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segunda-feira, 22 de março de 2010

Goa: O turismo internacional e o novo imperialismo

via Folhas de História by História - Mestra da Vida on 3/19/10
É um texto interessante e bem informado de Vikaram Gill sobre os desafios de turismo para Goa: http://www.geog.ubc.ca/~ewyly/students/gill.pdf

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

AUTOCARROS EM MACAU

via CAMBETA BANGKOK MACAU O MAR DO POETA by MACAU BANGKOK O MAR DO POETA on 11/26/09
Quando o articulista chegou a Macau nos anos 60's, havia já a circularem em Macau autocarros, pertencentes à Companhia Fok Kei. A sua estação central se situava junto ao Pagode da Barra.
Os autocarros utilizados neram velhos, sem portas, sem ar condicionado, aliás até o havia, o ar natural, podia-se fumar e transportar todo o tipo de mercadorias, havia uma revisora que recebia o dinheiro e entregava um bilhetinho, o custo esse era de 0.10 avós. As rotas eram poucas e parte da cidade de Macau nao era servida de autocarros.


Por essa altura era ainda muito popular o uso de triciclo, Sam Lam Ché, bicicletas táxis e táxis propriamente ditos.

O mesmo acontecia nas Ilhas da Taipa e de Coloane, onde havia igualmente uma rede de autocarros, para ser mais explicito, havia um em cada uma das ilhas, utilizam autocarros velhos, e as carreiras efectadas na Ilha da Taipa eram só da Ponte Cais até à vila.

Em Coloane, e para não variar o tipo de autocarro usado era igualmente velho, nunca o articulista ficou a saber o nome dessas companhias.

Porém, numa das muitas viagens que efectuou entre a Vila de Coloane e Ká-Kó teve por companhia um porco, vários sacos de arroz e outras iguarias desse género, bem! tempos que já lá vão!...

Nos dias de hoje circulam em Macau vários autocarros de todos os tipos e feitios, cujas rotas abrangem quase a total do Território, através das companhias TRANSMAC E TCM.



Transmac (Macau)

Transmac ou Transportes Urbanos de Macau SARL (Cantonense: 澳門新福利公共汽車有限公司) é uma das empresas responsáveis pelo transporte urbano em autocarros na Região Administrativa Especial de Macau da República Popular da China. As suas operações estendem-se também às cidades Guangzhou, Foshan, Xinhui e Wuhu em China. .

A sua frota é composta por veículos Mercedes-Benz Vario minibus (de 1997), Dennis Dart (de 1995), Mitsubishi Fuso e Rosa (fabricados a partir de 1988), Dennis Dart SLF (de 2004) e King Long/Higer (de 2006).


A Companhia de Autocarros Fok Lei foi fundada no ano de 1948, tendo no ano de 1988 sido totalmente remodelada e passando a denominar-se SAN FOK LEI, companhia de TRANSPORTES URBANOS de MACAU S.A.R.L , TRANSMAC.

Esta companhia utiliza uma variada gama de autocarros que vão deste os velhos Bristol até aos meodernos Mercedes Benz.

Deixou de haver revisoras, ou cobradoras, passando em seu lugar a existir uma caixa onde se coloca a quantia exacta a cobrar pela viagem, bem como uma máquina electronica de leitura de cartões, cobrando a quantia pela viagem.

Existem três tipos de cartões actualmente, os cartões vulgares, os cartões de estudantes e cartões de idosos.

O preço cobrado por uma viagem dentro da cidade de Macau e pago a dinheiro vivo, é de 3.20 patacas, se for pago com cartão normal é de 2.00, estudantes 1.50 patacas e os idosos somente 0.30 avos da patacas.


Os serviços prestados por esta companhia não são 100% perfeitos e muita coisa terá que ser alterada, tais como uma maior frequência de autocarros na horas de ponta, é feito é certo, mas somente em determinadas rotas, as rotas 6 e 28-C , somente da San Fok Lei, que serve o Hospital Central Conde de S.Januário, durante a manhã e no periodo da tarde, tem muita procura, mas a frequência dos autocarros deixa muito a desejar e quando vem as pessoas entram ficam como sardinhas na lata, na sua maioria pessoas idosas que necessitam de ir ao hospiatl terem consultas médicas ou tratar de assuntos de urgência,mas enfim, Macau Sã assim...

É certo que existem mais carreiras para o Hospital são o H1, efectuadas por ambas as companhias de autocarros,mas o seu trajecto, não servem nem 1/4 da população de Macau.




A SOCIEDADE DE TRANSPORTES COLECTIVOS DE MACAU. S.A.R.L., TCM, em chinês OU BÁ, antigamente era uma companhia marítima denominada "COMPANHIA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS ENTRE MACAU E ILHAS".

No ano de 1974 foi inaugurada a Ponte General Nobre de Carvalho que passou a ligar a cidade de Macau à Ilha da Taipa, tornando esta ilha um polo de desenvolvimento, porém a Companhia de Transportes de Passageiros Entre Macau e Ilhas, começou a entrar em declinio, devido à pouca procura de seus serviços.

Mas, novas oportunidades teria pela frente, e, desejando acompanhar o progresso que se fazia sentir nessa altura, adquiriu uma moderna frota de autocarros.

Na decada dos anos 80's Macau teve um rápido crescimento económico e populacional, e o governo de então decidiu incentivar e melhorar os serviços de transportes públicos de autocarros.

No ano de 1986 a Companhia de Transportes de Passageiros Entre Macau e Ilhas, foi alvo de uma reorganização profunda, passando a denominar-se SOCIEDADE DE TRANSPORTES COLECTIVOS DE MACAU, S.A.R.L, sigla TCM, dando por fim às suas actividades das carreiras marítimas.


Com a entrada em funcionamento da TCM, terminava o monopólio por parte da TRANSMAC, quem ficou a lucrar com tudo isso foi a população do território, que passou a usuferir de mais rotas e mais autocarros. Sendo o preço o mesmo praticado por ambas as companhia de autocarros.
Com o decorrer dos tempos o governo de Macau alterou os regulamentos e os contratos com ambas as companhias, às quais atribui novos contratos que terminam no dia 14 de Outubro de 2010.

A Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego (DSAT) abriu concurso público afim de atrair novas concessionárias, e, ontem, dia 25 de Novembro de 2009, a TRANSMAC, TCM e uma nova comaponhai denominada REOLIAN, apresentaram as suas propostas, porém, a TCM o fez às 16,58 horas quando o prazo limite era às 17.oo horas, como tal dentro do limite estipulado, recebendo um recibo comprovativo da hora da entrega dos documentos, que os responsáveis depois se recuram a credenciar alegando que a TCM tinha feito entrega dos documentos 4 minutos depois da hora extipulada.

A TCM irá recorrer, veremo no que dai resultará, se a TCM for excluida termina, desta forma abrusta e polémica, aos seus serviços que vem prestando desde à 20 anos.
Votos faço para que ambas as partes entrem em acordo e que o problema possa superado, quando à haver mais uma companhia de autocarros em Macau será bemvinda, pois dessa froma a população do Território passará a ter mais uma alternativa e a concorrência só irá benificiar os utentes, principalmente os idosos, que com o seu cartão podem utilizar todas as companhias mantendo as mesmas regalias.
Para o bem da população de Macau tudo o que vier de bom é um bem. Que o governo de Macau continue com a sua política de entre ajuda é o principal, pois muito está fazendo nessa área e se a melhorar ainda melhor para todos nós.
Votos formulo para que as novas concessionárias de transportes públicos de Macau, criem condições para os seus profissionais, dando-lhes condições dignas de trabalho, e acabem de vez com as mesas ao ar livre onde tomam as refeições e que criem casas de banhos nos terminais, dando assim ua imagem mais digna aos seus trabalhadores.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Lisboa é Frequentemente Confundida com Pisa, Atenas e Barcelona

via Viajar Mais Barato by admin on 11/18/09

Hotels.com, o website de reservas de hotéis, divulgou os resultados de um inquérito que realizou junto de 10.000 viajantes, em 13 países, no qual os questionava sobre a sua capacidade de reconhecer um local famoso, sem o seu marco histórico principal.

Assim, os participantes de países como os E.U.A, Japão, Reino Unido, Espanha, Austrália, Suécia, França e Alemanha, entre muitos outros, visualizaram fotos de cidades famosas, e foram questionados sobre o local que pensavam estar a ver.

Algumas das conclusões foram bastante surpreendentes, na medida em que muitos habitantes de um país não reconheceram uma das suas cidades principais, sem o referido marco histórico.

No que respeita a reconhecer Portugal, é relevante notar que 78,9% dos espanhóis reconheceram Lisboa, com uma foto da zona da Ponte 25 de Abril, com a Ponte removida da foto (nas fotos em baixo). No entanto, 13,8% dos espanhóis confundiram Lisboa com Atenas e 3,5% confundiram Lisboa com Pisa. Por outro lado, 27,4% dos espanhóis, ao verem uma foto de Barcelona, pensaram que esta fosse Lisboa.

Lisboa-com-ponte

Lisboa-sem-ponte

Um dos resultados mais surpreendentes deste inquérito prende-se com a reincidência de respostas confundindo Pisa com Lisboa. Assim, 44,4% dos inquiridos franceses, ao verem uma foto de Pisa, pensaram que esta fosse Lisboa. A mesma resposta foi dada por 20,2% dos irlandeses, 16,5% dos italianos e 3,1% dos espanhóis.

Outro resultado interessante foi o de os franceses e os alemães terem reconhecido Londres mais facilmente do que os próprios britânicos. 98% dos franceses detectaram Londres sem o Big Ben, bem como 87% dos alemães, deixando para trás os apenas 83% de britânicos que conseguiram reconhecer a sua capital sem o edifício-chave.

Outros exemplos curiosos são o de apenas 55% dos inquiridos alemães terem reconhecido Berlim, enquanto que os italianos e os dinamarqueses tiveram mais facilidade em reconhecer a capital alemã (59% e 62% respectivamente) sem o edifício do Parlamento. Em Espanha, apenas 58% dos inquiridos reconheceram Barcelona.

A conclusão que se pode tirar destes resultados é verificar como um marco icónico é importante para uma cidade, para a conseguirmos reconhecer e como alguns viajantes estrangeiros acabam por conseguir reconhecer as outras cidades melhor do que os próprios habitantes desse país.

Um quiz semelhante encontra-se disponível online, para qualquer pessoa que o deseje realizar, descobrindo se reconhece as principais cidades do mundo, sem o seu marco histórico. Experimente e deixe um comentário com o seu resultado.

Eu experimentei e como pode ver na foto que se segue acertei em 11 e errei em 4. Faça também você o quiz e deixe um comentário com o seu resultado.

quiz

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Lisboa – Roma, reportagem TVNet

via LowCost Portugal by Sérgio Bastos on 11/12/09

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    segunda-feira, 10 de agosto de 2009

    BUSHMEN

    via DIÁRIO DA ÁFRICA de Diário da África em 23/07/09
    Encontrei o grupo perto do lugarejo de Kanovlei, região de Grootfontein, oeste da Namíbia.

    Segundo os livros, não há outro grupo social ou linguístico que tenho sido mais estudado, filmado, pesquisado e escrito do que o povo San. Ou Bushmen. Ou Kalahari.

    Os bushmen representam apenas 3% da população da Namíbia.

    Ficaram mundialmente (no sentido de popular) famosos com o filme "Os deuses devem estar loucos".

    Na Namíbia, há três grupos importantes: os Haixom, no norte das regiões de Otavi, Tsumeb e Grootfontein; os !Kung, em Bushmanland; e os Mbarankwengo, no oeste da faixa de Caprivi.

    Os bushmen são caçadores e coletores de alimentos.

    A expansão agrícola e a ocupação de terras pelos brancos reduziram sensivelmente as áreas em que os bushmen vivem.

    Muitos ainda preferem viver nas aldeias, cujas áreas são protegidas por leis federais na Namíbia.

    Há ONGs e fundações que captam recursos para manter a terra e garantir alimento, roupas e remédio para os bushmen.

    Apesar de as fotos retratarem os bushmen como eles viviam, todos eles moram em casebres pobres na área da reserva perto de Grootfontein.

    Recebem turistas e encenam o estilo de vida que levavam.

    Alguns falam inglês.
    São os que conseguiram ir à escola e são a ponte entre os mais velhos, os que não conseguiram estudar, e o resto do mundo.

    Uma tabela de preços mostra quanto custa a simulação completa.

    Pode-se contratar apenas a simulação de caça, de dança, de preparação de comida. Ou um pacote completo, com tudo incluído.

    Assim que o acerto é feito, as pessoas são encaminhadas ao local onde entrarão na mata com os bushmen.

    Em poucos minutos, eles aparecem caracterizados com as roupas tradicionais.
    Aos poucos chegam mulheres e jovens que colocam à mostra artesanatos que vendem aos turistas.

    Pode-se comprar antes ou depois da encenação.

    Quando o ritual acaba, eles voltam para suas casas e vestem as roupas ocidentais.

    Poderiam estar em qualquer lugarejo pobre em qualquer lugar do mundo.

    Quando estavam na mata, com as vestes tradicionais, pareciam em completa harmonia com a natureza.

    Ocidentalizados, provocaram estranhas sensações.

    São um museu vivo.

    Os bushmen estão entre os homens mais antigos do planeta.
    Os primeiros registros de fósseis de ancestrais humanos foram encontrados há cerca de 60 mil anos no leste da África.

    Na região do Kalahari, que engloba parte da Namíbia e Botswana, há registros de seres humanos há 40 mil anos.
    Segundo os antropólogos, esses seres seriam os ancestrais dos atuais povos Khoi e Bushmen.

    Os linguistas agruparam todas as línguas faladas no mundo em cerca de 20 famílias.
    Desse total, quatro são muito diferentes das demais e fazem parte das famílias africanas, que incluem as línguas Khoisan e Niger-Congo, também conhecidas como Bantu.

    As línguas khoisan se distinguem pelo vasto repertório de estalidos durante a fala.
    Apesar de estranho, são consideradas línguas bastante sofisticadas. Do ponto de vista fonético, são as línguas mais complexas do mundo. Falar um delas fluentemente significa explorar completamente a habilidade fonética do ser humano.
    Os bushmen são baixos.
    Atribiu-se o fato à ausência de carne na dieta.


    Os bushmen não caçam mais.
    Os animais são protegidos por lei. Os alimentos agora são comprados nos mercados de beira de estrada e nas cidades próximas, com o dinheiro que recebem dos turistas, das ONGs e do governo.

    Apesar de não viverem mais nas cabanas, os bushmen ainda se reúnem como na foto abaixo para as encenações turísticas e para mostrar aos mais jovens como era a vida dos antepassados.
    Os mais velhos da aldeia não falam inglês.
    Alguns dos mais jovens falam inglês, mas ainda são poucos os que conseguem autorização dos pais para estudar na cidade.
    Muitos preferem que os filhos fiquem na aldeia (ou no vilarejo) na tentativa de preservar a cultura.
    Este abaixo fala inglês e também trabalha como guia.
    Para a maioria, não faz sentido ir para a cidade. Não há emprego.
    Abaixo, a simulação de uma dança da chuva.
    Homens e mulheres dançam com as pernas entrelaçadas.
    Um dos guias da aldeia.

    A venda de artesanato é contabilizada em detalhes.
    Cada bushman produz suas peças, que possuem uma etiqueta com o nome do autor e o preço.
    Depois, tudo é anotado no caderno e o dinheiro entregue ao dono.

    Bushman volta para casa depois da encenação.

    Na aldeia, os bushmen nas roupas ocidentais.

    Meninas bushmen brincam.

    Crianças bushmen no quintal de casa.

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