Turco que tentou assassinar o Papa em 1981 já está em liberdade
Fonte: Sic Notícias online de 18Jan2010
Aqui coloco notícias, sites, artigos publicados na net, em jornais ou em revistas científicas e, por vezes, digo o que me vai na alma. Participa, opina, tece os teus comentários...
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Rui Moio
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1/18/2010 11:37:00 a.m.
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Marcadores: Crimes, Terrorismo
«A investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann, na Praia da Luz, em Maio de 2007, começou como se de um rapto se tratasse. Mas "Kate e Gerry McCann foram constituídos arguidos porque os elementos recolhidos durante a investigação apontavam para morte, simulação de rapto e ocultação do cadáver da criança", garantiu ontem em tribunal o inspector-chefe Tavares de Almeida, um dos investigadores da PJ que teve o caso em mãos até ser afastado - no início de Setembro de 2007 - quando pediu a alteração das medidas de coacção para prisão preventiva "para evitar a sua saída de Portugal".»
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1/13/2010 11:35:00 a.m.
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12/26/2009 10:40:00 a.m.
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«Inocente. Foi esta a palavra mais ouvida ontem na 446ª audiência do julgamento do processo Casa Pia. Nas últimas declarações, seis dos sete arguidos reclamaram inocência, entre os quais Carlos Cruz, ex-apresentador de televisão, que reafirmou ser "completamente inocente".»
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11/03/2009 02:46:00 p.m.
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Marcadores: Biografias, Crimes
«"Montaram a armadilha a 30 de Agosto de 2007, dia do meu aniversário, e depois houve um kamikaze - leia-se Miguel Cadilhe - que tirou a espoleta da granada e fez rebentar tudo." Foi assim que Oliveira e Costa terminou ao fim de 131 minutos, com dois intervalos de 15 e 13 minutos, respectivamente, a leitura de um extenso documento aos deputados, assessores dos grupos parlamentares e jornalistas presentes na Comissão de Inquérito Parlamentar em que lavou a roupa suja do BPN, disparou a torto e a direito contra um grupo de quatro accionistas, liderado pelo empresário Joaquim Coimbra, dirigente do PSD, Miguel Cadilhe, seu antigo colega de Ministério, também do PSD como ele próprio, e, claro, contra Dias Loureiro, social-democrata e conselheiro de Estado.»
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5/27/2009 10:26:00 a.m.
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5/20/2009 09:33:00 a.m.
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Marcadores: Crimes, Livros a ler, Sexologia
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4/09/2009 10:28:00 a.m.
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3/06/2009 03:38:00 p.m.
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Marcadores: Biografias, CPLP, Crimes
Pável não esteve envolvido no assassinato de Trotsky
O jornal Público de hoje, na rubrica Cartas ao Director, publica um esclarecimento de Zínia Rodriguez, filha de Francisco Paula de Oliveira / Pável / Antonio Rodriguez, sobre as insinuações ultimamente vindas a público acerca do possivel envolvimento do pai no assassinato de Trotsky.
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12/18/2008 04:37:00 p.m.
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12/15/2008 03:25:00 p.m.
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Marcadores: Biografias, Crimes, Política
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11/10/2008 12:28:00 p.m.
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Marcadores: Crimes
«Joana apanhou a mãe e o tio nus no sofá na altura em que se preparavam para manter relações sexuais. Assim que a criança de oito anos ameaçou contar tudo ao companheiro de Leonor, esta e o irmão, João, agrediram-na com bofetadas tão violentas que bateu com a cabeça numa parede e morreu ali, na casa da Aldeia de Figueira, em Portimão, onde vivia com o padrasto e dois meios-irmãos.»
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10/25/2008 07:52:00 p.m.
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7/29/2008 07:40:00 p.m.
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7/26/2008 11:47:00 a.m.
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"Foi devastador, não só para mim, mas também para a minha família, a minha mãe e a minha filha",
Robert Murat, o primeiro arguido no caso "Maddie", vai receber 750 mil euros de indemnização de uma televisão e dez tablóides britânicos acusados de difamação.
O inglês que vive na Praia da Luz prepara-se para fazer o mesmo com alguns órgãos de comunicação social portugueses.
Deixo uma parte do escrevi no livro "Por que Adoptámos Maddie" sobre a forma como Murat foi então tratado por jornalistas portugueses e britânicos.
Carlos Vaz, cameraman inicialmente contratado pela Sky News, conheceu Robert Murat logo no dia seguinte ao desaparecimento: "Estava na esquina da casa, muito solícito e sempre pronto a ajudar toda a gente. Disse que estava a fazer a ligação entre os pais e a polícia portuguesa. Percebi de imediato que era uma fonte importante e comecei a fazer perguntas, onde estão os pais, como são, mas rapidamente me avisou de que não poderia dizer nada. Apenas me revelou coisas soltas como ´sim, eles estão lá dentro`; e ´a polícia também já lá está`".
Os jornalistas questionam-se: quem é esse tal Murat que andou sempre perto dos repórteres e dos investigadores? É inglês, tem uma agência imobiliária em Lagos, vive há muito em Portugal e é divorciado. Tem uma filha também de quatro anos e muito parecida com Madeleine que vive no Norte de Inglaterra com a ex-mulher, ele reside com a mãe a cerca de cem metros do local onde a filha dos McCann desapareceu. E é essa casa que a PJ investiga agora. As câmaras colocadas na rua gravam lá para dentro pelo meio dos arbustos. Vêem-se agentes da Polícia Científica vestidos de branco da cabeça até aos pés e polícias que trazem videocassetes nas mãos. As televisões transferiram os "estúdios ao ar livre" para o novo foco de interesse, a Casa Liliana; os repórteres percorrem a distância mostrando para as câmaras como ficam perto o apartamento local do crime e a moradia do agora suspeito; os fotógrafos e os cameraman disparam sobre todos os carros que entram e saem da casa e há quem relembre que a mãe dele, uma enfermeira reformada já com mais de setenta anos de idade, foi das primeiras pessoas a ver o retrato-robô e que montou ela própria uma banca perto do aldeamento, onde se dispunha a receber todas as informações que os turistas ingleses tivessem e não quisessem dar à Polícia portuguesa. Fazia-se transportar numa carrinha verde com cartazes de Madeleine nas janelas. O batalhão de jornalistas diminuíra nos últimos dias e até a Sky News reduzira a equipa para oito pessoas. Com as novidades da manhã, a televisão inglesa repõe o satff nos valores iniciais e todos fazem o mesmo. Há mesmo quem reforce com mais equipas e outros órgãos de comunicação social estrangeiros que não tinham apostado na história nos primeiros dias, fazem-no agora na expectativa de uma rápida resolução do caso.
Multiplicam-se os artigos nos jornais e as conversas dos comentadores em que, a ser verdade, a atitude deste inglês encaixa-se noutros casos conhecidos. É a oportunidade que os implicados num crime têm de acompanhar as investigações e desviar a polícia ou os jornalistas quando sentem que eles estão no caminho certo. No início da década de noventa, uma menina de nove anos, igualmente britânica, chamada Rachel Charles foi assassinada por estrangulamento com um cordão de nylon, nos arredores de Albufeira. O autor também se ofereceu e participou nas buscas. Michael Cook, amigo da família, acabou desmascarado e foi condenado a dezanove anos de prisão. O "Caso Rachel" vem dar consistência às suspeitas e alguns jornalistas portugueses e estrangeiros passam a tratar Murat como "um pedófilo sem cadastro". Antes que a polícia o tornasse arguido, já a imprensa o tinha carimbado e condenado. Os jornalistas davam mostras de querer estar um passo à frente da investigação. Depois de ser constituído arguido, Robert Murat dá uma entrevista à Sky News onde acusa a Polícia Judiciária de tentar fazer dele um "bode expiatório" e que "a única maneira de sobreviver a isto, é o raptor ser detido".
Retirado do livro "Por que Adoptámos Maddie"
de Luís Castro
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7/18/2008 10:11:00 a.m.
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7/09/2008 06:21:00 p.m.
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6/11/2008 10:56:00 a.m.
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| Sete anos depois dos atentados do 11 de Setembro começa hoje em Guantânamo o processo judicial contra Jalid Sheik Mohamed. |
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6/05/2008 11:23:00 p.m.
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5/16/2008 10:00:00 a.m.
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| Elisabeth e os filhos mandaram afixar um cartaz na principal praça da cidade de Amstetten a agradecer o apoio que tem recebido. |
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5/15/2008 12:37:00 a.m.
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