Aqui coloco notícias, sites, artigos publicados na net, em jornais ou em revistas científicas e, por vezes, digo o que me vai na alma. Participa, opina, tece os teus comentários...
Comandante Kwenha é nome de uma rua, de uma farmácia nas Ingombotas em Luanda e acabei de saber agora, do aeroporto de Menongue, a antiga Serpa Pinto. Este aeroporto é do nosso tempo, não sei se já teria nome nesse tempo. Possivelmente, fizeram ao aeroporto o mesmo que na ex-metrópole um grupo de gente do poder instituído em 1974 fez à ponte Salazar sobre o Tejo - mudaram o nome. Ao aeroporto de Menongue deram-lhe o nome de Kuenha e à ponte Salazar, de ponte 25 de Abril.
Tudo leva a crer que este Kwuenha, tão grandemente homenageado em Angola, não seja outro senão o que matou, directa ou indirectamente, o grupo dos oito camaradas GE's na região de Mavinga. Um dos Ge's que morreu do grupo de 8 foi o herói e compatriota nacional Monjuto que é apontado pelos combatentes de Nerriquinha como irmão ou meio-irmão do Kwuenha.
É triste, muito triste assistirmos a isto: heróis nacionais propositadamente esquecidos por Portugal e inimigos que atormentavam as pacíficas populações laboriosas e as nossas forças levantados em heróis.
Fiz parte da operação Siroco II. Nessa altura falava-se que o Kuenha teria morrido em consequência de ferimentos recebidos em combate. A partir daí o MPLA desapareceu definitivamente da Zona Militar Leste.
Monjuto, comandante dos GE´s de Nerriquinha, é um herói e compatriota que merece o reconhecimento nacional pelos seus feitos. Seria mais que justo que fosse dado o seu nome a uma rua, a uma praça, a um bairro, a um lugar... O seu nome, a sua biografia, como o de muitos milhares de outros compatriotas africanos, deveriam figurar nos livros didácticos sobre a História de Portugal. O seu nome deveria figurar no monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar em Pedrouços - Lisboa.
Rui Moio
Segundo a ANGONOTÍCIAS em despacho de 05 de novembro passado, o Governador Higino Carneiro (Menongue) anunciou a intenção de reconstruir cinco aeródromos do tempo colonial, entre os quais o do nosso conhecido Rivungo. Lendo a notícia, descobri que o aeroporto de Menongue (ex-Serpa Pinto), tem o nome de Comandante Kwenha.
Será o mesmo Kwenho que nós conhecemos como meio irmão do Fulay Monjuto e que seria o lider do grupo, na altura inimigo, que foi responsável pela chacina (ver aqui) a que se faz referência neste blog e na qual o Fulay perdeu a vida?
A estátua de mármore chamada Gaulês Moribundo, que está na Sala do Gladiador do Palazzo Nuovo de Roma, não é uma obra original. É uma cópia, feita na Roma antiga, de uma estátua grega desaparecida. A peça original, que provavelmente seria de bronze, deve ter sido esculpida por volta dos anos 230 a 220 a. C., em Pérgamo, na Ásia Menor. A sua autoria é habitualmente atribuída a Epígonas. Ler mais
Com muita saudade que nunca se apagará! Faleceu ontem a minha diva de Espanha, Sara Montiel, uma voz e um talento!
Num final de tarde, talvez de um sábado, solitário e triste, assisti em 1968 ou 1969 no recinto de futebol de salão, ao ar livre, da cidade de Novo Redondo e, pela primeira vez, a um filme de Sarita Montiel. O filme musical foi transmitido várias vezes e gratuitamente nos dias seguintes. Então, vi-o umas quatro ou cinco vezes e, pela vida fora, tentei vezes sem conta recordar-me do nome do filme e ouvir de novo o "tápame tápame que tengo frío". Pela net redescobri a música e redescobri o nome do filme que é "Pecado de Amor".
Aqui têm a música que tanto me impressionou naquele momento de solidão de há mais de quatro décadas.
Depois, deixo-vos com o quizás, quizás cantado pela diva Sara Montiel.
Rui Moio
Tapame tapame
Sara Montiel
En la playa se bañaba
una niña angelical
y acariciaban las olas
Ay...
su figura escultural.
Al entrar en la caseta
a quitarse el bañador
le decía a su bañero
¿que?
con acento de candor...
Tápame, tápame, tápame...
tápame, tápame
que estoy mojada...
Para mi será taparte
la felicidad soñada.
Tápame, tápame, tápame...
tápame, tápame
que tengo frío.
Si tu quieres que te tape
ven a mi cariño mío.
Una tarde de aguacero
sin paraguas Soledad
se mojaba y la chiquilla
iba
caladita ya...
Un joven la quiso entonces
con el suyo resguardar
y llegó tan a buen tiempo
que ella dijo sin tardar.
Tápame, tápame, tápame...
tápame, tápame
que estoy mojada...
Para mi será taparte
la felicidad soñada.
Tápame, tápame, tápame...
tápame, tápame
que tengo frío.
Si tu quieres que te tape
ven aquí cariño mío.
Ay...
Tápame, tápame, tápame...
tápame, tápame
que tengo frío.
Si tu quieres que te tape
ven aquí cariño mío.
«No dia da abertura da exposição que marca o arranque das comemorações dos 120 anos de Almada Negreiros a TSF conversou com as netas de Almeida Negreiros.»
Que linda peça de oratória em latim!... Isto transporta-nos não só para uma bonita cerimónia de encerramento de um curso universitário mas também para um tempo em que neste nosso espaço nos entendíamos em Latim.
Um filme-documentário que nos traça um Che Guevara assassino pessoal e mandante de centenas de fuzilamentos sumários de camponeses na Sierra Maestra e mais tarde, já em Havana, de cidadãos cubanos suspeitos de terem colaborado com Baptista. Como se constrói um mito!!!
Ontem visitei a casa Veva de Lima e gostei. Se puderem, visitem também. Vale a pena.
Durante a visita, inesperadamente, deparei sobre uma mesinha com dois retratos emoldurados: do rei D. Carlos e de Salazar.
Esta descoberta fez-me recordar uma situação semelhante ocorrida há anos numa casa para os lados de Loures; por casualidade, entrara na residência da D. Fernanda para pegar um gato que ela oferecera ao meu filho, então uma criança. Eis que, inesperadamente, sobre uma mesinha, deparo com dois retratos emoldurados: um do rei D. Carlos e o outro de Salazar. Então, a simpática dona da casa explicou-me que em pequena convivera com a família real e que no início da vida adulta fora secretária do Profº. Salazar. Disse-me ainda que Salazar durante anos a visitara e à sua família naquela mesma casa e que, por várias vezes, Salazar assistira na capela à missa dominical.
A Pátria é o solo de todo o Portugal, com as suas ilhas do Atlântico (Açores e Madeira, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe...), as nossas terras dos dois lados de África, a Índia, Macau, a longínqua Timor. Para cá e para além dos mares, é a nossa Pátria bendita todo o território em que, à sombra da nossa bandeira, se diz na formosa língua portuguesa a doce palavra Mãe!....
Livro de Leitura da 3ª Classe, Porto Editora, Lda., 1958, pp.5-6
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