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quarta-feira, 12 de abril de 2017

O papel da fraternidade na transição planetária - Divaldo Franco - Fraternidade sem Fronteiras

1. - Nesta palestra Divalgo Franco já com perto de 90 anos fala-nos de Zamenhof.

2. - Conheci Divalgo Franco em Luanda numa célebre conferência proferida em 1971 no jardim do Palácio do Governo-Geral de Angola - Um jardim fechado que se abriu ao público numa noite do ano de 1971 do século passado e que se intitulava "DEUS MORREU". Para mim, aconteceu ali um duplo deslumbramento:  o de entrar pela primeira e única vez num jardim secular e que não estava aberto ao público e a revelação de luz de Divaldo Franco que iniciou a sua palestra com a frase forte de "DEUS MORREU". Em seguida, desmontou com mestria o axioma com que iniciou a palestra.

3. - Neste vídeo, a apresentadora do palestrante afirma no fim do seu pequeno discurso a palavra Kanibambo. Curioso... pois Kanibambo significa obrigado numa das línguas de Moçambique. Lembram-se do Kanibambo do João Maria Tudella?

4. - Divalgo Franco no início dos anos 70 do século passado era tido como um dos maiores oradores do Brasil ou mesmo do mundo, ao lado de Pedro Calmon. Era também um espírita seguidor da doutrina de Alan kardec.
Neste vídeo Divaldo Franco fala-nos de Zamenhof, traça-nos a sua biografia, lala-nos da sua obra maior, a invenção do esperanto.

Rui Moio




João Xavier de Almeida (Vila Nova de Gaia, Portugal)

Divaldo Pereira Franco
85 anos duma vida missionária


De raro em raro, vê-se ironizar a ideia de Divaldo Franco ser um infatigável Paulo de Tarso no nosso tempo, a difundir (e dignificar) o Espiritismo pelo Mundo. Não me lembro porém de alguma vez sentir a segurança da convicção ou a pureza de corrigir, orientar, edificar, nessas ironias. E benfazeja, fecunda (como elas não podem ser), a obra colossal do médium-orador baiano vem prosseguindo sem se deter. “Pelos frutos conhecereis a árvore”.
Conheci Divaldo em 19 de Agosto de 1971, ao fim da noite, no aeroporto de Luanda. Voando do Brasil via Joanesburgo, ele chegava de Moçambique, também colônia portuguesa, que acabara de visitar. Na ampla sala de desembarque, vestido desportivamente, sem hesitar encaminhou-se risonho para o grupo de espíritas luandenses que o aguardavam. Nunca nos tínhamos visto antes. Com naturalidade, saudou-nos afavelmente numa atmosfera cordial, tratando cada um pelo seu nome: detalhe em que nem reparamos no momento. Muitas horas mais tarde, reunidos em casa de Maria Cleofé, contava-nos ele que algumas semanas antes, no Brasil, os mentores espirituais que tutelavam a viagem, em desdobramento tinham-nos juntado com ele e feito as apresentações.
Quase dez anos depois, em Lisboa, no fim duma sessão de boas vindas que lhe dedicara a Federação Espírita Portuguesa na sua sede (então à Rua Maestro Pedro de Freitas Branco, 24-B), Divaldo perguntava-me à parte: “João, lembra-se do que pensou em Luanda, quando nos vimos pela primeira vez?” Enquanto procurava lembrar-me, acrescentou: “ficou contente por eu estar sem casaco nem gravata”. Recordei então que em vésperas de o receber (aquele tempo era muito mais formal do que hoje) me apoquentava a ideia de envergar casaco e gravata com o desagradável calor de Luanda, para o acompanhar durante a visita; vê-lo trajado à vontade, no aeroporto, fora um alívio imenso.
A providencial estadia de Divaldo Franco marcou Angola vivamente, sensibilizando-a para um acolhimento nunca antes concedido ao Espiritismo.
Até 1971, a palavra espiritismo era ali socialmente proscrita, ninguém ousava proferi-la senão por troça ou desdém; em público, por alguma espécie de pudor, não se lia nem ouvia tal palavra. Mas a primeira conferência espírita de Divaldo em Luanda, a 20 de Agosto, na Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra (Provas científicas da existência de Deus), constituiu enorme sucesso e foi um marco de viragem. No Lobito e no Lubango, o magnetismo delicioso da sua oratória e da sua presença, renovou o sucesso, empolgando sempre a assistência. Regressado a Luanda, foi entrevistado no “Café da Noite”, o popularíssimo programa radiofônico de Sebastião Coelho, prestigioso radialista luandense. 
Divaldo partiu em 30 de Agosto para o Brasil, deixando atrás de si um entusiasmo enorme pelo Espiritismo. E no rasto da sua passagem luminosa, uma série de acontecimentos incomuns deu ao vocábulo espiritismo cidadania para começar a frequentar a imprensa.
Editada em Luanda com tiragem modestíssima, a revista Semana Ilustrada colheu em setembro ou outubro desse ano um sucesso enorme com a publicação duma impressionante reportagem sobre as famosas curas espirituais do também famoso Padre Lima, na Igreja de Longonjo, povoação do planalto central, no Huambo. Procurado sofregamente a partir daí, o semanário multiplicou enormemente as tiragens.
Por feliz coincidência, ainda no mesmo ano veio a ocorrer o muito publicitado exorcismo que o bispo de Benguela, D. Armando Santos, efetuou com êxito a Inês Soares, menina de onze anos violentamente possessa e ocasionando aparatosos fenômenos de efeitos físicos. O caso ganhou enorme repercussão porque os pais da menina em vão a tinham levado a vários médicos, incluindo o Prof. Miller Guerra, em Portugal (que proferiu a respeito, a frase então célebre: “quando a crise vem não há exorcismo que valha!”). O bispo de Benguela, dada a notoriedade pública do caso, prevenindo equívocos e mal-entendidos leu solenemente na sé de Benguela o relato oficial do exorcismo, autorizando a sua reprodução apenas na íntegra e com menção da fonte. Constou na altura que a Academia de Ciências Soviética se interessara pelo caso, solicitando informações à diocese benguelense.
Também coincidiu circular clandestinamente em Luanda a tradução duma destacada reportagem da afamada jornalista Oriana Fallaci na revista italiana TEMPO, salvo erro de Novembro de 1971, acerca de Toni Agpoa e outros curandeiros filipinos, a cujas fantásticas cirurgias mediúnicas a própria jornalista quisera submeter-se.
A sucessão destes acontecimentos não propriamente espíritas, logo após a frutuosa visita de Divaldo Franco, contribuiu significativamente para franquear muito mais a opinião pública ao Espiritismo. Pouco depois, essa receptividade saiu reforçada com a exibição em Angola de O Exorcista, o impactante filme de William Friedkin baseado emacontecimentos verídicos, documentados clinicamente.
É certo que em Fevereiro ou Março de 1972 a PIDE (polícia política) interditou a Divaldo Franco a entrada em Portugal e colônias, depois de apreender nos Correios a revista espírita REFORMADOR, salvo erro de Dezembro/71; esta publicava uma bela e profética mensagem (amargamente confirmada pelo tempo) de Monsenhor Manuel Alves da Cunha (espírito), conceituadíssimo Vigário-geral da arquidiocese de Luanda falecido em 1946. Com inúmeras expressões em quimbundo, dialeto angolano (traduzidas), fora recebida psicograficamente por Divaldo durante a estadia em Luanda. O seu nobre teor, fanaticamente tomado pela Pide como subversivo e hostil a Portugal, enfureceu os zelosos guardiães da defesa do Estado, gerando enorme celeuma em Luanda, com interrogatórios e intimidações da Pide.
Mas a atmosfera social, em Angola, já amadurecera o suficiente para dedicar ao Espiritismo a saudável curiosidade de inúmeros adeptos novos, por todo o território, como também sucedera em Moçambique, após a fecunda presença de Divaldo.
Entretanto amanheceu o revolucionário dia 25 de Abril de l974, que derrubou a ditadura em Portugal, com as suas tirânicas proibições e interdições extensivas às colônias. A convite do autor em nome dos espíritas luandenses, Divaldo Franco visitou de novo Angola em 1975, de 26 de Fevereiro a 10 de Março, com auditórios maiores e sem obstruções estatais. Foi até possível obter das autoridades o privilégio de o acolhermos como passageiro vip, no aeroporto de Luanda. O devotado orador e médium fez palestras de grande êxito espiritual nas cidades de Luanda, Novo Redondo, Lobito, Benguela, Lubango, Huambo, Dalatando e novamente Luanda, empolgando invariavelmente os auditórios, fomentando a cultura espírita nos ouvintes.
A abundante sementeira de Divaldo Franco em Angola e Moçambique, nos anos de 1971 e 1975, é peculiar ao seu apostolado de seis décadas pelo Mundo. À sua disciplina pessoal rigorosa, à mediunidade exuberante e educada, alia-se o   encanto suave  das grandes almas habituadas a excursionar psiquicamente por faixas energéticas de elevadíssima  frequência, donde lhes provém uma alta produtividade espiritual e apostolar.
Sem dúvida, tal como Paulo escrevia a Timóteo quando se aproximava da meta,   também Divaldo, valoroso atleta do evangelho, também rejubilará um dia ao dizer com os seus botões: “combati o bom combate… guardei a fé”.



João Xavier de Almeida (E) com o dirigente espírita José Galvão, obtendo um autógrafo de Divaldo Franco, em 2009, na  Escola de Beneficência Caridade Espírita, em São João-de-Ver, Portugal

Imagem do Anuário Espírita, 1972, pág. 113




Um pouco da história da RIE-Revista Internacional de Espiritismo

Asylo Colonia Pirapitinguy


Publicação da RIE
Edição de agosto de 1934, pag 226



Visite o site da Casa Editora O Clarim


Fonte: http://www.noticiasespiritas.com.br/2012/MAIO/10-05-2012.htm

Busca no Google por "Divalgo Franco em Luanda"

terça-feira, 10 de julho de 2012

O Credo em Latim

Para recordar o credo quando as missas eram em latim; e, também, para todos os que estudaram, estudam e apreciam o latim, a língua do Império de Roma  Ah, também, para os que apreciam música sacra.
Rui Moio 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Adeste Fidelis (Três modos de cantar este bonito hino em latim)





terça-feira, 28 de junho de 2011

Grupo coral de Cangamba e a chegada á igreja católica

A igreja inaugurada em 1964, ao tempo do administrador Fausto Ramos, foi um dos poucos edifícios que não foi completamente destruído pela guerra civil ou pela mortífera guerra por procuração que assolou a região dos Luchazes a partir de 1975 logo após o abandono do território por parte de Portugal.
Rui Moio

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Casal gay na casa que foi do Papa

«Um apartamento de Madrid herdado pelo falecido Papa João Paulo II é hoje o feliz lar de um casal de homossexuais espanhóis. "A Igreja não nos quer, mas para fazer negócio já servimos", ironizam.»
Fonte: Correio da Manhã de 24Fev2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Clérigos radicais ameaçam EUA

«Um influente grupo de clérigos islâmicos iemenitas liderado por um imã radical próximo da al-Qaeda ameaçou ontem apelar à guerra santa se os EUA enviarem tropas para o país para combater o terrorismo.»
Fonte: Correio da Manhã de 15Jan2010

sábado, 26 de dezembro de 2009

Papa atirado ao chão na Missa do Galo (COM VÍDEO)

«Foi a imagem da noite de Natal e rapidamente percorreu o Mundo: uma mulher, Susanna Maiolo, derrubou o Papa Bento XVI quando este percorria o corredor central da Basílica de S. Pedro, em Roma, onde presidia à Missa do Galo, pela primeira vez na história recente da Igreja Católica celebrada, não à meia-noite, mas duas horas antes. Tal antecipação foi atribuída à intensa agenda da quadra e à necessidade de evitar o cansaço do Papa. Internada numa clínica psiquiátrica após a agressão, Susanna Maiolo, que viera de propósito da Suíça, onde vive, garantiu que não pretendia "fazer mal ao Santo Padre". Já no ano passado, também na Missa do Galo, tinha tentado aproximar-se de Bento XVI, mas, nessa ocasião, foi travada pela polícia. Anteontem à noite, conseguiu o intento.»
Fonte: Correio da Manhã de 26Dez2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Berlusconi assegura continuação dos crucifixos

via Mente Vertical by Simão Salgado on 11/8/09
Berlusconi asegura que los crucifijos seguirán en las escuelas italianas

Silvio Berlusconi sai em defesa da tradição e dos verdadeiros valores e garante que os crucifixos não sairão das salas de aulas italianas, conservando a soberania em relação à União Europeia. O Tribunal Europeu de Direitos Humanos, com sede em Estrasburgo, em nome do laicismo e do socialismo, tenta ceifar as raízes dos europeus, mas encontrou resistência num homem que ainda pensa por si e pelo povo que o elegeu pois a população italiana conserva-se católica na sua esmagadora maioria. O corajoso primeiro-ministro italiano indiganado questiona e bem "Oito países da Europa têm cruzes nas suas bandeiras nacionais. Esta decisão do tribunal significa que esses países deverão retirar igualmente as cruzes das respectivas bandeiras só porque lá vivem alguns cidadãos que poderão sentir-se incomodados com tal símbolo?". E para além disso avisa ainda que "Trata-se de uma decisão não vinculativa, que não pode impedir a exibição dos crucifixos nas escolas do nosso país", considerando "inaceitável" a decisão do órgão máximo da nova justiça comunitária. "Quem caminha por qualquer cidade italiana não pode fazê-lo sem encontrar, a cada 300 metros, por qualquer direcção que vá, o símbolo que representa as raízes e tradições cristãs. Até mesmo um ateu, suponho, pode reconhecer o facto de que o crucifixo está profundamente ligado à nossa história", declarou Berlusconi. Em Portugal não há cristãos que se manifestem contra a descristianização porquê?

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Eu sou Igreja - Cangamba é Igreja, Cangombe é Igreja, Tempué é Igreja, Muié é Igreja.

domingo, 13 de setembro de 2009

Caminharei na presença do Senhor - canto em Cangamba

A igreja de Cangamba foi inaugurada em 1964 ou 1965. Levantou-se rapidamente, ao lado da avenida antiga de eucaliptos. Veio a guerra russo-cubana e a destruição da airosa vila mas... a semente da religião ficou com os sobreviventes.

Eis aqui um hino ao Senhor à maneira tão bela dos coros gentílicos dos kalutchazes. E a procissão percorre a linda e histórica avenida de eucaliptos...
Rui Moio



Ao fundo, por detrás do Padre de batina branca, vê-se terra vermelha e mato rasteiro e amarelo, talvez pronúncio de se estar na estação seca; o vetusto e majestático palácio do administrador desaparecera, fôra completamente destruído na batalha de Cangamba de 1983.
Pela observação das sombras constata-se que a procissão decorreu de tarde, pois o Sol está a ocidente, para as bandas da nascente do Cubanguí e do mar longínquo.
Rui Moio

Igreja da Cangamba, na sua planta original
Ao lado da torre sineira existiam campas portuguesas muito antigas e deterioradas, provavelmente, de portugueses que ali morreram ao tempo da Capitania-Mór dos Lutchazes.
Rui Moio

Igreja de Cangamba reconstruida - agora com telhado de zinco.
Rui Moio

Fonte: imagens obtidas na net

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

(mais) Uma oração na tarde.

Um momento de espiritualidade e de aprendizagem de inglês!
Rui Moio

via Um Jardim no Deserto em 08/09/09

Ask the Lord for help before it's too late - Pedir ajuda ao Senhor antes que seja demasiado tarde..


quarta-feira, 20 de maio de 2009

Processo em Roma dentro de um ano

«O processo histórico da vida da Irmã Lúcia deve dar entrada na Congregação para a Causa dos Santos dentro de um ano e, segundo o postulador da causa, o padre espanhol Ildefonso Mariones, "a beatificação pode acontecer rapidamente, talvez dentro de quatro anos".»
Fonte: Correio da Manhã de 20Mai2009

terça-feira, 19 de maio de 2009

Our father - Pai nosso.

via Um Jardim no Deserto em 17/05/09
Hear our cry,
Oh Lord, we need Your mercy
and we need Your grace today.
Hear us as we pray.
.
Ouve o nosso grito,
Senhor, precisamos da Tua misericórdia
e precisamos da Tua graça hoje.
Ouve-nos enquanto oramos.
.
.
Obrigado Pai, por me ouvires quando preciso de Ti.

domingo, 17 de maio de 2009

Inauguração do monumento do Cristo-Rei

via nonas de nonas em 17/05/09
A propósito da inauguração do monumento do Cristo-Rei deixo-vos estes filmes documentais da época recolhidos do Site Oficial do Santuário Cristo-Rei e que - cuidadosamente esquecidos! - não foram transmitidos nos festejos do 50.º aniversário do monumento:

quinta-feira, 14 de maio de 2009

13 de Maio Dia de Nossa Senhora de Fátima

As Aparições de Fátima, freguesia do concelho de Vila Nova de Ourém, distrito de Santarém, e paróquia da diocese de Leiria e Fátima desenrolaram-se em três períodos ou ciclos: os dois primeiros tiveram lugar em Fátima, o terceiro em Pontevedra e Tuy, na Galiza, Espanha.
É longo o relato das Aparições constantes dos manuscritos da Irmã Lúcia,uma dos três videntes (a Virgem apareceu a três crianças: Lúcia, Jacinta e Francisco).
Desenrolaram-se em 1917 e depressa a devoção à Senhora de Fátima se tornou mundialmente conhecida.
A 13 de Outubro de 1930 o Bispo de Leiria, D. José Alves Correia da Silva houve por bem declarar dignas de crédito as visões das crianças da Cova da Iria e permitir, oficialmente, o culto de Nossa Senhora de Fátima.
O papa Pio XII, anuindo aos pedidos de Nossa Senhora, consagrou o mundo inteiro ao Imaculado Coração de Maria a 31 de Outubro de 1942. A consagração da Rússia fê-la a 7 de Julho de 1952.
Paulo VI consagrou o mundo ao Imaculado Coração de Maria a 21 de Novembro de 1964.
João Paulo II fez a consagração do mundo e da Rússia ao mesmo Imaculado Coração, em Fátima, a 13 de Maio de 1982; em Roma, a 16 de Outubro de 1983 e, finalmente, a 25 de Março de 1984, em Roma de novo, diante da imagem levada da Capelinha das Aparições até ao Vaticano.
NOSSA SENHORA DE FÁTIMA ROGAI POR NÓS!

Ali Agca quer ser português


terça-feira, 12 de maio de 2009

Jovens moçamedenses divertem-se em sala de convívio da Igreja Paroquial de S...

via GENTE DO MEU TEMPO. de princesadonamibe em 11/05/09















Nas décadas de 60 e 70 o mundo ocidental foi sacudido por grandes mudanças ao nível dos costumes e dos comportamentos, principalmente entre os jovens que construíram um novo estilo de vida, enquanto o controle familiar começara a afrouxar ao impacto das novas liberdades. Os salões românticos cederam lugar às discotecas onde tudo ganhava dinamismo, desde as luzes aos corpos.
Em Moçâmedes. as festas e os bailes antes efectuados no interior dos salões dos clubes da cidade, passaram a decorrer, também, no interior de discotecas que começavam por toda a parte a despontar. Os jovens já não queriam mais divertir-se, indo aos mesmos bailes que os pais. Percebe-se a crítica e o receio ao que é novo.
Em meio a um mundo em transformação, alguns párocos no interior da Igreja católica, rompendo a tradicional resistência à mudança, procuram chamar a si os jovens, atraindo-os para festas em salas de convívio paroquial. O objectivo era proporcionar-lhes uma opção, através de festas e bailes saudáveis e alegres, dentro de um contexto cristão, num mundo onde a juventude estava perdendo referências. Em simultâneo os eventos visavam resgatar valores familiares, a espiritualidade da juventude, a moral cristã, o sentimento de cidadania, e a promoção de valores que levassem ao fortalecimento da sociedade.
.............


Sobre o Padre Martinho Noronha, um dos promotores do movimento vicentino entre adultos e jovens de Moçâmedes, escreveu um moçamedense:
«Martinho de Araújo Noronha marcou realmente uma geração. Professor de Religião e Moral, foi mais do que isso: inculcando nos jovens alunos do Liceu Diogo Cão (pelo menos de 1962 a 1965) alguns valores, cívicos e morais, que fazem a diferença: o gosto pela liberdade, a luta pela igualdade, o amor pelo próximo. Homem tolerante e culto, procurou transmitir aos que o rodeavam não só os valores religiosos em que acreditava, mas outros, identificadores de um ecumenismo militante pouco comum, incentivando à compreensão e tolerância pelo Outro, à ajuda aos mais necessitados, incentivando à leitura de livros onde eram tratadas as grandes preocupações do Homem perante Deus e si mesmo. Nas suas aulas era um mundo novo que se abria aos ouvidos dos estudantes, pouco habituados aos temas versados e à forma vibrante, altissonante, e desassombrada de falar. Nem sequer fugia ao assunto tabu da relação sexual entre humanos. Confessou no confessionário e aconselhou nos pátios e nas salas de aula, sugeriu livros evangélicos e de liberdade, desbastou temores e indicou caminhos. Mal parecia um padre, tal a sua linguagem, a sua entrega, o seu desempenho na sociedade, a exemplaridade da sua cidadania, participador nos interesses da comunidade, farol de tantos. Rapidamente passou a ficar sob a alçada perscrutadora das autoridades encarregadas da paz social e dos bons costumes da época.
Mais tarde, a partir de 1965, e por uns anos, foi pároco em Moçâmedes, tendo nessa nova qualidade prosseguido na mesma linha mobilizadora (dinamização do movimento vicentino entre adultos e jovens) e continuando a encantar e a tocar os espíritos mais empedernidos, quer na celebração quer aos microfones do Rádio Clube de Moçâmedes. Era como padre um exemplo para os sacerdotes e como pessoa um exemplo para as demais. As suas iniciativas ultrapassavam em muito o mero campo evangélico. A sua meta eram as pessoas, conduzi-las na vida, de acordo com um padrão moral de comportamento que dignificasse o ser humano enquanto criatura de Deus, porque agir de acordo com esses valores já era um hino e louvor ao seu Criador, independentemente da religião que professasse. Era de uma cepa de que se encontra pouco.
Os anos passaram e soube mais tarde que havia regressado à sua terra natal, GOA, que ele tanto amava. Lá o fui encontrar em 1988. A manifestar a mesma exuberância e alegria de viver, de bem fazer aos outros, de realizar coisas, fantástico! Levou-nos a Margão, a casa de uns familiares, e foi o cicerone de um passeio pela cidade e arredores, por onde conduziu da mesma maneira como viveu: em alta velocidade! Arrepiante. Na condução automóvel como na condução das nossa almas, Martinho de Araújo Noronha marcou pela diferença. Foi uma dádiva de Deus.
(...)
Bem haja Padre Noronha, pelo rasto de coisas boas que semeou nas nossas vidas .
Eduardo A. Correia Ribeiro »
( Sanzalangola)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

A Igreja na Índia(esboço histórico)

via Folhas de História de História - Mestra da Vida em 03/05/09
Vai aqui um breve esboço da igreja cristã na Índia desde o estabelecimento das comunidades dos cristãos de S. Tomé em meados do 1º século A.D. até os tempos recentes, passando pela implantação da igreja latina pré-portuguesa no século XIII, e a  presença do Padroado português e os seus conflitos com a Propaganda Fide. Após a independência da [...]

sexta-feira, 10 de abril de 2009

O efeito das orações segundo um estudo científico

via Q u i n t u s de Clavis Prophetarum em 10/04/09
http://www.shalomunited.com
http://www.shalomunited.com
Um estudo científico indicou que as… Orações oferecidas por estranhos não tiveram efeito sobre pessoas que foram alvo de cirurgias ao coração. A conclusão foi o produto de um longo e extenso estudo financiado pela Templeton Foundation. Um outro grupo, em que pacientes sabiam que havia pessoas a orarem a seu favor, demonstrou resultados curiosos, com um aumento das complicações, talvez pela ansiedade criada.
O estudo é o mais extenso jamais realizado tendo começado há mais de dez anos e englobou mais de 1800 pacientes e não tem sido isento de polémicas… Os defensores do poder da Oração alegam que esta é a resposta humana mais antiga ao sofrimento e que pode existir um mecanismo que ainda escapa à compreensão humana e que explicaria o seu sucesso nalguns casos. Os cépticos, por seu lado, proclamam que estudar os efeitos da Oração é um desperdício de recursos e que pressupõe uma intervenção sobrenatural, algo que estará sempre para além do âmbito de um estudo científico.
Este, contudo, não foi o único estudo sobre os efeitos da Oração, sendo de facto apenas um entre outros dez. Mas aprendeu com os erros dos demais e procurou resolver algumas das lacunas e erros identificados nestes.
As conclusões do estudo foram publicadas no prestigiado e cientificamente muito respeitado "The American Heart Journal" e apresentado numa conferencia de imprensa pelos autores do estudo, liderados por Charles Bethea, um cardiologista do "Integris Baptist Medical Center" de Oklahoma City, ou seja, um hospital privado ligado aos Baptistas e logo, alguém de imparcialidade insuspeita, tendo em conta a natureza das conclusões.
No total, este estudo terá custado mais de 2,4 milhões de dólares, provenientes dos cofres da abastada John Templeton Foundation, uma instituição que financia projetos científicos ligados à religiosidade humana.
O estudo abrangeu 1802 pacientes de seis hospitais diferentes. Todos foram alvo de bypass coronários, sendo depois agrupados em três grupos diferentes: dois que recebiam orações e um terceiro, de controlo, que não as recebia. Dos primeiros dois grupos, um sabia quem rezava por eles, o outro, não. As orações foram o produto de "especialistas", de forma a maximizar o seu efeito e potencial ação, tendo sido selecionados o "St. Paul's Monastery", as Carmelitas de Worcester, no Massachussets, e a congregação "Silent Unity", perto de Kansas City. As congregações usaram os primeiros nomes dos pacientes e as iniciais dos seus últimos nomes, mas nunca os nomes completos, assim como a frase "por uma cirurgia bem sucedida com uma recuperação rápida, saudável e sem complicações". Trinta dias depois, os pesquisadores compararam os resultados dos três grupos e não encontraram diferenças entre os pacientes que tinham recebido orações dos que não tinham. É claro que como todas as congregações eram cristas alguns poderão questionar se o problema estará aí… Isto é, será que uma oração islâmica ou budista teria sido mais eficiente? Contudo… Suspeito que seriam idênticos, porque se há Deus, este realmente… Não terá religião. Uma razão adicional para ser budista…

Fonte:

http://www.nytimes.com/2006/03/31/health/31pray.html

quarta-feira, 25 de março de 2009

Moxico - Paróquia São Bonifácio conta com serviços de irmãs de Teresiana

via Leste de Angola de Jorge Santos - Op.Cripto em 25/03/09
Lumbala-Nguimbo, 25.Março – A Paróquia "São Bonifácio", afecta à Igreja Católica no município dos Bundas, província do Moxico, conta desde o último fim-de-semana com duas irmãs de congregação Teresiana, que irão contribuir na educação da juventude feminina da circunscrição....

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