Um livro-bomba (1)

Aqui coloco notícias, sites, artigos publicados na net, em jornais ou em revistas científicas e, por vezes, digo o que me vai na alma. Participa, opina, tece os teus comentários...

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Rui Moio
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10/19/2008 11:48:00 a.m.
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Marcadores: Livros a ler
Um conjunto de mais de 4000 fotografias será apresentado hoje, na biblioteca do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar), em Lisboa, para comprovar o valor do espólio descoberto no interior de uma nau quinhentista portuguesa afundada na costa da Namíbia.
O arqueólogo português Francisco Alves, que participou nos trabalhos, não quis ontem quantificar o valor patrimonial do achado, referindo apenas que, "em 32 anos de arqueologia, foi a primeira vez que andei de joelhos no chão a encontrar moedas de ouro".Estas moedas do século XVI são apenas uma parte do espólio da nau. As equipas que procederam à escavação (num fosso a seis metros abaixo do nível do mar) encontraram dezenas de presas de marfim, 13 toneladas de lingotes de cobre, os restos de, pelo menos, seis canhões e centenas de quilos de utensílios de navegação e armamento, nomeadamente espadas, mas também pistolas.
Embora ainda sem confirmação oficial (os resultados dos trabalhos só hoje serão divulgados), estima-se que tenham sido retirados do local cerca de 20 quilos de moedas de ouro, bem como inúmeras moedas de prata e diversos lingotes do mesmo metal. Ontem, em declarações ao PÚBLICO, Francisco Alves - que esteve na Namíbia acompanhado do arqueólogo Miguel Aleluia - disse que "mais importante do que o valor patrimonial [falou-se que o espólio poderá valer 70 milhões de euros] é a escavação em geral".
A descoberta do navio foi anunciada em Abril, quando os funcionários da empresa diamantífera sul-africana De Beers encontraram uma estrutura de madeira de grandes proporções, assim como diversas grandes pedras redondas que, posteriormente, se concluiu serem canhões. No final de Setembro, também em declarações ao PÚBLICO, Francisco Alves alvitrou que a descoberta poderia ser a mais importante de África, logo a seguir aos achados arqueológicos do Egipto.
Descartada parece, para já, a hipótese de a nau ser a de Bartolomeu Dias, o primeiro navegador a dobrar o Cabo da Boa Esperança e que em 1500 naufragou na zona.
(Público, 17.10.2008)
A propósito desta descoberta, está também disponível vídeo de programa da RTP.
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10/19/2008 11:01:00 a.m.
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Marcadores: Arqueologia
«A Euribor, a taxa de referência mais usada para os empréstimos à habitação, desceu ontem em todos os prazos. A mais utilizada, a de seis meses, desceu para 5,298 por cento e a Euribor a um ano caiu para 5,358.»
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Rui Moio
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10/15/2008 11:08:00 a.m.
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Marcadores: Economia, Gestão Doméstica
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Rui Moio
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10/15/2008 10:06:00 a.m.
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Marcadores: Informática/Internet
Faz amanhã 35 anos que a Guiné-Bissau, "sem Guiné e sem Bissau", proclamou unilateralmente a "independência". Corria o ano de 1973 e os "nacionalistas", em Angola e Moçambique, estavam confinados à irrelevância numérica e à absoluta insignificância estratégica e táctica. Haviam perdido a guerra. A URSS, a China e os ditos não-alinhados viravam-lhes as costas, depois de haverem tentado por três vezes aplicar um rumo esclarecedor à guerra de guerrilhas que aqueles moviam desde o início da década de 1960 contra o Exército Português. Em Moçambique, Samora Machel possuía mil guerrilheiros moçambicanos, numa Frelimo de 4000 efectivos recrutados na Zâmbia e Tanzânia. Em Angola, o MPLA já nem lutava, a FNLA confinava-se a uma ténue linha sobre a fronteira do Zaire e a UNITA tinha, contas feitas, cem guerrilheiros.
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10/12/2008 04:45:00 p.m.
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Marcadores: História
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10/11/2008 12:16:00 p.m.
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Marcadores: Informática/Internet
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8/21/2008 04:20:00 p.m.
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Marcadores: Alberto Ramos