quarta-feira, 25 de agosto de 2010

As estátuas também morrem

As estátuas também morrem

via A Matéria do Tempo by Fernando Ribeiro on 8/23/10


Escultura proveniente do Reino do Benim, na atual Nigéria. Clicar na imagem para vê-la ampliada. (Foto: Sociedade de Geografia de Lisboa)

Les statues meurent aussi é uma curta metragem, com a duração de cerca de 30 minutos, feita entre 1950 e 1953 por Alain Resnais e Chris Marker. É um filme que marcou a história do cinema documental, em particular, e do cinema em geral, não só pela qualidade da sua realização, mas também pela qualidade do seu conteúdo. Com efeito, o filme Les statues meurent aussi é uma pedrada no charco formado por algumas "verdades" coloniais, que naquele tempo eram consideradas absolutas e definitivas. É um filme que nos ensina a ver a grande Arte Africana.

O filme é falado em francês. No entanto, a versão que aqui se apresenta, e que está divivida em três partes por causa das limitações de tempo que até há pouco eram impostas pelo Youtube, está legendada em inglês. Lamento, mas não encontrei nenhuma versão legendada ou falada em português. Lembro que o filme pode ser visto em tamanho grande (preenchendo todo o ecrã) clicando na figura em forma de quadrado, formado por setas apontando para os vértices, que se vê no canto inferior direito dos vídeos.


Les statues meurent aussi, 1ª parte


Les statues meurent aussi, 2ª parte


Les statues meurent aussi, 3ª e última parte

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A Look at the Planet… Earth!

Nota
Uma maravilha!... A Terra e o seu satélite ao lado vistos de um ponto longínquo do espaço mas não tão distante que não se veja a Lua a girar ao redor da Terra. Seria bom que tivesse sido tirada outra fotografia horas depois, onde, necessariamente, a Lua se posicionaria noutro lugar ou até desapareceria ao passar atrás da Terra ou, se passasse à frente, ver-se-ia a sua sombra projectada sobre o disco iluminado da Terra. 
Especulamos para o sistema Terra-Lua uma situação semelhante à que se passa no sistema Júpiter e os seus satélites, situação esta observável com um telescópio a partir do Planeta Terra. 
A grande diferença está em que no sistema de Júpiter e seus satélites estes são vistos da Terra como uns pontinhos que se deslocam sobre o disco de Júpiter. No caso do sistema Terra - Lua, para um observador colocado a 183 milhões de quilómetros ou para um observador posicionado em Mercúrio, a sombra da Lua apresentar-se-ia como um disco escuro de alguns milímetros de diâmetro e não um simples ponto como acontece no sistema de Júpiter e seus satélites.
Rui Moio


via One-Minute Astronomer by admin on 8/20/10

As backyard stargazers, we spend our time looking up and out towards towards other planets and celestial sights.  But today,  we have something different… a peek at our own planet from deep space, taken by NASA's MESSENGER spacecraft.  As the saying goes, "You are in this picture"!

Here's the image taken on May 6 of this year, when MESSENGER was 183 million kilometers from the Earth.  The two bright specks in the lower left are the Earth and Moon.  Pretty cool, yes?
Credit: NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington
MESSENGER acquired this image as it was searching for "vulcanoids", which are small rocky objects which may lurk between Mercury and the Sun.  None have been found, but the craft is well positioned to look for these faint objects when it passes close to the Sun.
That's it for today.  If you can, get out and do a little stargazing this weekend.  It will make you feel good.

A Crise do Mundo Moderno à Luz de René Guénon

A Crise do Mundo Moderno à Luz de René Guénon

via Nacional-Cristianismo by NC on 8/17/10

René Guénon (1886-1951) escreveu A Crise do Mundo Moderno em 1927, precisamente no intervalo das Grandes Guerras Mundiais que desbastaram a Europa no plano humano, económico e social, reduzindo-a a escombros e submetendo-a a influências estranhas aos seus interesses. Já nesta altura Guénon declarava que o Ocidente tinha sido o embrião de um espírito anti-tradicional e que o sucesso das forças subversivas, ou satânicas, foi quase absoluto, restando no Mundo Ocidental apenas o reduto tradicional representado pela Igreja Católica, mas esta apresentava já sinais de decadência. Evidentemente, se Guénon tivesse podido assistir ao modernismo infiltrado e adoptado pela Igreja de Roma após o Concílio Vaticano II, em 1965, apenas lhe restaria admitir que a Tradição estaria irremediavelmente perdida no Ocidente. Ler mais

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Uma história da Índia

Uma história da Índia

via A Matéria do Tempo by Fernando Ribeiro on 8/19/10

Vista parcial do palácio do antigo nababo Sujá Doulá (Suja ul Dowla) em Fizabad, Índia, por William Hodges, 1787 (British Library)
I
O Bangaló
No districto de Oude, ao sul do famoso Gográ, e a breve distância de Lucnou, está situada Fizabad, a antiga capital do reino. Opulenta outr'ora, as suas muralhas tinham sido famosas antes de 1775, mas jazem hoje desmoronadas; o seu palacio de Sujá Doulá fôra magnificente mas caiu em ruinas; a sua população rica emigrou para Lucnou; fugiram d'alli os reis, os principes, a côrte, o luxo e as paixões, cedendo o seu logar aos lavradores, aos rouxinoes, á amenidade e ao trabalho. É campo o que fôra cidade. Ler mais

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

`Visual Narratives of the Portuguese presence in Hawaii` (1/2) - Gloria de S...

`Visual Narratives of the Portuguese presence in Hawaii` (1/2) - Gloria de Sa and Sonia Pacheco

via Comunidades - RTP by Irene Maria F. Blayer on 8/9/10

Gloria de Sa Ph.D., faculty director of the Ferreira-Mendes Portuguese-American Archives at the University of Massachusetts Dartmouth and Sonia Pacheco, archivist for the same institution, visited Hawaii this past June to contact Portuguese-American institutions in the archipelago with the aim of preserving and making available to the public information that documents the presence of the Portuguese on the islands. While there, they visited Hawaii's Plantation Village in historic Waipahu, an outdoor museum that showcases the lifestyles and experience of the 400,000 people who immigrated to Hawaii to work the sugar plantations. The Plantation features 30 original and replica homes and buildings representing each ethnic group's lifestyle from 1900-1930. At the time of their visit the museum was also presenting a special exhibit on the Portuguese, the first European group to work on the sugar plantations.


1.  Portuguese women on the plantation, Hawaii's Plantation Village, Waipahu


2.  Portuguese culture exhibit, Hawaii's Plantation Village, Waipahu


3.  Azorean 'Registo', Portuguese culture exhibit, Hawaii's Plantation Village, Waipahu


4.  Portuguese culture exhibit, Hawaii's Plantation Village, Waipahu

(cont...)

`Visual Narratives of the Portuguese presence in Hawai` (2/2)

`Visual Narratives of the Portuguese presence in Hawai` (2/2)- Gloria de Sa and Sonia Pacheco

via Comunidades - RTP by Irene Maria F. Blayer on 8/9/10

(...cont.)


6. Portuguese outdoor oven at the Hawaii's Plantation Village, Waipahu


7. Sewing machine, Portuguese House  (Hawaii's Plantation Village, Waipahu)


8. Bedroom, Portuguese House (Hawaii's Plantation Village, Waipahu)


9. Kitchen in a Portuguese House (Hawaii's Plantation Village, Waipahu)


10. Living room of Portuguese House, (Hawaii's Plantation Village, Waipahu)

A segunda humanidade

A segunda humanidade

via ANGOLA DO OUTRO LADO DO TEMPO... by MARIANJARDIM on 5/26/10

Estudo genético revela que espécie humana quase se dividiu em duas há cerca de 150 mil anos

CLAUDIO ANGELO
Os bosquímanos da África do Sul sempre foram considerados povos singulares: são fisicamente distintos, preservam uma cultura de caçadores-coletores que remete aos hábitos da humanidade na Idade da Pedra e têm línguas que não se parecem com nenhuma outra (uma de suas consoantes, por exemplo, é um estalo feito com a boca). Agora, um grupo de geneticistas encontrou uma razão para tamanhas diferenças: os ancestrais dos bosquímanos estiveram a ponto de originar uma outra espécie humana.
Durante um tempo que variou de 50 a 100 milênios, os khoisan (nome comum dado a todos esses povos) estiveram evoluindo isoladamente do restante das populações de Homo sapiens, uma espécie relativamente nova e com talento para colonizar novas terras -mas que, no entanto, ainda não havia deixado a África. Ler mais

Jovens cantam músicas tradicionais

Jovens cantam músicas tradicionais

via Portugueses de Malaca by Portugueses de Malaca on 7/12/10

A música "O malhão", é uma, entre outras músicas tradicionais portuguesas interpretadas no Bairro Português de Malaca, em ambiente de convívio.
A composição das letras e a melodia são tocadas de forma diferente, à moda deles, com criatividade e inovação.

Clique no play:


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