Mostrar mensagens com a etiqueta Astronomia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Astronomia. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Follow Curiosity´s descent to Mars - Siga a descida do Curiosity em Marte

Observe a descida do Curiosity em Marte

Fonte: Página @CienciasExactas do Twitter, tweet de 11Dez2012.

ciência: - Veja o estrago que a Curiosity deixou após pousar em Marte 

sábado, 25 de agosto de 2012

A acultação de Vénus pela Lua em quarto crescente na ante-aurora de 14Ago2012

Ocultação de Vénus pela Lua em quarto crescente a 14Ago2012

Imagens da ocultação da Vénus pela Lua em quarto crescente na ante-aurora de 14 de Agosto de 2012. Nas imagens vêm-se as luzes da cidade sul-coreana de Taebaek.

Ocultação de Júpiter pela Lua na ante-aurora de 15 de Julho de 2012

Precisamente na noite de 15 de Julho passado observei no simulador Stellarium que na madrugada desse dia ia ocorrer uma ocultação de Júpiter pela Lua. A 20 de Julho passado a Nasa colocava na net uma linda fotografia deste fenómeno tirada quando Júpiter reaparecia acompanhado dos seus 4 satélites galileanos. Da esquerda para a direita temos Callisto, Ganymede, Jupiter, Io, e Europa.

Rui Moio

Ocultação de Vénus pela Lua em quarto crescente a 14Ago2012
Astronomy Picture of the Day - 14Ago2012

Venus - Lunar Occultation. 2012. Aug. from kwon, o chul on Vimeo.

Ocultação de Júpiter pela Lua na ante-aurora de 15JUl2012.
Astronomy Picture of the Day - 20Jul2012

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Hubble capta estrela arrancando atmosfera de exoplaneta - Erro na distância entre o exoplaneta e a sua estrela?

Nota Pessoal:
A distância da Terra ao Sol é de 150 milhões de quilómetros. 

1. - Como é que se chegou à conclusão que um planeta (a 3 milhões de quilómetros da estrela) está 30 vezes mais perto da sua estrela do que a terra do Sol? 

2. - Parece-me também que é impossível acontecer que um planeta gigante orbite apenas a 3 milhões de quilómetros da sua estrela 

3. - Se o planeta está 30 vezes mais perto da estrela que a Terra está do Sol e se o planeta está apenas a 3 milhões de quilómetros da estrela, então, a distância da Terra ao Sol seria de apenas 90 milhões quilómetros, o que. como sabemos, é errado. 

Conclusão: Assim, julgo que se cometeu um erro grosseiro no enunciado do artigo. 
O autor talvez quisesse dizer que o planeta gigante estará a 50 milhões de quilómetros da sua estrela, o que corresponde a uma distância 3 vezes inferior à distância da Terra ao Sol.

Rui Moio

Fonte: Hubble capta estrela arrancando atmosfera de exoplaneta in Inovação Tecnológica - 28/06/2012

sábado, 7 de julho de 2012

Peter Higgs - Razão invocada para a reforma prematura

Nota pessoal
Segundo a notícia, o cientista Peter Higgs parara de fazer investigação no princípio da década de 80 por ser demasiado velho, pois, segundo disse:  “Não podia, com aquela idade, adquirir o conhecimento novo de matemática que era necessário para dar uma contribuição...”.

Ora, considerando que o cientista se reformara a meio da década de 80, então, na altura, teria apenas uns 57 anos - uma idade em que muitos pensadores e cientistas estão ainda na melhor forma para aprenderem coisas novas. Ora, creio que, na verdade, o cientista reformou-se por razões de doença e não como ele afirma: por já não se sentir disponível para aprender a nova matemática.
Rui Moio
rui.moio@gmail.com

Fonte: Jornal Público de 06Julk2012 - artigo «"É bom ter razão", diz Peter Higgs»

domingo, 17 de junho de 2012

Esta Fotografia é Histórica, é Mágica, é Ciência… Ciência planetária… Ciência cosmológica…

When Venus Rises with the Sun
Fonte: Foto do dia 08Jun2012 do site da Nasa

Esta Fotografia é Histórica, é Mágica, é Ciência… Ciência planetária… Ciência cosmológica…

É Histórica, pois, é uma fotografia que pertence ao site da Nasa. Será guardada e perservada. Daqui a 200, 400, 1000 anos será um marco do trânsito de Vénus de 6 de Junho de 2012. E, ao nascer do sol, no Mar Negro, já Vénus ia a meio do seu trânsito.

É mágica, pois, foi tirada na ponta leste do Império Romano com o sol a surgir pelo leste do Mar Negro. Sim, nós, latinos e ocidentais, da igreja cristã. Sim, o Império Romano de há quase 2000 anos chegava ao Mar Negro.
É mágica, porque toda a fotografia do nascer do sol ou do pôr do sol que tenha por fundo o mar é mágica! O sol agiganta-se, avermelha-se e há cores e reflexos únicos! Isto lembra-me a magia e o temor aos deuses que o general romano Décimus Junius Brutus sentiu quando ao invadir a Galiza subiu ao monte de Santa Tecla e dali contemplou o pôr do sol. Um sol, gigantesco e de um vermelho forte, que se escondia para além do mar-oceano imenso e desconhecido.
Para mim, é duplamente mágica, pois, em seis décadas de vida, eu nunca vi um nascer do sol que tivesse o mar ao fundo. Contudo, esta situação não é incomum para a grande maioria de todos nós, lusófonos. Em muitos lugares das ilhas dos Açores, da Madeira, de Cabo Verde, em São Tomé, em Moçambique, em Timor, no Brasil, o sol nasce para o lado do mar.

É ciência, pois, um trânsito de Vénus para os terrenos não é coisa fácil de acontecer. E é ciência planetária, pois, em tese, poderão acontecer trânsitos em todos os planetas interiores em relação ao posicionamento do planeta ou nave espacial onde se encontre o observador. É ciência cosmológica, pois, é por via dos trânsitos que os astrónomos têm vindo a descobrir os exoplanetas.

Quem de entre nós, os humanos, não se emociona com isto?

Quem de entre nós, os latinos, os ocidentais, os cristãos, os judeus, os islamitas… os que somos do Império Romano antigo, não se emociona com isto?

Quem, de entre nós, os lusófonos, em que tantos de nós conhece o nascer do sol para o lado do mar, não se emociona com isto?

Quem, de entre todos nós, não se emociona com a grandeza do cosmo?

Quem, de entre nós, não sente a presença de DEUS, arquitecto do imenso universo e Senhor dos nossos destinos?

Rui Moio. Escrito pelas 22h00 de 09Jun2012 

domingo, 7 de novembro de 2010

Gregos terão visto o Halley em 466 a. C

Astrónomos gregos terão visto o cometa Halley 226 anos antes dos chineses, segundo documentos antigos agora revelados


A observação de um cometa feita pelos gregos em 466 antes de Cristo (a. C.) poderá ser o mais antigo avistamento do cometa Halley documentado até hoje, de acordo com a tese de um grupo de investigadores agora divulgada pela revista New Scientist. Ler mais

terça-feira, 26 de outubro de 2010

NASA afirma que grandes quantidades de água na Lua podem ser usadas

NASA afirma que grandes quantidades de água na Lua podem ser usadas

via HypeScience by Natasha Romanzoti on 10/25/10

NASA encontrou regiões extensas com bolsões de água congelada na Lua que poderiam servir como recurso. Novas explorações podem ajudar na compreensão dessa água e sua potencial utilização

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A Movie of Mira, The Wonderful Star

Nota
Um acontecimento a não perder!
Rui Moio
A Movie of Mira, The Wonderful Star

via One-Minute Astronomer by admin on 10/15/10
The remarkable variable star Mira approaches peak brightness this month, making it easily visible with the unaided eye from anywhere in the world.  The name Mira means "wonderful".  And it is wonderful, exhibiting the largest change in brightness of any star except for novae and supernovae. If you're keen, you can make your own observations of Mira and contribute to astronomical research. Ler mais



terça-feira, 28 de setembro de 2010

Comet Hartley 2 Approaches Earth

Comet Hartley 2 Approaches Earth

via One-Minute Astronomer by admin on 9/21/10


Yet another respectably-bright comet is nearing Earth and will put on a good show for binocular observers.  Comet Hartley 2 will be visible in Cassiopeia and Perseus over the next few weeks, and may grow bright enough to see with the unaided eye as it comes within 11 million miles of Earth, one of the closest approaches of any comet in the past century.

Comet Hartley 2 is a periodic comet, returning to its closest approach with the sun every six years.  It was first detected by Malcolm Hartley in March of 1986 at the U.K. Schmidt Telescope in Siding Spring, Australia.  This is Hartley's second comet discovery, hence the name "Hartley 2" Ler mais

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Força misteriosa está trazendo uma sonda de volta ao Sistema Solar

Força misteriosa está trazendo uma sonda de volta ao Sistema Solar

via HypeScience by Luciana Galastri on 9/21/10

Você lembra da Pioneer 10? Ela é uma sonda espacial que deixou o Sistema Solar em 1983. Pois bem, cientistas perceberam que a sonda está sendo empurrada de volta para o nosso sistema, por alguma força misteriosa

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A Look at the Planet… Earth!

Nota
Uma maravilha!... A Terra e o seu satélite ao lado vistos de um ponto longínquo do espaço mas não tão distante que não se veja a Lua a girar ao redor da Terra. Seria bom que tivesse sido tirada outra fotografia horas depois, onde, necessariamente, a Lua se posicionaria noutro lugar ou até desapareceria ao passar atrás da Terra ou, se passasse à frente, ver-se-ia a sua sombra projectada sobre o disco iluminado da Terra. 
Especulamos para o sistema Terra-Lua uma situação semelhante à que se passa no sistema Júpiter e os seus satélites, situação esta observável com um telescópio a partir do Planeta Terra. 
A grande diferença está em que no sistema de Júpiter e seus satélites estes são vistos da Terra como uns pontinhos que se deslocam sobre o disco de Júpiter. No caso do sistema Terra - Lua, para um observador colocado a 183 milhões de quilómetros ou para um observador posicionado em Mercúrio, a sombra da Lua apresentar-se-ia como um disco escuro de alguns milímetros de diâmetro e não um simples ponto como acontece no sistema de Júpiter e seus satélites.
Rui Moio


via One-Minute Astronomer by admin on 8/20/10

As backyard stargazers, we spend our time looking up and out towards towards other planets and celestial sights.  But today,  we have something different… a peek at our own planet from deep space, taken by NASA's MESSENGER spacecraft.  As the saying goes, "You are in this picture"!

Here's the image taken on May 6 of this year, when MESSENGER was 183 million kilometers from the Earth.  The two bright specks in the lower left are the Earth and Moon.  Pretty cool, yes?
Credit: NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington
MESSENGER acquired this image as it was searching for "vulcanoids", which are small rocky objects which may lurk between Mercury and the Sun.  None have been found, but the craft is well positioned to look for these faint objects when it passes close to the Sun.
That's it for today.  If you can, get out and do a little stargazing this weekend.  It will make you feel good.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Medición de distancias 3ª parte. Las galaxias.


via Entendiendo la Astronomía by Tomás on 4/10/10
A principios del siglo XX se debatía la naturaleza de algunas de esas "nebulosas" de aspecto difuso que se observaban en el firmamento. Algunos astrónomos defendían que había dos tipos de nebulosas, las que eran verdaderamente nubes de gas y polvo, y otras que eran en cambio galaxias enteras como la nuestra, que debían estar a distancias enormes. Algunas de ellas, que presentaban forma en espiral, eran firmes candidatas a ello aunque no se tenían certezas. Ler mais

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Boletim de Astronomia (de Rui Moio)

Nota pessoal:
Visitem o Boletim de Astronomia de Rui Moio (actualizado periodicamente).
Aqui são publicados artigos de Astronomia, de Astrofísica... que considero interessante ler-se e estudar-se.
Rui Moio

Las órbitas

via Entendiendo la Astronomía by Tomás on 3/13/10
A principios del s. XVII el astrónomo y matemático alemán Johannes Kepler formuló tres leyes que describían a la perfección el movimiento planetario. Fue algo a lo que dedicó su vida.

Utilizó para ello las mediciones más exactas conseguidas hasta entonces, logradas por Tycho Brahe. Sin embargo, Kepler empezó anteponiendo sus profundas convicciones teológicas que le hacían pensar que los movimientos planetarios debían ser circulares, puesto que el círculo es símbolo de la perfección, y estar regidos por la armonía geométrica. A pesar de ello terminó dándose cuenta de que por más que aplicara las ecuaciones del círculo, siempre encontraba que las posiciones planetarias observadas diferían algo de él. No le quedó más remedio que abandonar su idea de la perfección y autoconvencerse: "Si los planetas son lugares imperfectos, ¿por qué no pueden de serlo también sus órbitas?"

Entonces aplicó la fórmula de la elipse. Y la elipse encajaba. Las posiciones de los planetas seguían esa curva, no había duda.

¿Cómo es una elipse? A difencia del círculo, definido porque cada punto está a la misma distancia de un punto central, la elipse se describe a partir de dos puntos llamados focos. Si medimos la distancia de cualquier punto de la elipse a cada uno de los focos, encontramos que es siempre la misma.

En el caso de las órbitas elípticas de los planetas, resultó que el Sol ocupaba siempre uno de los focos. Y esa es la primera ley de Kepler.

La segunda ley nos dice que el radio que une el planeta y el Sol barre areas iguales en tiempos iguales. Pensémoslo un poco. En primer lugar, la velocidad de un planeta dentro de su órbita elíptica no es fija, sino que es mayor cuanto más cerca del Sol se encuentra. Kepler además halló que para un mismo intervalo de tiempo, el área barrida es la misma:

Unos años más tarde, el propio Kepler añadió una tercera ley que nos viene a decir que cuanto más alejado esté un planeta del Sol más tiempo tardará en recorrerlo. De todas formas Kepler lo que dijo sólo se expresa en lenguaje matemático:

Siendo T el tiempo que tarda el planeta en dar una vuelta completa a la órbita, y a el semieje mayor de la elipse.

Estas tres leyes sirven aún hoy para calcular las posiciones de los planetas, de los satélites, etc, aunque son leyes formuladas empíricamente, obtenidas únicamente a través de la observación. Son leyes sencillas y cómodas que describen lo observado, sin un razonamiento previo que nos lleve a ellas.

Sólo 69 años después Isaac Newton formuló su Ley de la Gravitación Universal, una ley que explicaba las tres leyes de Kepler y revolucionaba la física: dos cuerpos con masa se atraen entre sí con una fuerza inversamente proporcional al cuadrado de la distancia que los separa. La fuerza con la que se atraen dos cuerpos está relacionada con la distancia entre ellos, y es mayor cuanto más cerca estén.


¿Qué tiene esto que ver con las órbitas? Pensemos. Si cojo una piedra y la tiro en horizontal, según lo fuerte que la tire alcanzará una distancia. La piedra cae inexorablemente atraída por la Tierra (en realidad la piedra también atrae a la Tierra según nos dice Newton) pero si soy capaz de lanzarla fuerte recorrerá una buen trecho. Si no aplico ninguna fuerza sobre la piedra, ésta cae sin más a mis pies.

Lo mismo ocurre con los planetas. Sus órbitan son el resultado del equilibrio de la fuerza de gravedad, que los haría caer al Sol, y de la inercia tangencial que los haría alejarse de él en linea recta. Si de repente desapareciera el Sol, y con él su fuerza de atracción por gravedad, el planeta continuaría desplazándose con una trayectoria en linea recta.

Por el contrario, si los planetas no tuvieran una inercia que los llevara a alejarse del Sol tangencialmente, caerían al Sol como mi piedra a los pies.


Nos quedaría por resolver un asunto: ¿de dónde proviene esa fuerza de inercia tangencial? Realmente no hay nada que tire del planeta hacia delante, sino que es un moviento que tiene el planeta en esa dirección desde que se formó. Esto nos lleva a otra clave de este asunto, y es la ley de conservación del momento angular. No asustarse. Se trata de que todo cuerpo en movimiento circular posee una energía intrínseca de rotación que permanece constante. La ley asocia linealmente la masa, la velocidad y el radio, de modo que si cambio el radio (por ejemplo, al describir una elipse) la velocidad debe variar.

Quizás nos cueste entender esto un poco, pero démosle la vuelta a la forma de verlo. Sólo perduran en el tiempo los planetas que tienen una inercia tangencial. Los que no, caen al Sol tarde o temprano en trayectorias espirales.

Hoy estas tres leyes de Kepler más la de la gravitación universal de Newton se siguen aplicando para los cálculos de las órbitas de los satélites y de las sondas interplanetarias. La mayoría de éstas últimas consumen toda la energía que les dan los cohetes en muy poco tiempo tras el lanzamiento. Puesto que en el espacio no hay aire ni rozamiento, la velocidad que han adquirido cuando se consume la última gota de combustible de los cohetes se mantiene ya siempre constante salvo que la propia gravedad acelere la nave.

De esta forma, cuando se trata de hacer llegar muy lejos a una nave, por ejemplo a Saturno, en vez de hacerla dirigirse hacia ese planeta directamente lo que se hace es llevarla antes a las cercanías de otros planetas menos distantes, que con su gravedad la acelerarán y así, a pesar de recorrer una mayor distancia, la nave llegará a su destino final en menos tiempo. Las leyes de Kepler, Newton y la conservación del momento angular serán sus únicos motores.

En este video podeis ver el carambolesco viaje de la sonda Cassini-Huygens hacia Saturno. Cada vez que se acerca a un planeta, la sonda se acelera y cambia de trayectoria por conservación del momento angular. La velocidad que gana en cada una de estas maniobras nunca la pierde. Ah, y el cálculo hay que hacerlo muy exacto cuando lanzas la sonda, porque después no habrá posibilidad de corregir la trayectoria:



IMÁGENES
1.- Johannes Kepler. Wikipedia.
2.- Elipse a partir de sus focos. Wikipedia.
3.- Segunda ley de Kepler. Wikipedia.
4.- Croquis sobre movimientos en una órbita.

terça-feira, 9 de março de 2010

Cómo sabemos de qué están compuestos los astros

via Entendiendo la Astronomía by Tomás on 3/5/10
¿Cómo es posible que los astrónomos sepan de qué están compuestos los astros? En principio parece "cosa de brujería", que díría Don Quijote, porque si no podemos tomar una muestra y analizarla tenemos un problema muy gordo. Además, nos puede surgir otra duda: ¿serán los mismo elementos químicos que ya conocemos en la Tierra, o serán otros diferentes y extraños para nosotros? Aparentemente son preguntas imposibles de responder, pero por suerte no es así. Conocemos perfectamente de qué están compuestos los astros, y además, sabemos con seguridad que los elementos químicos extraterrestres son los mismos que podemos encontrar aquí. Quizá queráis saber cómo.

Lo único que nos llega de los astros es su radiación, su luz, así que sin duda por ahí debe estar la respuesta. ¿Pero qué hay en la luz que nos indique la composición química del cuerpo que la emite? Tendremos que analizar la luz. Algo en sus tripas debe darnos esa información.

El primero que dio un paso en ello fue Isaac Newton, al comprobar que la luz visible se descompone en los colores del arcoiris al atravesar un prisma. Nuestra familiar luz "blanca" proviniente del Sol resulta de la combinación de colores, reducidos a la famosa cantinela de rojo, naranja, amarillo, verde, azul, añil y violeta. A la descomposición de la luz le llamaremos espectro.

Si a ese prisma le añadimos unas finas rendijas y le colocamos unas lentes de aumento podremos examinar al detalle el espectro. Habremos construído un espectroscopio. Eso fue lo que hizo Fraunhoffer, y encontró que el espectro, aparentemente continuo, tenía en realidad estrechas franjas negras, carentes de color.

Pronto empezó a experimentar con ello: las franjas oscuras no eran las mismas si analizaba el espectro del Sol o el de la llama de una vela.

Pronto se descubrió que si secalentaba lo suficiente un cuerpo, emitía luz con un espectro contínuo, sin ninguna franja. Lo siguiente fue analizar la luz resultante de ese espectro continuo pero tras colocar en medio una fina película compuesta por un elemento químico concreto. La sorpresa fue que en estos casos el espectro emitido era diferente: todo negro excepto algunas franjas con color. Pero lo más importante fue que cada elemento químico del que se analizara el espectro proporcionaba unas franjas visibles del espectro diferentes al resto. Pronto se elaboró una especie de catálogo de lineas espectrales correspondientes a cada elemento químico. Cada elemento tenía ya sus huellas dactilares.

De esta forma, si colocamos un espectroscopio en un telescopio, descompondremos el espectro de luz del astro al que apuntemos, y comparando las lineas oscuras con las obtenidas en laboratorio para cada elemento, sabremos qué elementos químicos se encuentran presentes en él. Ahí lo tiene usted, Don Quijote, que ahora parece ya cosa de ciencia.

Si ahondamos un poco más en este fenómeno, el hecho de que un elemento químico concreto genere unas lineas espectrales está relacionado con la constitución de sus átomos. Cuando un átomo recibe radiación (como pueda ser la luz) algunos de sus electrones adquieren más energía y "saltan" a estado energéticos mayores, o cuantos. La energía que ganan corresponde a una parte del espectro de la luz incidente sobre el átomo, es decir, que en el espectro aparecerá una linea negra. Al contrario, cuando pierden esa energía y vuelven a su cuanto en el que resultaban estables los electrones, emiten esa pequeña franja del espectro. Gracias a la espectroscopía se empezó a entender el átomo, con el modelo de Bohr.

Si tu mente inquieta no está saciada, que sepas que puedes hacerte un espectroscopio casero y pasar los resultados al Visual Spec (gratuito) para determinar qué elementos se encuentran en el cuerpo emisor de la luz.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

2009-11-28 Buracos Negros e Google

via OS DIAS DO FUTURO on 11/30/09
2009-11-28-OS DIAS DO FUTURO: Buracos Negros e Google

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Lembrar Carl Sagan ...

via Café Central de RPF em 28/10/09

... a falar sobre este pequeno ponto azul no infinito do Universo (via RichardDawkins.net).


sábado, 17 de outubro de 2009

Teoria da conspiração sobre o homem na lua

via Portal Rede Psicologia de Jorge Alves em 16/10/09
Teoria da conspiração sobre o homem na lua
Ontem comemorou-se o 40º aniversário da chegada a solo lunar. A este respeito muitos de nós vimos, por uma razão ou por outra, a fotografia da pegada de Buzz Aldrin na superfície lunar.
Pegada de Buzz Aldrin na superfície lunar
Pegada de Buzz Aldrin na superfície lunar
Curiosamente, como nota Tom do blog Mind Hacks, a pegada parece ter algo de errado. Segundo o mesmo, a pegada parece levantar-se do chão (em vez de se afundar no chão, como seria esperado).
Tal como explica de seguida, este efeito é devido a um fenómeno visual em que o nosso cérebro utiliza as sombras para inferir a percepção de forma. Ou seja, como estamos "formatados" para assumir que a luz surge de cima, os partes da imagem com sombra por baixo parecem levantar-se na nossa direcção.
O artigo original com a explicação completa pode ser lido em: "The shadows of the moon".
Artigo publicado em: Portal Rede Psicologia
Teoria da conspiração sobre o homem na lua
Leia também:

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

At Last! First Real Evidence for a Rocky Exoplanet

via Wired Top Stories de Hadley Legget em 16/09/09
There's finally proof that Earth-like planets can exist outside our solar system: Scientists manage to measure the mass of exoplanet COROT-7b, revealing that it's the first exoplanet with a confirmed density similar to ours.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Superfície de menor planeta fora do Sistema Solar é rochosa, dizem cientistas

Alguns dados do exoplaneta CoRoT-7b descoberto no passado mês de Fevereiro de 2009.

Rui Moio

«Mas o planeta citado no estudo de hoje - chamado pelo singelo nome CoRoT-7b - é diferente. Ele completa uma órbita a cada 20 horas, a uma distância de apenas 2,5 milhões de quilômetros da sua estrela. Sua temperatura oscila entre 1.000ºC e 1.500ºC, o que significa que não pode abrigar vida. Seu raio é cerca de 80% maior que o da Terra.»

Fonte: FolhaOnline de 16Set2009

Related Posts with Thumbnails