"Ir pró maneta" tem a chancela da Alêtheia e é apresentado no Museu Militar, em Lisboa, pelo general Gabriel do Espírito santo. Ao longo de 110 páginas, Pulido Valente faz o relato de como o povo - "pescadores, trabalhadores rurais, camponeses, oficiais mecânicos, e um ou outro comerciante pobre ou ínfimo empregado público", escreve - tomou a iniciativa de "libertar-se" do invasor napoleónico. |
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