eles sepultam os mortos com muitos choros à moda de carpideiras.

Ŝia sorto estas lamentinda.
Sua sorte é lamentada.

Tradução do esperanto para o português: Rui Moio

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Frases em Esperanto - Tradução para Português


Nota Pessoal
Convido-vos a apreciar o esperanto. Para os latinos é fácil aprendê-lo pois possui uma percentagem muito elevada de vocábulos que se baseiam no Latim e as regras gramaticais são muito simples. Eis algumas frases em esperanto com tradução livre realizada por mim.
Rui Moio

INDIFERENTA - Indiferente

1. Prezentanta nenian motivon por prefero, por intereso:
Não apresentando nenhum motivo por preferir, por interesse:

Via opinio estas indiferenta por mi.
A vossa opinião é indiferente para mim.

Oni povas preni la kuracilon antaŭ aŭ post manĝo, indiferente.
A gente pode tomar o medicamento antes ou depois de comer, é indeferente.

2. Montranta nenian preferon, intereson pri iu aŭ io:
Não mostrando nenhuma preferência, interesse por esta ou aquela coisa (assunto)

Li estas indiferenta pri ĉio, pro tio neniu volas amikiĝi kun li.
Ele indiferente a tudo, por isso ninguém quer fazer amizade com ele.

Mi indiferente rilatas al la poezio.
Sou indiferente relativamente à poesia.

Li traveturis la plej belajn landojn kun plena indiferenteco.
Ele percorreu lindissimos países com total indiferença.

Tradução do esperanto para o português: Rui Moio

terça-feira, 6 de abril de 2010

Frases em Esperanto - Tradução para Português

Nota Pessoal
Convido-vos a apreciar o esperanto. Para os latinos é fácil aprendê-lo pois possui uma percentagem muito elevada de vocábulos que se baseiam no Latim e as regras gramaticais são muito simples. Eis algumas frases em esperanto com tradução livre realizada por mim.
Rui Moio

PREFERI - Preferir
Decidiĝi favore al unu afero aŭ ago post komparo kun alia:
Decidir favoravelmente por uma coisa ou agir após comparar com outra.

Mi preferas bananojn al pomoj.
Eu prefiro bananas às maçãs

Mi preferis tion ne fari.
Eu preferia que tu não fizesses nada.

La instruistino havas preferon por li.
A professora tem preferência por ele.

Aĉetu kuketojn prefere al bombonoj.
De preferência, aceita bolinhos a bombons.

Mona donaco estas preferinda.
É preferida uma doação monetária.

Tradução do esperanto para o português: Rui Moio

terça-feira, 10 de junho de 2008

“Hoje eu tenho que sublinhar, acima de tudo, a raça, o dia da raça, o Dia de...

Erudita explicação da origem do "dia da Raça". Contudo, permanece em mim a dúvida de não saber quando é que o Estado Novo mudou o nome para dia de Camões, dia de Portugal.
O Presidente da República saiu-se muito mal ao apelidar o dia de Portugal pelo muito antigo nome de "dia da raça". Dia da raça a uma nação mestiça que se fez império e ultramarina por via da construção de uma história multisecular mestiça, negra, asiática e índia!...
Nós somos uma construção mestiça onde nos últimos 150 anos e, sobretudo, nas últimas décadas do Estado Novo surgiu uma plêide de heróis africanos - os últimos defensores negros do Portugal pluriétnico e pluricontinental - os últimos soldados negros de Portugal.
Rui Moio

Os últimos soldados negros de Portugal

Apinhados

Em Berliets do Tramagal
Seguiam como contratados
Os últimos soldados negros de Portugal

Nas terras, em segurança
Á sombra da bandeira de todos
Ficavam as mulheres e as crianças

De camuflado
Granadas à cintura
G3 na mão
Seguiam humildes e contentes
Os últimos soldados negros da Nação

e regressavam, em glória
Humildes como sempre
mas cheios de vitória

e todos não sabiam
e nós todos não sabíamos
Que no puto
Se preparava a traição

Foram enganados
Os últimos soldados negros da Nação

Muitos juncaram os chãos das batalhas
Outros, varridos pelo vendaval da revolução
Foram esquecidos e abandonados
Nos campos de reeducação

Das bases do Rundum
Quase sós mas sempre altaneiros
Continuaram o combate
Com outras armas na mão
A servirem e a morrerem
Pela mesma e ingrata nação.

Rui Moio - 12Set06
"Hoje eu tenho que sublinhar, acima de tudo, a raça, o dia da raça, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas"
via Sobre o tempo que passa de JAM em 10/06/08

O vianense "lapsus calami" de ontem, deixado cair por Aníbal Cavaco Silva, implica que se fixem alguns conceitos fundamentais sobre a matéria e que nunca fizeram parte do "currículo" das escolas de economia. Não direi, imediatamente, que Cavaco virou salazarista, porque não foi o Estado Novo que inventou o dia da raça ou o dia de Camões, nem o conceito que, aliás, começou de forma não racista, quando, em 1913, Faustino Rodríguez-San Pedro, então Presidente da Unión Ibero-Americana escolheu o dia de Colombo, de 12 de Outubro, para uma celebração que unisse a Espanha e a Iberoamérica. Um dos principais defensores da matéria, o mexicano José Vasconcelos, defensor do conceito mestiço e sincrético de raça iberoamericana, dizia mesmo: Por mi raza hablará el espíritu. E que o nosso império colonial traduziu em calão, espetando monumentos de pedra em Bissau, Luanda ou Maputo, em nome da miscigenação...

Este Día de la Raza surgiu na Argentina en 1917, numa atitude anti-americana. Seguiu-se a Venezuela, em 1921 por decreto presidencial (Hugo Chávez, em 2002, de forma racista, passou a chamar-lhe Día de la resistencia indígena) e o Chile, em 1923 (desde 2000 é o Día del Descubrimiento de Dos Mundos). Em Espanha, tudo começou em 1918, como um governo liberal e só em 1958 é que Franco passou a chamar oficialmente à coisa Fiesta de la Hispanidad, apesar de já desde 1940 a preferir.

Também o dia de Portugal tem muito mais a ver com Teófilo Braga e o partido republicano, do que com Salazar e o "fascismo", mergulhando no movimento da sociedade civil que, dinamizado por Ramalho Ortigão, originou as comemorações do centenário de Camões de 1880, reavivadas pelo "Ultimatum" e desenvolvidas pelo nacionalismo místico da I República. Por isso, para sublinhar o paradoxo, aqui deixo foto de Eduardo Gageiro, com um timorense enrolado numa bandeira portuguesa, enterrada no dia da chegada das tropas invasoras indonésias ao suco de Liquiçá e lá escondida até à libertação de Timor.

Com efeito, raça vem do indo-europeu wrad, isto é, raiz, através do italiano razza. No plano biológico. uma raça é um conjunto homogéneo de seres humanos caracterizados por uma série de traços hereditários, com destaque para a cor da pele, mas também atendendo a outros elementos como os cabelos, a forma da cabeça, os traços faciais, etc.

Para alguns, é um conjunto de indivíduos dotados de características físicas comuns transmitidas hereditariamente, nada tendo a ver com a língua, a nacionalidade e a cultura. Conforme Henri Vallois (1944), as raças são agrupamentos naturais de homens que apresentam um conjunto de caracteres físicos hereditários comuns, quaisquer que sejam as suas línguas, costumes ou naconalidades.

A classificação dominante, de origem francesa, refere a tripartição entre brancos, amarelos e negros, mas, em 1934, com Von Eicksted, começam a distinguir-se os europeus, os negros, os mongóis, os australóides e os ameríndios. William C. Boyd (1950) distingue o grupo europeu primitivo (p. ex. Bascos), o grupo europeu (caucasóide), o grupo africano (negróide) o grupo ameríndio (mongolóide) e o grupo australóide.

Em 18 de Julho de 1950 a UNESCO emitiu uma declaração sobre a natureza das raças e das diferenças raciais, declarando finalmente a falta de fundamento científico dos cientificismos em que se basearam as ideologias racistas.

Porque tudo começou positivista com a tríade race, milieu, moment, de Taine, fundadora do naturalismo do último quartel do século XIX. Quando se aceita que há um conjunto de caracteres biológicos transmitidos hereditariamente, pelo que as tradições, as crenças, os hábitos mentais e as instituições modelam os indivíduos. Esta, a perspectiva desse novo positivismo que vai marcar todas as correntes sociologistas, tanto de esquerda como de direita.

E foi daqui que derivou o racismo, a concepção segundo a qual existem raças superiores e raças inferiores e que estas devem submeter-se àquelas, pelos que as superiores devem evitar mistura-se com as outras, para que se mantenham puras, implicando também uma melhoria das mesmas.

O racismo teórico contemporâneo começa com Arthur de Gobineau (1816‑1882), antigo chefe de gabinete de Tocqueville, quando este foi ministro dos negócios estrangeiros francês, que em Essai sur l'Inegalité des Races Humaines, publicado entre 1853 e 1855, defende que a raça branca e, dentro desta, a raça ariana devem ser as raças superiores e dominadoras.

Uma opinião partilhada por outros autores da época como Victor Courtet (1813‑1867) em La Science Politique Fondée sur la Science de l'Homme, ou l'Étude des races Humaines sous le Rapport Philosophique, Historique et Social, e Vacher de Lapouge.

Este último, professor em Montpellier, em L'Aryen et son Rôle Social, de 1899, chega mesmo a propôr a criação de uma nova ciência, a antropossociologia, baseada na luta darwiniana pela sobrevivência da espécie. Para ele, as raças dolicocéfalas dos louros devem ser senhoras e dominadoras das raças braquicéfalas, defendendo, para o efeito, a prática da selecção biológica.

Este ambiente vai ser também assumido por Houston Stewart Chamberlain (1855‑1929), um inglês naturalizado alemão, genro de Richard Wagner, que em As Raízes do Século XX, de 1899, vem considerar que os teutões (os celtas, os eslavos e os germanos) é que caldearam as raízes gregas, romana e judaica da civilização ocidental, chegando a defender a intervenção do Estado no processo de desenvolvimento biológico da raça dos senhores.

Este cientismo positivista, misturado com o romantismo político, desagua nas teses assumidas por Adolf Hitler em Mein Kampf constituindo o eixo fundamental do nacional-socialismo que sobe ao poder na Alemanha em 1933. Um caso especial de racismo é o processo do anti-semitismo. Racistas são também as teses do colonialismo e do apartheid. Não menos racistas são alguns dos movimentos políticos anticolonialistas desde a negritude às teses de Frantz Fanon. Por outras palavras, apesar do brilhante "curriculum" académico do meu colega Professor Doutor Francisco Louçã, o Bloco de Esquerda faz demagogia quase doentia, nestas malhas que os economistas tecem, com pouca história e quase nenhum humanismo...

sábado, 26 de janeiro de 2008

Do Cumbijã ao Cacheu, do Geba ao Corubal...



Nota Pessoal
Do Cumbijã ao Cacheu, do Geba ao Corubal...
Do Rovuma ao Maputo...
Do Zaire ao Cunene...
De Damão a Goa e a Macau
Dos Açores a Cabo Verde e S. Tomé...
Do MINHO a TIMOR... e ao Brasil.
Rui Moio

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