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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

`Visual Narratives of the Portuguese presence in Hawaii` (1/2) - Gloria de S...

`Visual Narratives of the Portuguese presence in Hawaii` (1/2) - Gloria de Sa and Sonia Pacheco

via Comunidades - RTP by Irene Maria F. Blayer on 8/9/10

Gloria de Sa Ph.D., faculty director of the Ferreira-Mendes Portuguese-American Archives at the University of Massachusetts Dartmouth and Sonia Pacheco, archivist for the same institution, visited Hawaii this past June to contact Portuguese-American institutions in the archipelago with the aim of preserving and making available to the public information that documents the presence of the Portuguese on the islands. While there, they visited Hawaii's Plantation Village in historic Waipahu, an outdoor museum that showcases the lifestyles and experience of the 400,000 people who immigrated to Hawaii to work the sugar plantations. The Plantation features 30 original and replica homes and buildings representing each ethnic group's lifestyle from 1900-1930. At the time of their visit the museum was also presenting a special exhibit on the Portuguese, the first European group to work on the sugar plantations.


1.  Portuguese women on the plantation, Hawaii's Plantation Village, Waipahu


2.  Portuguese culture exhibit, Hawaii's Plantation Village, Waipahu


3.  Azorean 'Registo', Portuguese culture exhibit, Hawaii's Plantation Village, Waipahu


4.  Portuguese culture exhibit, Hawaii's Plantation Village, Waipahu

(cont...)

`Visual Narratives of the Portuguese presence in Hawai` (2/2)

`Visual Narratives of the Portuguese presence in Hawai` (2/2)- Gloria de Sa and Sonia Pacheco

via Comunidades - RTP by Irene Maria F. Blayer on 8/9/10

(...cont.)


6. Portuguese outdoor oven at the Hawaii's Plantation Village, Waipahu


7. Sewing machine, Portuguese House  (Hawaii's Plantation Village, Waipahu)


8. Bedroom, Portuguese House (Hawaii's Plantation Village, Waipahu)


9. Kitchen in a Portuguese House (Hawaii's Plantation Village, Waipahu)


10. Living room of Portuguese House, (Hawaii's Plantation Village, Waipahu)

sexta-feira, 27 de março de 2009

Globalidades...

via Pedro Rolo Duarte de PRD em 26/03/09

Há quem compre revistas de decoração para sonhar com casas que nunca vai ter. Eu vejo cadernos de emprego de jornais estrangeiros para imaginar vidas que jamais terei. Imagino-me num estúdio de design em Barcelona, num jornal em Londres, numa Televisão no Brasil.

(há anos que o faço, sabendo que me falta tudo, a começar na coragem, para começar de novo noutro lado qualquer).

Deve ser por imaginar cenários de vida que tenho uma enorme admiração por quem parte. Por quem recomeça. Por quem troca a (aparente…) paz da pátria e o quentinho da família e dos amigos pelo desassossego de um novo futuro. Muitas vezes essa opção é forçada – a História portuguesa é uma sucessão de histórias de quem parte à procura do que não tem.

Mas quem me seduz e fascina é quem parte mesmo sem ser forçado a isso. Quem parte porque se sente capaz. Quem parte por sentir que pertence ao Mundo, e não apenas a esta cantinho. Hoje lembrei-me disso porque o meu cunhado fez anos, e ele faz parte, com a minha irmã, desse lote de pessoas que ousou partir (e lá está, um blog, ainda que haja quem não entenda, é um espaço pessoal onde fazemos e dizemos literalmente o que queremos e não há satisfações a dar...).

... Mas também me lembrei por estar a ver e ter ficado a pensar, no fim-de-semana passado, no El Pais, neste anúncio que aqui reproduzo: escrito em alemão, num jornal espanhol, pretende contratar quem mande num braço ibérico.

Quando eu sonhava com outros destinos, era tudo mais simples: empresa espanhola contratava para Espanha, empresa inglesa contratava para Grã-Bretanha, empresa alemã para a Alemanha.

Até esse romantismo se perdeu: hoje, um tipo responde a um anúncio espanhol e acaba contratado por uma empresa francesa que o manda a Lisboa uma semana por mês para despedir compatriotas...

Mais um passatempo feliz que se foi. Não respondo a anúncios. E sonho cada vez menos

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Os chineses em Angola

via lusofolia de noreply@blogger.com (Toix) em 17/01/09
um documentário a não perder...

domingo, 11 de janeiro de 2009

GÉNERO E MIGRAÇÕES CABO-VERDIANAS

Recomendo vivamente a leitura do recente livro da minha amiga e ex-colega Marzia Grassi.
Rui Moio
via Livro di Téra de BMF em 10/01/09
Nesta colectânea, o eixo que sustenta o género como categoria de analise das migrações cabo-verdianas a desdobrado nas suas implicações políticas, sociais, económicas, psicológicas e históricas, e é considerado uma pedra fundamental nos estudos sobre a migração e a sociedade cabo-verdiana. A inserção da problemática do género no estudo desta migração constitui um elemento importante na compreensão das lutas simbólicas que os diferentes participantes da experiência migratória empreendem para estabelecer o monopólio do tipo de capital que o campo migratório produz. Ao referirem as experiências específicas de homens e mulheres migrantes, e os reflexos da sua migração, os autores analisam aspectos importantes das dinâmicas que marcam as suas posições sociais no tempo e no espaço. Este ultimo a considerado um lugar complexo que reflecte os percursos migratórios, quer nos países de destino dos migrantes, quer em Cabo Verde, país de origem.

MARZIA GRASSI, Economista do desenvolvimento. Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

IOLANDA ÉVORA, Psicóloga social. Centro de Estudos sobre Africa e do Desenvolvimento do Instituto Superior de Economia e Gestão, Universidade Técnica de Lisboa.

Autoras: Marzia Grassi; Iolanda Évora (organizadoras)

Editor: Imprensa de Ciências Sociais
Colecção: Estudos e Investigações
Ano de edição: 2007

sábado, 26 de julho de 2008

LÍNGUA NÃO GARANTE A INTEGRAÇÃO DE COMUNIDADES LUSÓFONAS

Histórias, algumas duras, de multiculturalismo: multiculturalismo... essa coisa mágica que encanta todo aquele que se sente um cidadão da lusofonia e, por extensão, do mundo todo.
Rui Moio

LÍNGUA NÃO GARANTE A INTEGRAÇÃO DE COMUNIDADES LUSÓFONAS
via Centro InterculturaCidade by MsAlves on 7/25/08

Vilma Furtado, 26 anos, nasceu em Lisboa. Filha de pai cabo-verdiano e mãe são-tomense, diz estar em busca da sua "identidade cultural". A angolana Ludmila Gualdino, 22 anos, veio para Portugal na adolescência para estudar. Conta ter "sofrido" para se integrar, mas hoje afirma que Lisboa é a sua casa. Laura Pacheco, 26 anos, é carioca. Há ano e meio atravessou o Atlântico para estudar joalharia. Gostou do país e promete ficar. Para além da língua portuguesa, as três jovens compartilham a opinião da insuficiência do idioma como factor de integração em Portugal para aqueles que fizeram do país a sua casa.

"Quando fui procurar o meu primeiro emprego a pessoa que entrevistou-me disse que a minha 'raça' tinha dificuldades para dominar a língua. Eu respondi que era portuguesa, que só raça apenas a humana e que havia terminado o 12.º ano com 17 pontos em Português. Em Portugal os cabo-verdianos, nascidos ou de segunda geração, têm muitas dificuldades, a maioria trabalha como empregado de mesa", observa Vilma.

Ludmila começa em Setembro o curso superior em Gestão de Recursos Humanos. Apesar de os pais, que vivem em Luanda, a ajudarem com as finanças, ela trabalha como operadora de telemarketing. "Noutro dia uma cliente insatisfeita perguntou o meu nome e depois disse que um atendimento daquele género só poderia ser feito por uma 'preta'. Isso é preconceito, fiquei muito maldisposta", relembra a jovem.

Depois de viver seis meses com o dinheiro que trouxe do Brasil, Laura teve de encontrar emprego no comércio para custear a formação em joalharia. "O meu visto é de estudante, o que a rigor me impede de trabalhar, por isso não consigo contrato. Mas sem contrato não consigo um visto de trabalho. Demorei seis meses para renovar o meu visto, creio que os portugueses estão a fechar as portas para os imigrantes, pois já há muita gente no país."

Para além dos sotaques diversos, as raparigas circulam em espaços diferentes, escutam a música do seu país, namoram conterrâneos e na culinária privilegiam o cardápio da terra natal. "Os negros juntam-se logo, a nossa afinidade é natural", argumenta Vilma. Laura também não fez amigos portugueses. "Os portugueses são muito fechados, é mais difícil criar intimidade. Os amigos são os do trabalho, todos brasileiros, com quem me reúno e passeio." Ludmila pondera sobre a importância dos que emigram fazerem um "esforço" para se adaptar ao novo lar. "Quando se troca de país, cabe a nós próprios adaptar-se. Tenho amigos de todos os tipos, portugueses, brasileiros e cabo-verdianos. Oiço música angolana e a batida portuguesa, como bacalhau e muamba de galinha. Os meus namorados é que sempre foram angolanos."|

ISADORA ATAÍDE

in "Diário de Notícias", 25.07.08

domingo, 23 de março de 2008

Portuguesa à frente de uma câmara em França

via RTP Vídeo / Mundo on 3/22/08

photoJá tomaram posse os recém-eleitos autarcas franceses. Pela primeira vez uma mulher filha de imigrantes portugueses tornou-se presidente de uma Câmara Municipal em França.

domingo, 9 de março de 2008

Brasileiros bem-vindos

«O Presidente da República afirmou ontem no Rio de Janeiro, antes do almoço oferecido ao seu homólogo brasileiro, não recear qualquer tensão devido ao crescente número de brasileiros no nosso país.»

Fonte: Correio da Manhã de 09Mar2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Os Novos Emigrantes

via Um portuga em apuros nos trópicos de Capitão-Mor em 20/02/08
São gestores na sua maioria. Estão na casa dos 30, vivem em bairros de classe média alta e alta. São assim os novos portugueses em São Paulo. Uma rede na Internet, lançada pela consultora Jason, encontrou estes e outros portugueses expatriados.
Colocar a Portugal o carimbo "talento" é o objectivo último da consultora, que está a fazer um périplo pelas capitais do mundo. O último encontro decorreu no início do mês, em São Paulo, e reuniu cem portugueses. António Câmara foi o orador convidado.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Os emigrantes na construção da identidade nacional - Simpósio no ICS começa amanhã


Imagem do filme de Pierre Primetens «Immigration portugaise en France: mémoire des lieux» que abre o Simpósio
Imagem do filme de Pierre Primetens «Immigration portugaise en France: mémoire des lieux» que abre o Simpósio
Antropólogos, sociólogos e historiadores nacionais e estrangeiros reúnem-se amanhã e depois, dias 24 e 25 de Maio, no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL), para debater o contributo das comunidades de emigrantes portugueses na construção da identidade nacional no Simpósio Internacional “A Construção da Nação e o Fenómeno Associativo na Diáspora Portuguesa: Perspectivas Comparadas”.

Fonte: Rev. CienciaHoje de 23Mai2007

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