Caçadores Pára-Quedistas Moçambique GEP´s
Aqui coloco notícias, sites, artigos publicados na net, em jornais ou em revistas científicas e, por vezes, digo o que me vai na alma. Participa, opina, tece os teus comentários...
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Rui Moio
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5/05/2017 09:58:00 da manhã
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Marcadores: Biografias, Guerra, Lusofonia, Nacionalismo
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4/30/2017 01:29:00 da manhã
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Marcadores: Literatura, Lusofonia
Fonte: Youtube.comYoutube.com
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4/19/2017 09:18:00 da manhã
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Marcadores: Biografias, Lusofonia, Música
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| William Rozario, o último falante do crioulo português de Cochim (Foto: The Hindu) |
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10/29/2012 07:13:00 da tarde
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Marcadores: Biografias, CPLP, Lusofonia
Viajar de novo pelo Mundo sem sair de Lisboa
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| Fotografia de Luís Pavão |
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9/18/2010 07:19:00 da tarde
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`Visual Narratives of the Portuguese presence in Hawaii` (1/2) - Gloria de Sa and Sonia Pacheco
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8/11/2010 01:25:00 da tarde
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Marcadores: Emigração, Lusofonia
`Visual Narratives of the Portuguese presence in Hawai` (2/2)- Gloria de Sa and Sonia Pacheco
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8/11/2010 01:17:00 da tarde
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Marcadores: Emigração, Lusofonia
Jovens cantam músicas tradicionais
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8/11/2010 01:13:00 da tarde
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Marcadores: Lusofonia, Música, Vídeo
Afonso V... longe das invenções de Humberto Nuno Oliveira
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7/30/2010 02:22:00 da tarde
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Marcadores: Lusofonia, Património
M227 - RANGER Mexia Alves no jornal Correio da Manhã. de 27 de Junho de 2010
Quando a guerra acabou, os homens das forças africanas foram fuzilados, presos ou agredidos pelas autoridades locais.
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7/20/2010 10:59:00 da manhã
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Marcadores: Guerra, Lusofonia, Nacionalismo
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6/26/2010 10:15:00 da manhã
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Marcadores: Línguas, Livros a ler, Lusofonia
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5/27/2010 04:02:00 da tarde
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Marcadores: Lusofonia
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5/25/2010 09:23:00 da tarde
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Marcadores: Lusofonia
Forte português em Batecalou (Batticaloa), Sri Lanka (Foto: Amazing Lanka)
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5/24/2010 12:10:00 da manhã
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Marcadores: Lusofonia
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4/26/2010 05:40:00 da tarde
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Marcadores: Guerra, Livros a ler, Lusofonia, Nacionalismo
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4/17/2010 07:07:00 da tarde
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Marcadores: Escrito de Rui Moio, Guerra, Livros a ler, Lusofonia, Nacionalismo
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4/17/2010 07:07:00 da tarde
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Marcadores: Guerra, Livros a ler, Lusofonia, Nacionalismo
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Rui Moio
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4/17/2010 10:18:00 da manhã
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Marcadores: Guerra, Livros a ler, Lusofonia, Nacionalismo

1.O nosso Camarada Manuel Bernardo, Cor Inf Ref, amável e prestimosamente enviou-nos, para divulgação, o texto da sua alocução no lançamento do livro do Amadú Djaló, Guineense, Comando, Português, informando-nos ao mesmo tempo, que quem quiser pode consultar as fotos do evento no site Guerra do Ultramar:Apesar de nunca me ter deslocado a este território, fiz questão de cumprir a promessa feita.
Nesta cerca de duas centenas de vítimas estão incluídos 34 militares do Exército, 14 fuzileiros especiais e 14 milícias, além de vários régulos e cipaios.
Pena foi que nesse acto não tivessem tomado a posição de esclarecer as pessoas, e nomeadamente os combatentes, dessa vergonhosa afronta e dos crimes praticados e consubstanciados nesse tipo de actuação.
Julgo que, genericamente, o princípio deverá ser este. Recordo ter sido o utilizado pelo General De Gaulle, na Argélia… E lembrava igualmente ter ocorrido, em 1972, a última oportunidade perdida pelo anterior regime de iniciar um processo negocial na Guiné, como foi proposto a Lisboa pelo então General António de Spínola, na sequência de um encontro com o Presidente do Senegal, Leopold Senghor.
Amadú Djaló, com o Curso de Comandos, que frequentou em 1964, seria transformado de um jovem comerciante independente, na vida civil, num grande combatente.
Para tudo na vida é preciso ter sorte e ele teve-a com os militares que foram seus instrutores e, depois, com o Alferes Maurício Saraiva, comandante do seu grupo (Os Fantasmas) e que foi considerado como um dos melhores combatentes da Guerra do Ultramar.
Quatro deles viriam a ser galardoados com a mais alta condecoração, a Ordem Militar da Torre Espada, do Valor Lealdade e Mérito, em 1969/70: Tenente Jaime Abreu Cardoso, 2.º Sargento Ferreira Gaspar, 2.º Sargento Marcelino da Mata e Capitão Maurício Saraiva. Dos restantes, sete seriam condecorados com a Cruz de Guerra (alguns com mais que uma).
Nela se descrevem as acções onde as nossas tropas sofrem feridos e mortes de camaradas, que com eles conviviam no dia-a-dia. Essas são marcas que ficarão para sempre na nossa memória. O autor fez bem em salientar, em anexo, os nomes de todos eles.
Na fase inicial de combate, no Grupo Fantasmas do então Alferes Maurício Saraiva já se nota, muitas vezes, uma mistura dos guerrilheiros com as populações, por conivência ou ameaças sobre elas, o que dificulta a actuação, sem os designados danos colaterais.
No entanto, o bom senso e a experiência do Amadú foram factores importantes para o bom andamento das operações. A sua actividade nos "comandos" manteve-se após a saída deste oficial, com a sua integração no Grupo Centuriões do Alferes Luís Rainha.
A Mar Verde, na Guiné-Conacri, em Novembro de 1970, em que previamente surgiram dúvidas nos elementos da 1.ª CCmds Af. sobre a sua participação naquelas condições e onde actuaram juntamente com elementos dissidentes daquele país.
Os principais objectivos acabariam por não ser conseguidos, devido a falhas dos serviços de informações em relação à localização dos aviões e do presidente Sékou Turé, mas ocorreu o notável feito da libertação de 26 portugueses, que o PAIGC mantinha em prisões na capital do país.
Nesta operação a companhia de Comandos teve uma baixa de peso, pois o Tenente Januário Lopes desertou e entregou-se com o seu grupo de 24 homens. Esta não é porém a versão de Marcelino da Mata, com acção de comando importante à frente do seu grupo, após a morte do alferes na fase inicial, e que diz terem-nos deixado para trás por falta de coragem em os ir lá buscar na retirada.
O facto é que nas declarações à comissão da ONU, dias depois, Januário afirmou ter de facto desertado e acabaria por ser fuzilado com os seus homens no mês seguinte.
"(…) A nós, o PAIGC não nos poupava. Que me lembre não me recordo ver alguns dos nossos matar os feridos. Nem deixávamos nenhum ferido do PAIGC na terra de ninguém. Se estivesse ferido, pedíamos a evacuação para o Hospital Militar. Certamente que alguns de nós, brancos ou negros não se comportavam assim tão dignamente, mas não eram a maioria. E se fossemos apanhados pela tropa do Sékou Turé, de certeza que não haveria nenhum sobrevivente. (…)
O objectivo, desta vez, foi conseguido, pois levou à destruição dos depósitos de armas e munições e numerosas baixas no PAIGC, tal como seria parado, pouco tempo depois, o cerco a Guidaje, que já durava havia três semanas.
"(…) Continuámos a retirar em direcção à fronteira. Não podíamos forçar muito, porque o Jamanca (tenente e comandante da companhia) só podia andar com o apoio de alguém e o Capitão Folques, com a perna ferida também tinha muita dificuldade em andar e estávamos ainda longe de Guidage.
"Pedimos apoio á aviação, mas recusaram. Que estavam a a voar muito alto e era difícil localizarem-nos. (…) Perguntei ao soldado que transportava o morteiro se tinha alguma granada de fumo. (…) O Capitão Folques transmitiu para os aviões (…). Disparei com o morteiro para sinalizar o local a partir do qual os aviões podiam bombardear.
"Uma grande bola branca de fumo já tinham visto dos aviões, ouvimo-los dizer. A partir deste momento, o Capitão Folques disse sueste do fumo, a sul, a sudoeste e a oeste, arrasar tudo, tudo! (…) Essa granada de fumo ajudou-nos muito. (…)
"Chegámos junto do arame farpado de Guidage entre as 18 e as 19H00, mortos de sede e fome. Em Guidage não havia nada para comer. Nem medicamentos. (…)
A primeira em relação ao editor, por na contra-capa não ter colocado outra fotografia do autor, em que no fundo estivessem nomes de guineenses (talvez os fuzilados e colocados recentemente no Memorial do Bom Sucesso) e não os que se encontram nessa foto.
Lembro ainda o facto de ele ter sido o militar mais condecorado do Exército Português em toda a Guerra do Ultramar. Mas o Amadú Djaló, na pág. 243 do livro, esclarece a sua atitude em relação a este oficial:
De assinalar igualmente o trabalho meritório do "Comando" Virgínio Briote, que contribuiu bastante para a execução deste projecto, tal como na sua eficiente divulgação.
Elogio igualmente o editor, Dr. Lobo do Amaral, Presidente da Associação de Comandos, por numa altura de crise geral e editorial, nomeadamente em relação aos livros de ensaio ou memórias, se ter abalançado na sua publicação.
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Rui Moio
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4/17/2010 10:17:00 da manhã
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3/26/2010 01:03:00 da manhã
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