segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Livro: Diálogos de Doutrina Anti-Democrática

Obra de António José de Brito. É imperioso que se leia para se ter uma ideia das alternativas que possa haver ao regime de hoje que foi ferido à nascença de abundante sangue, de desonra nacional, de crimes de alta traição à Pátria e crimes contra o Povo Português e contra a Humanidade.
Rui Moio

Livro: Diálogos de Doutrina Anti-Democrática
via Legião Vertical de LEGIÃO VERTICAL em 04/02/09
A «Edições Réquila» acaba de reeditar a obra «Diálogos de Doutrina Anti-Democrática», de António José de Brito. Publicado pela primeira vez em 1975, no auge do PREC, esta 2ª edição conta, para além do texto original, com uma «nota à 2ª edição» da autoria do autor. Um livro a não perder!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Saiba orientar-se

via Links Interessantes de noreply@blogger.com (Alberto Vale) em 20/02/09

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Salvador Correia de Sá e Benevides

via Carreira da Índia de Leonel Vicente em 19/02/09
Político (Cádis, 1602 - Lisboa, 1 de Janeiro de 1681). Oriundo da família Sá, a qual escreveu as primeiras páginas da história no Rio de Janeiro, era filho do português Martim de Sá e da espanhola Maria de Mendoza y Benavides. Seguindo a linhagem de dirigentes militares – tendo como avô Salvador Correia de Sá e como bisavô Mem de Sá –, tornou-se governador do Rio de Janeiro. Chegando ao Brasil em 1615, foi soldado, explorador e, em 1637, passou a governar a capitania do Rio de Janeiro. Destacou-se na consolidação da presença portuguesa no território brasileiro lutando contra os holandeses e os índios. Perdeu muitos dos bens que possuía no Peru e em Espanha, por ter aclamado D. João IV, em 1641. De novo em Portugal, em 1643 foi nomeado general das frotas do Brasil e membro do Conselho Ultramarino. Com o objectivo de resolver a questão dos holandeses em África, o Conselho Ultramarino, em 1647, decidiu organizar uma armada, sob o seu comando, então nomeado governador de Angola. Com a rendição dos holandeses, recuperou Luanda, Benguela e S. Tomé. De regresso a Lisboa, acumulou o cargo de membro do Conselho Ultramarino como de elemento do Conselho de Guerra. De 1658 até 1662, assumiu o cargo de governador e de capitão-general das capitanias do sul do Brasil. De novo em Portugal, manteve-se até à morte como membro do Conselho Ultramarino e comendador da Ordem de Cristo. Em 1678, ofereceu-se para comandar a expedição de Angola à contracosta para moderar a rebelião do régulo de Pate, perto de Mombaça, mas a idade avançada não permitiu que o seu desejo se concretizasse. Casou, no início da década de 30, com D. Catarina de Ugarte e Velasco, viúva rica de Tucumã e filha de uma distinta família crioula.
(via "História de Portugal – Dicionário de Personalidades" (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Adolf Hitler had 'shocking' table manners - Adolfo Hitler não tinha maneiras à mesa

São declarações de um prisioneiro de guerra produzidas logo após a sua captura no final da Segunda Guerra Mundial. Documento descredibilizado face às declarações recentes publicadas em livros escritos por companheiros de muitos anos junto do Fhürer, nomeadamente, nos livros de Rochus Mish "Eu fui Guarda-Costas de Hilter" e de Traudl Junge "Até ao Fim - um relato verídico da secretária de Hitler".
Os aliados implementaram em todas estas décadas após o desfecho da Guerra uma campanha de diabolização de Adolfo Hitler. "A História é escrita pelos vencedores" e foi o que aconteceu e está a acontecer. De quando em vez, surgem documentos que deitam por terra toda esta campanha de diabolização perpetrada pelos vencedores.

Rui Moio

Fonte: Time de 18Fev2009

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

via Google Operating System by Alex Chitu on 2/18/09

Google Book Search lets you download books, but only if they're in public domain, like Hamlet. All the other books are available as a limited preview or as a snippet view in Google Book Search.

You could download the image corresponding to each page of a book or you could automatize the process using a download manager. Another option is to use Google Book Downloader, a third-party Windows tool that downloads the pages from Google Book Search using several proxies and merges the images in a PDF file. Google Book Downloader will only retrieve the pages that are available online, so you won't be able to download entire books in most cases. The application requires .NET Framework 3.5 SP1 and it's not very clear if it breaks the terms of use for Google Book Search.


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

LEITURA RECOMENDADA

via CACETEIRO de noreply@blogger.com (caceteiro) em 09/02/09
Desta feita recomendo vivamente a aquisição e leitura do livro "Salazar e Alfredo Pimenta - Correspondência (1931-1950)", editado pela Verbo.

A leitura da correspondência trocada entre estas duas personalidades, permite-nos esclarecer alguns aspectos da história de Portugal durante essa época e, para os menos conhecedores de Alfredo Pimenta, descobrir uma pessoa bastante lúcida e com uma extraordinária capacidade de análise.
De destacar, a sua apreciação de Marcello Caetano, que considerava fadado para ser o Kerensky da situação, o que efectivamente veio a acontecer; a consideração de que a vitória das democracias na II Guerra Mundial iria ser um desastre para Portugal, entre muitas outras considerações que se revelam ao leitor através de 19 anos de correspondência.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

1ª Conferência Pública do MIL: “O Futuro da Lusofonia”: Notas e Vídeo Completo

via Q u i n t u s de Clavis Prophetarum em 03/02/09

Embaixador Lauro Moreira
.A CPLP devia patrocinar mais projetos multilaterais e menos projetos bilaterais
.A CPLP teve um papel importante, mas pouco mediático, nas duas crises na Guiné-Bissau, São Tomé e Princípe e Timor.
.A CPLP tem atualmente três papéis:
..Concertação diplomática
..Promoção da Língua Portuguesa
..Concertação de projetos de desenvolvimento e cooperação
.Recentemente ocorreu um avanço importante para a língua portuguesa
..Novo Acordo Ortográfico ratificado em Portugal e no Brasil
..Repondo a união quebrada unilateralmente por Portugal em 1911
..Os jornais brasileiros já estão a adoptar a nova ortografia
.A CPLP é carateriza pela assimetria entre os seus países, compare-se o 5º maior país do mundo, o Brasil, com um dos menores, São Tomé e Princípe.
.A Universidade UNILAB, virada para as necessidades de África com metade das suas vagas reservadas para estudantes dos PALOP
.Futuro da CPLP
..Aprofundar os laços da CPLP com entidades regionais, que os países da CPLP já integraram, como a União Europeia, o Mercosul, a ASEAN, etc
..Organizar secretariados para outras áreas, além da área da Defesa, que já funciona bastante bem. Por exemplo, nas Finanças, Comércio, Ciência e Tecnologia, etc.
..Devia haver em cada país membro da CPLP um núcleo de apoio, um interlocutor que trate exclusivamente dos temas da CPLP
..Mais países além do Brasil e de Portugal deviam estabelecer embaixada na CPLP
..A sede num antigo palácio lisboeta é insuficiente e haverá que buscar nova sede rapidamente. Talvez num dos edifícios da Expo, o que está neste momento em negociações. O Brasil já reservou 600 mil euros para esse fim.
..As pessoas não podem ficar sempre reclamando que esperam mais da CPLP, como se esta fosse a única responsável. Os cidadãos são os primeiros responsáveis pela mudança da CPLP.
..Não existe uma CPLP fora de nós, a CPLP somos nós.
..Devia haver uma muito maior liberdade de circulação de pessoas no seio da CPLP. O Brasil tem no domínio dos vistos uma política muito aberta, já Portugal está condicionado pelo Tratado de Shengen.
..A questão cultural é grave: Por exemplo, o festival de cinema Cineport foi organizado estritamente por fundações e associações portuguesas e brasileiras, sem apoio da CPLP
..O IILP tem que ser profissionalizado. A representante do Institudo, por exemplo, é uma pública opositora do Acordo Ortográfico para a Língua Portuguesa de 1990, e isso deveria colidir com as funções do seu cargo. A direção do IILP devia ser escolhida por um concurso público internacional.
Miguel Real
.Já se ultrapassou aquilo a que Eduardo Lourenço chamou de "complexo de ressentimento" que deformou as boas vontades na Lusofonia.
.A Lusofonia não tem um foco político ou económico mas civilizacional. Mais do que política é na língua que reside a fundamentação e rectaguarda da lusofonia. Não é pelo Comércio, mas pela língua que se fundamentará esse espírito comum.
.Um dia talvez se faça comércio dentro da lusofonia, como se faz hoje dentro da União Europeia…
.É fundamental ultrapassar os problemas culturais entre os países da CPLP, que a podem fazer estagnar. É com alegria que vim a saber que a CPLP esteve presente na resolução dos problemas da Guiné e de Timor.
.A função da CPLP é essencialmente de mediação nas áreas de Saúde, Tecnologia e Defesa. Estas capacidades de mediação devem ser ativadas em momentos de conflito.
.A expressão "Casa da Lusofonia", como forma de designar a CPLP (Lauro Moreira) deve ser uma forma a reter.
.Deve ser o "espírito da Língua", o denominador comum da CPLP.
.A Lusofonia deve propôr-se a criar um novo rosto cultural no mundo. Se se ficar pela concertação de interesses económicos ou políticos nada a distinguirá do Mercosul ou da União Europeia. A CPLP não poderá ser uma União Europeia multicontinental, sujeita às flutuações dos interesses dos países mais poderosos. Ou a Lusofonia assim procede ou não terá outro destino que não seja a repetição do passado recente em que cada país tenderá a ser tão dominador quanto maior fôr a sua força económica.
.O desafio consiste em criar um "choque cultural" novo, tornando-se assim numa comunidade éticamente exemplar no mundo.
.A CPLP deverá reger-se pela solidariedade ativa entre os seus membros, independentemente de índices demográficos e económicos, formando um manto de Justiça que se estenda por toda a Lusofonia.
.A CPLP deverá bater-se pela unificação dos sistemas de Saúde e Ensino e por um "Passaporte Lusófono", como consta na Declaração de Princípios do MIL.
.Daqui a 300 anos se o Portugal europeu não fôr mulato a Lusofonia falhou.
.A tecnologia deve servir a Cultura e não o contrário, como fez a Europa nos últimos cento e cinquenta anos, criando o egocêntrico Homem Europeu.
Parte 1 (Lauro Moreira)

Parte 2 (Lauro Moreira)

Parte 3 (Lauro Moreira)

Parte 4 (Lauro Moreira)

Parte 5 (Miguel Real)

Parte 6 (Miguel Real)

Parte 7 (Miguel Real)

Parte 8 (Miguel Real)

Parte 9 (Debate)

Parte 10: (Debate)

Parte 11: (Debate)

Parte 12: (Debate)

Parte 13: (Debate)

Parte 14: (Debate)

Parte 15: (Debate)

Parte 16: (Debate)

Parte 17: (Debate e Encerramento)

As "MIL Conferências" são uma organização do MIL: Movimento Internacional Lusófono

Arrogantes, ignorantes,intolerantes...

via O FUTURO PRESENTE de noreply@blogger.com (jaime nogueira pinto) em 17/02/09
Os "Prós e Contras" de ontem, sobre o casamento dos homossexuais, foram uma demonstração do espírito e das tácticas de uma certa esquerda obcecada com a imposição ,a todo o custo, das suas concepções:a arrogância de uma pretensa superioridade ética de portadores das bandeiras do futuro, misturada com a vitimização mais telenovelística de casos pessoais;a técnicas do risinho lorpa,quando falam os outros e das argumentações de saco de vento jurídico incompreendido pela igorância da plebe reaccionária;autoridade;da desqualificação dos adversários até ao ponto da dissuassão intimidatória-ser contra o casamento de pessoas do mesmo sexo é ser homófobo!
Os argumentos e paralelos eram extraordinários:a escravatura ,o racismo,a luta histórica pelos direitos das pessoas, a Constituição Americana,tudo veio à baila para justificar uma pretensão de um grupo de pressão que está longe de representar o conjunto dos homossexuais, mas que sim -e aí concordamos com Miguel Vale de Almeida-quer remover um símbolo, que o casamento é um contrato ou instituição que, pelas suas características só fez sentido histórica e substancialmente,
como base da família tal como tem existido.

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