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sábado, 13 de agosto de 2011

Para se estancar a proliferação da SIDA...

O fruto é comestível e saboroso, os técnicos afirmam que "é bem grande, é bem grosso mesmo. Chega a ter entre 15 e 20 centímetros de comprimento".
Senhores investigadorres e empreendedores estudem as sementes e descubram como se reproduz o maracujeiro e façam com que se plante em todos os quintais do mundo para que os seus frutos estanquem a proliferação da  Sida!...
Rui Moio



Fonte: Site G1 em São Paulo - Maracujá cresce em formato de órgão sexual masculino no Maranhão - Post de 28Fev201

domingo, 16 de maio de 2010

Luz - Jacarandás

via Jacarandá by noreply@blogger.com (António Barreto) on 5/14/10
"Os Jacarandás da Avenida D. Carlos I, vistos do último andar do edifício do Café República, em 2009.
É isto que vamos ter dentro de uma ou duas semanas"

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Esta semana, os Jacarandás floriram! E de que maneira! Já estão bem visíveis na Avenida D. Carlos I, um dos seus principais santuários, mas também no Largo de Santos, em Belém e no Parque Eduardo VII.
Há vinte anos que, nestas páginas, assinalo este momento mágico da vida lisboeta. Não estando actualmente a escrever a minha crónica, solicito-lhe um pouco de espaço para poder manter-me fiel!
Ainda por cima, em tempos de mentira, reviravolta e ocultação, é bom perceber que há coisas eternas, cuja repetição sazonal nos dá a garantia de que a vida nos oferece permanência e lealdade!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

FALA COM ELA

via RADAR 97.8FM de radar em 07/05/09
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O biólogo, professor e ex-director do Jardim Botânico de Lisboa, Fernando Catarino é o convidado desta semana. Com Inês Meneses Originalmente emitido a 2 e 3 de Maio, 2009

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

"Os Jardins dos Vice-Reis: Fronteira” - Apresentação

via Jacarandá de noreply@blogger.com (António Barreto) em 20/12/08
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COMO DEVO APRESENTAR a Cristina Castel-Branco? Professora no Instituto de Agronomia? Arquitecta paisagista? Só paisagista? Botânica? Historiadora natural? Historiadora de arte? Qualquer dos epítetos, qualquer das designações lhe serve. E não receio de as utilizar todas, quite a desencadear uma destas lutas corporativas de classificação profissional. O que eu prefiro, acima de tudo, é Jardineira! Gosta de árvores, de plantas, de flores e de jardins. Estuda-os. Faz-lhes a história. Trata deles. Cuida das plantas. Desvenda-lhes os segredos. Restaura e conserva jardins, como fez com o da Ajuda, em Lisboa, a quinta das Lágrimas, em Coimbra, ou este Fronteira, em Lisboa. E faz mesmo jardins, como é o caso do Garcia da Orta, na EXPO de Lisboa. Além de escrever livros, como este agora dedicado ao Jardim Fronteira, o primeiro de uma série sobre os quatro jardins dos Vice-reis.
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Mas Jardineira será, como o foi Adão, o primeiro, segundo nos diz Shakespeare, pela voz de Henrique VI.
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Esta nossa Jardineira escreveu em tempos a biografia académica de Avelar Brotero, um dos maiores cientistas portugueses, do seu tempo e do nosso. Brotero que foi, no início do século XIX, director do Jardim Real do Palácio da Ajuda. Curiosamente, Cristina foi sua sucessora. Não imediatamente, mas, quase dois séculos depois, veio ela a assumir as mesmas funções que, outrora, o mestre. A Avelar Brotero, temos a agradecer o seu inesgotável interesse pelas plantas, o estudo científico das mesmas, a divulgação das espécies portuguesas e estrangeiras, o intercâmbio com dezenas de escolas, academias e jardins do mundo inteiro, a importação de espécies de outros continentes e a respectiva adaptação ou aclimatação a Portugal. E eu, pessoalmente, tenho a agradecer-lhe ter introduzido ou aclimatado o Jacarandá!
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Este livro é sobre o Jardim de Fronteira, adjacente à quinta e ao Palácio do mesmo nome. Nada aqui resumirei, pois o livro diz tudo. E fá-lo de maneira rigorosa, exaustiva e elegante. O anfitrião, Fernando Mascarenhas, que também é o proprietário e o descendente de uma longa dinastia de Mascarenhas, redige o prefácio, emite reservas e parece não concordar ou duvidar de ideias da autora. Creio que é uma das raras vezes em que um prefácio critica directamente o livro que encabeça. É insólito, mas interessante. Mostra a liberdade com que ambos encararam a realização deste livro.
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O livro não é só sobre esse jardim. Tem capítulos muito interessantes sobre as origens de certos jardins, sobre a sua história e sobretudo sobre o enquadramento e o contexto em que certos jardins foram concebidos e construídos. Este é o primeiro de uma série de quatro, na qual a autora nos promete estudar e contar a história dos quatro jardins ditos dos Vice-reis.
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Cristina afirma que os jardins são obra de arte, ponto importante. Aparentemente banal, tal afirmação tem enormes consequências (ou deveria ter...), designadamente no campo das políticas de protecção do património. Por outro lado, sugere interrogações difíceis. Com efeito, um jardim também é uma obra de arte parcialmente viva, que evolui, que pode mudar com o tempo e com a acção dos homens. Ora, o próprio da obra de arte material é a sua fixidez, o seu acabamento. Temos assim que, nas obras patrimoniais, existe uma evolução que, na maior parte dos casos, depende dos homens, e que, nos jardins, depende também da natureza. Mas, para as políticas patrimoniais, é importante que esta característica artística seja reconhecida e que os jardins não sejam considerados apenas como apêndices de obras construídas. Nem como sítios e locais que se podem construir, manter ou destruir a bel-prazer.
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Cristina diz ainda que os jardins, a sua concepção, a sua forma, a sua função e a sua organização traduzem as circunstâncias históricas, sociais, políticas, culturais e artísticas do seu tempo. É a esse trabalho que ela se dedica meticulosamente neste livro. No caso dos jardins de Fronteira, a autora sublinha o seu carácter específico. Para além das influências estrangeiras (italiana e francesa), o que está presente nitidamente na obra em estudo é a sua posição charneira entre o Ocidente e o Oriente. Os temas marítimos e náuticos, assim como as inspirações orientais, estão indelevelmente presentes naqueles jardins. A dinastia dos Vice-reis Mascarenhas é evidentemente uma chave para explicar o facto. Indo mais além, a autora sugere uma inspiração camoniana na concepção do jardim. Mais ainda, pelas suas transformações e reutilizações, estes jardins estão também ligados à ideia de Portugal como país independente, tendo sido mostrados e tratados, no século XVII, como forma de cultivar tal aspiração.
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É muito interessante ver como a jardinagem, a ciência e a estética se conjugam e traduzem as forças de uma sociedade, os seus conflitos e os seus sonhos. Não só na história do jardim, como também, por exemplo, na biografia de Avelar Brotero, a autora mostra bem como a ciência e o exercício de uma profissão acabam por estar influenciados pela sociedade mais geral, pelas lutas políticas e pessoais, pelos conflitos e pelas modas dominantes.
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O livro é formidável pelo que nos revela. Mostra um jardim como produto de uma concepção prévia. A autora chega a falar de "jardim esculpido", não apenas plantado. Mostra-nos como, num jardim, se descobre o seu autor e, neste, o pintor, o escultor e o arquitecto. Leva-nos pela mão, passo a passo, para nos ajudar a perceber o porquê de um bucho, de uma fonte, do arranjo das eras, do jogo de linhas visuais e da organização tanto telúrica como vegetal. A rega dos Mouros, o desenho italiano, a construção francesa, os motivos orientais e a gesta marítima cruzam-se nestes jardins, acabando por resumir metaforicamente a história e a posição de Portugal no mundo. Mau grado as influências externas, poderosas, há traços específicos que os portugueses inventaram ou concretizaram. O uso do azulejo, por exemplo. Ou a releitura das influências mouras e orientais, muito antes da grande moda do orientalismo do século XIX ou talvez dos finais do século XVIII. Fronteira é um jardim muito mais antigo que essas modas. Precede-as de dois ou três séculos. Este facto foi para mim surpreendente. Fronteira e mais três jardins (curiosamente todos de Vice-reis) têm quatro ou mais séculos de existência, o que parece ser raro no mundo e pelo menos inesperado em Portugal.
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Como em quase tudo o resto, os jardins portugueses mais interessantes, ou mais famosos, foram resultado de influências estrangeiras. Nos séculos XVI e XVII, aquelas foram italianas e francesas. A que se acrescentavam inspirações orientalistas. Mas, pelo que nos ensina Cristina, e outros com ela, há algo de português, há um contributo próprio que ultrapassa e enriquece a influência estrangeira. Esse contributo não é apenas o da épica camoniana, que parece ter sido inspiração, nem o da independência nacional, que parece ser glorificada. O cruzamento de influências, a sua mistura imaginativa e o respectivo desenvolvimento acabam por ter um papel criador.
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A comparação entre dois contemporâneos, Fronteira e Versailles, sugerida por Cristina, mostra bem as diferenças de concepção, de poder e de intenção de cada jardim e de cada Estado. Apesar de terem data de nascimento parecida. Foi à luz dos ensinamentos de Cristina que fui capaz de recordar alguns dos mais belos jardins que visitei. Os de Alhambra, evidentemente. Os de Blenheim, do século XVIII, feitos por um formidável colega da Cristina, Capability Brown. Os pequenos jardins do Palais Royal, em Paris. Ainda na capital francesa, o Jardin des Plantes, de que Cristina tanto fala no seu livro sobre Brotero. Os fabulosos Kew Gardens, de Londres. Os inesperados jardins de São Miguel, nos Açores (de José do Canto, de Jácome Correia, de António Borges e de Thomas Hickling). O Central Park, de Nova Iorque. O da Estrela, em Lisboa. O da Gulbenkian, com certeza. Em Lisboa ainda, o Botânico, o das Necessidades, o da Ajuda e o Tropical. E o do Tourel, que já não é o que era. Os da Bacalhoa, do Buçaco ou de Monserrate. Serralves e o parque da Cidade, aqui no Porto, sem esquecer a Cordoaria, que já conheceu melhores tempos. Ao recordá-los, agora, com a sabedoria que a Cristina me empresta, consigo fazer uma nova leitura, como ela diz. E perceber melhor por que fizeram e como fizeram estes jardins e parques.
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Uma árvore não é uma obra de arte. Um jardim pode sê-lo. A beleza e o sublime não são exclusivos das artes humanas, podem vir da natureza, com a ajuda dos humanos. Sossego, deslumbramento, sombra, oxigénio, vida animal, até sons podem vir das árvores. Tudo isso mais descanso, tranquilidade, passeio, convívio e até cultura podem vir dos jardins. Sem falar no puro prazer estético. São os países desenvolvidos, educados, decentes, cultos que cuidam das árvores e dos jardins.
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A este propósito, o Portugal contemporâneo é ingrato. Quem sabe se não será também ignorante. Os portugueses não cuidam dos jardins, das árvores ou das florestas. Ou cuidam pouco e mal. Dizem gostar, pois claro, mas arrancam-nas à primeira oportunidade. Casebre ou prédio, vivenda ou ginásio, estrada ou rotunda, escola ou fábrica, tudo é motivo para se arrancar uma árvore centenária ou uma promessa de jardim. As árvores urbanas, sobretudo, são mal cuidadas em geral. Sofrem da seca, da poluição, do estacionamento, da porcaria e da falta de tratamentos.
Sinal seguro do pouco interesse dedicado às plantas é o facto de não termos ainda literatura suficiente sobre as árvores, os jardins e as florestas em Portugal. Houve várias tentativas, há trabalhos notáveis, mas estamos longe de poder comprar manuais e guias claros e interessantes para laicos e amadores. Há para restaurantes, hotéis e vinhos, mas as árvores vêm depois, muito depois.
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A ser verdadeira a tese de Cristina sobre o modo como os jardins retratam ou traduzem o espírito do tempo (e, além do espírito, a política, a filosofia, a estética, as relações sociais e de poder...), e eu subscrevo o que ela diz, então que dizer dos jardins modernos portugueses? Não creio, infelizmente, que a democracia fique muito bem representada no elenco das obras de arte jardinadas! O império da economia e das finanças, as vicissitudes dos défices públicos, as prioridades fantasiosas das autarquias e o simples e ordinário descuido das autoridades e, tantas vezes, dos cidadãos, fazem com que os nossos jardins modernos sejam, em geral, tristes e vulgares. Ou então, recuando um pouco, exibem uma monumentalidade duvidosa, como é o caso do parque Eduardo VII. Talvez tenhamos, aqui no Porto, com o Parque da Cidade, um dos melhores, se não o melhor exemplo contemporâneo do que de bom se pode fazer com a natureza em meio urbano.
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Pior do que a falta de criatividade é, no entanto, a incúria. E essa tem sido uma atitude muito frequente das autoridades, dos autarcas e dos proprietários nas décadas presentes. Fazem-se intervenções modernizantes horrorosas de mau gosto e de técnica duvidosa. Não se estuda a história de um jardim e faz-se dele gato-sapato, com design e mobiliários urbano suspeito e incongruente. Mas, sobretudo, não se cuida, ou cuida-se mal do património natural, tanto nas cidades maiores, como nas menores.
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Parece que a sociedade democrática de consumo de massas despreza os seus jardins ou é incapaz de os idealizar e construir. Ocupa-se da praia, das discotecas, dos centros comerciais e dos pavilhões para jovens. Mas o jardim, a mata, o bosque e o parque parecem estar fora das preocupações contemporâneas.
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É verdade que a construção de jardins exige meios, por vezes avantajados. Os aristocratas que os fizeram, no passado, eram gente de poder e recursos. Mas hoje também há ricos, mesmo muito ricos, mas que não brilham pelas suas iniciativas neste domínio.
Será que a beleza feita com a natureza exige um aristocrata? Um poder despótico? Um monarca esclarecido? Uma classe dirigente culta? Talvez. É uma conclusão melancólica, mas não deve andar longe da verdade.


Porto, 16 de Dezembro de 2008

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Ervas, sabores e especiarias

via Folhas de História de mariancunha em 31/12/08
As especiarias são alguns dos ingredientes que diariamente enriquecem a nossa alimentação e cuja história remonta a muitos séculos atrás. Apetecidas pelos seus sabores, são também utilizadas para fins curativos, devido aos poderes mágicos e afrodisíacos que lhes são atribuídos. Um pouco por todo o mundo a medicina herbácea foi ganhando adeptos. As ervas, devidamente [...]

quinta-feira, 3 de julho de 2008

11 Razões para você tomar chá verde

via HypeScience de Alessandra Nogueira em 02/07/08
Beber algumas xícaras de chá verde por dia permitem você acumular muitos benefícios para a sua própria saúde. Descubra quais a ciência já conhece.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Orégãos podem ajudar a curar inflamações

Orégãos podem ajudar a curar inflamações
via Ciência Hoje: Ciência e Tecnologia em Directo - Noticias de Ciência Hoje: Ciência e Tecnologia em Directo em 26/06/08
O orégão, além das suas qualidades aromáticas, contém um ingrediente activo que parece ajudar a curar inflamações, afirmam investigadores suíços num estudo publicado na revista da Academia das Ciências dos Estados Unidos (PNAS). Investigadores das Universidades de Bona e Zurique administraram aquela substância activa, conhecida por beta-cariofilina (E-BCP), em ratinhos com inflamações nas patas, tendo observado uma subsequente melhoria dos sintomas em 70% dos casos.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Les responsables de la famine

via Le Monde diplomatique em 05/05/08
Le jugement de M. Olivier de Schutter, rapporteur des Nations unies sur le droit à l'alimentation, est sévère pour le Fonds monétaire international, la Banque mondiale, les pays riches : « Beaucoup criaient dans le désert depuis des années pour qu'on soutienne l'agriculture dans les pays en (...) / , , , , , , , , , - La valise diplomatique

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Cientistas chineses isolam gene que pode aumentar produtividade da planta do...

via Ciência Hoje: Ciência e Tecnologia em Directo - Noticias de Ciência Hoje: Ciência e Tecnologia em Directo em 05/05/08
Cientistas chineses, liderados por Qifa Zhang, isolaram um gene que poderá influenciar a produtividade e a adaptação da planta do arroz nas zonas temperadas, segundo um artigo publicado hoje na revista Nature Genetics. Os cientistas, da universidade agrícola de Huazhong, em Wuhan (centro), determinaram o gene que influencia o rendimento da planta, o seu tamanho e o período de floração. Até agora, os investigadores apenas tinham conseguido determinar a zona onde deveria localizar-se o gene ou os genes implicados, no cromossoma 7.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Cientistas investigam passado da árvore-do-fogo no Havai - Estudo ajuda a conhecer melhor a fauna do arquipélago


As flores vermelhas da árvore-de-fogo têm um papel fundamental no ecossistema havaiano
As flores vermelhas da árvore-de-fogo têm um papel fundamental no ecossistema havaiano
Uma equipa de investigadores do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos, descobriu que a árvore-de-fogo, a conhecida árvore do arquipélago do Havai com flores vermelhas que parecem chamas, é uma espécie endémica muito mais antiga do que se pensava. As conclusões sobre o passado da "Metrosideros excelsa" foram hoje publicadas pela revista científica "Proceedings of the Royal Society B in London".


Fonte: CienciaHoje de 16Abr2008

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Uma cebola sem lágrimas!

via Ciência Hoje: Ciência e Tecnologia em Directo - Noticias by Ciência Hoje: Ciência e Tecnologia em Directo on 2/1/08
Cientistas da Nova Zelândia e do Japão criaram uma cebola que "não faz chorar", ao desligarem o gene responsável pela enzima que produz a reacção, noticia hoje a imprensa britânica. Um dos autores da investigação, Colin Eady, afirma que a descoberta poderá acabar com um dos maiores enigmas da cozinha, o da relação entre a cebola e as lágrimas. O instituto de investigação neo-zelandês Crop and Food recorreu a tecnologia australiana de silenciamento de genes neste projecto, que começou em 2002, depois de cientistas japoneses terem identificado o gene responsável pela produção da enzima lacrimogénea

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Projecto "Das Microalgas ao Biodiesel" a decorrer no Visionarium

via Ciência Hoje: Ciência e Tecnologia em Directo - Noticias by Ciência Hoje: Ciência e Tecnologia em Directo on 1/9/08

“Das Microalgas ao Biodiesel” é um projecto inovador, que pretende investigar processos científicos e tecnológicos relativos à obtenção de Biodiesel a partir de Microalgas com elevado teor de lípidos, com captura simultânea de CO2. Neste projecto, alunos do 3º Ciclo e Secundário realizam Oficinas Experimentais de continuidade, no Laboratorium do Visionarium, culminando na Palestra “Energias Renováveis e Alterações Climáticas” e na divulgação dos trabalhos realizados. Este projecto permitirá consciencializar os alunos para a dimensão ecológica, ambiental e social da obtenção de energia e suas implicações na sustentabilidade do Planeta. * Conselho de Monitores do Visionarium

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

De onde vem as varetas de canela?

Fonte: Rev. TecnoCientista de 18Dez07

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Félix de Avelar Brotero - Uma História Natural

É a primeira vez que é apresentada uma análise biográfica de cientistas portugueses. Pela mão de Cristina Castel-Branco, surge agora como resultado de cuidadosa investigação, a análise biográfica extensamente documentada de Félix de Avelar Brotero.

Cristina Castel-Branco (28-09-2007)


É a primeira vez que é apresentada uma análise biográfica de cientistas portugueses. Pela mão de Cristina Castel-Branco, surge agora como resultado de cuidadosa investigação, a análise biográfica extensamente documentada de

Félix de Avelar Brotero, cientista, pensador, Primeiro Botânico de Portugal. Um homem multifacetado e uma biografia apaixonante elaborada por Cristina Caste-Branco. O livro, de leitura absorvente dá-nos um panorama muito completo e aprofundado da História e ambiente da época ao longo das suas 206 páginas. Imprescindível para quem quer conhecer melhor.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Cogumelo de 20kg e 70cm de altura é descoberto no México

http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/070710/saude/m__xico_ci__ncia_curiosa

Yahoo! Notícias http://www.yahoo.com.br/noticias/
Fonte: Notícias do yahoo de 10Jul2007

A espécie gigante de cogumelo já havia sido encontrada em Chiapas

http://br.noticias.yahoo.com/foto/10072007/71/foto/fotos-noticias-saude-especie-gigante-cogumelo-ja-havia-sido-encontrada.html

Yahoo! Notícias http://www.yahoo.com.br/noticias/

Fonte: Notícias do Yahoo de 11Jul2007

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Modernização da Administração Pública está a ser feita internamente



















«Não foi necessrio investimento em outsourcing»
«Não foi necessrio investimento em outsourcing»

O novo portal do INE revela que muita da modernização da administração pública está a ser feita internamente, por pessoas com capacidades e competências para a fazerem dentro das organizações, salientou hoje o ministro da Presidência.

Falando na cerimónia de apresentação do novo portal do INE, Pedro Silva Pereira observou que "muitas vezes tem-se a ideia de que a modernização da administração pública só é possível com largo investimento em outsourcing", com gente de fora, recordando que o portal do INE foi principalmente desenvolvido com recursos internos do Instituto.


Fonte: CienciaHoje de 26Jun2007

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terça-feira, 26 de junho de 2007

Trigo serraceno versus diabetes


Comer alimentos ricos en trigo serraceno puede reducir dramáticamente el riesgo de hiperglicemia y diabetes, de acuerdo con un estudio realizado por investigadores chinos. El nivel de azúcar promedio en la sangre de la gente que come trigo serraceno como alimento básico es de 3,9 milimoles por litro, en comparación con los 4,56 milimoles por litro entre los que no comen trigo serraceno, reveló el estudio hecho entre cerca de 1 000 residentes de Mongolia Interior, una de las principales bases de producción de trigo serraceno de China. Los índices detectables de alto nivel de azúcar en sangre y diabetes son, respectivamente, de 1,6 y 1,88% en las áreas donde se consume trigo serraceno, en comparación con el 7,33 y 3,84% en las regiones sin el hábito de trigo serraceno. Los investigadores en la Universidad Médica de Harbin también descubrieron que el nivel de azúcar en sangre de las ratas de laboratorio cayó de 9,4 milimoles por litro a 7,57 milimoles por litro como resultado de una dieta con trigo serraceno durante 15 días, de acuerdo con un informe de Health News. El informe citó al investigador Zhang Hongwei, quien dijo que el trigo serraceno contiene mucho más cromo y aluminio que otros alimentos, lo cual indica que los elementos podrían tener un papel importante en la disminución del nivel de azúcar. Además, el trigo serraceno, cultivado ampliamente en el norte de China es abundante en proteína y celulosa, dijo. China tiene actualmente más de 50 millones de diabéticos, y la incidencia de la diabetes ha llegado a 3,21%, casi cinco veces el nivel de 1980. La enfermedad, que genera gastos médicos de más de 170 millones de yuanes (cerca de 20 000 millones de dólares) cada año, se ha convertido en la tercera enfermedad crónica seria en el país, después de las enfermedades cardio y cerebrovasculares y del cáncer. Fuente: Beijing, junio 21/2000 (XINHU http://www.sld.cu/aldia/archivos/diaria/20000627.txt

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sexta-feira, 25 de maio de 2007

Cobra explode após engolir crocodilo em pântano

Cobra explode após engolir crocodilo em pântano
http://tecnocientista.info/noticia_detalhe.asp?cod=5593
Fonte. Rev. TecnoCientista de 24Mai2007

Impressionantes animais do abismo; veja fotos

Impressionantes animais do abismo; veja fotos
http://tecnocientista.info/noticia_detalhe.asp?cod=5589
Fonte: Rev. Tecnocientista de 23Mai2007

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