sábado, 30 de janeiro de 2010

Ao assinalarem-se os 65 anos da libertação de Auschwitz, continua a gerar alguma estranheza a piscina de Auschwitz e a sala de duches de Dachau

via Um Homem das Cidades by Diogo on 1/29/10
A «falsa» piscina de Auschwitz
Marc Klein, professor de medicina na universidade de Estrasburgo e ex-prisioneiro em Auscwitz, menciona por duas vezes a piscina de Auschwitz (que ainda hoje existe) nas suas recordações desse campo de concentração em 1947. Num artigo intitulado «Auschwitz I, Campo de Concentração» [Auschwitz I Stammlager] (De l'Universitè aux camps de concentration: Telmoignages strasbourgeois, Paris, les Belles-lettres, 1947, p. 453), Klein escreveu:

"As horas de trabalho eram alteradas aos Domingos e feriados, quando a maior parte dos kommandos [de trabalho] tinham tempo livre. A chamada era feita por volta do meio-dia; as tardes eram dedicadas ao descanso e à escolha de actividades culturais e desportivas. Partidas de futebol, basquetebol e pólo aquático, numa piscina ao ar livre dentro do recinto dos prisioneiros, atraíam multidões de espectadores. Deve-se realçar que apenas os prisioneiros que estivessem em boa forma e bem alimentados, dispensados dos trabalhos mais duros, podiam participar neste jogos que recebiam os mais vigorosas aplausos dos outros prisioneiros".

Ao lado da piscina em Auschwitz I, encontra-se uma tabuleta com uma indicação em polaco, inglês e hebreu, um alerta com a intenção de lembrar ao visitante que a piscina era de facto um simples reservatório de água para os bombeiros. Diz o seguinte:

"Reservatório de água dos bombeiros construído sob a forma de uma piscina, provavelmente no princípio de 1944" [Fire brigade reservoir built in the form of a swimming pool, probably in early 1944].

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A «falsa» sala de chuveiros de Dachau

De 1945 a 1960 os meios de comunicação e os tribunais Aliados afirmaram que câmaras de gás homicidas tinham sido usadas em Dachau, Mauthausen e Hartheim. Aparentemente, não existiam falta de provas desse facto. Foi particularmente chamada a atenção para a "câmara de gás" de Dachau e para as suas vítimas.

Um dos dias mais decisivos do julgamento de Nuremberga foi aquele no qual a acusação exibiu um filme sobre os campos de concentração alemães. O horror supremo chegou com a "câmara de gás" de Dachau. O orador explicou o funcionamento do dispositivo que supostamente gaseou "provavelmente 100 pessoas de cada vez". É difícil exagerar o quanto a exibição desse filme influenciou a imaginação das pessoas, incluindo a maior parte dos acusados alemães. É provável que a exibição do filme em Nuremberga tenha sido um dos eventos que mais ajudaram a incitar a opinião pública contra os alemães.


Hoje, qualquer visitante da "câmara de gás" de Dachau pode ler num painel a seguinte frase em cinco línguas diferentes:


CÂMARA DE GÁS – disfarçada de "sala de chuveiros"
nunca foi usada como câmara de gás


A fotografia deste painel pode ser observada no site de "The Holocaust History Project" [O Projecto de História de Holocausto].

Comentário

Porque terão os nazis construído uma câmara de gás em Dachau, disfarçando-a de sala de chuveiros e nunca a tendo utilizado como câmara de gás?

E porque terão os nazis construído um reservatório de água para os bombeiros em Auschwitz, disfarçando-o de piscina para os prisioneiros, e nunca o tendo utilizado como reservatório de água para bombeiros?

Terá o Holocausto razões que a razão desconhece?

Altos consumos são penalizados

«O aumento deste ano do preço do consumo de electricidade fixou-se entre os seis e os 12 por cento, de acordo com contas feitas pelo CM. Em contrapartida, o preço da potência contratada baixou, em alguns casos, 30 por cento, o que permitiu um aumento médio de apenas 2,9 por cento. Ou seja, a factura a pagar mensalmente está agora ainda mais na mão do consumidor.»

Fonte: Correio da Manhã de 30Jan2010

Reforma adiada para os 67 anos

«A braços com uma crise económica que ameaça agravar-se e repercutir-se sobre toda a Zona Euro, o governo espanhol avançou ontem com um pacote de austeridade que prevê um aumento faseado da idade da reforma para os 67 anos e a ampliação dos actuais 15 anos de cálculo do montante da pensão. O objectivo é reduzir em mais de 50 mil milhões de euros os gastos do Estado.»

Fonte: Correio da Manhã de 30Jan2010

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Livro: Ainda Não de Couto Viana

via ALMA PÁTRIA - PÁTRIA ALMA by Vítor Ramalho on 1/28/10

Ainda Não foi desta que António Manuel Couto Viana, poeta maior da Poesia Portuguesa, nos deixou de nos brindar - como todos os anos o faz - no dia do seu aniversário mais um livro de Poesia, editado pela Averno.
São mais cinquenta páginas, a acrescentar às milhares que ao longo de mais de sessenta anos tem presenteado a Cultura Portuguesa, pelo preço de 10 euros e com tiragem única de 300 exemplares.
Os pedidos podem ser feitos para a página da editora ou para o email: ed.averno@gmail.com.
A Editora Averno já tinha dado à estampa os magníficos Restos de Quase Nada e Outras Poesias (2006) e Disse e Repito (2007) de Couto Viana.

Governo corta apoio a remédios

«O Ministério da Saúde quer reduzir a despesa e vai rever este ano o actual sistema de comparticipação dos medicamentos. À semelhança do que aconteceu nos últimos anos, esta revisão pode implicar o corte ou a redução da ajuda do Estado na compra de remédios.»

Fonte: Correio da Manhã de 29Jan2010

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

12 Sinais de que você pode estar com problemas cardíacos

via HypeScience by Sergio de Souza on 1/28/10
Por que o índice de mortes por doenças cardíacas é tão alto? O palpite de especialistas é que as pessoas são muito lentas na hora de notar os sintomas e fazer exames, para descobrir se estão doentes e procurar tratamento.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Seres Cada Vez Mais Sociais

via Dissonância Cognitiva by Bruno Ribeiro on 1/26/10

Um novo estudo da Nielsen demonstra, comparando dados de 2008 e 2009, que o tempo despendido em redes sociais aumentou 82% num ano! Cada vez mais as pessoas passam o seu tempo online em redes sociais – Facebook, MySpace, Twitter -o que pode ser facilmente constatado com uma visita ao Top 20 de sites a nível mundial compilado pela empresa Alexa, lista dominada por motores de busca, redes sociais, ou plataformas de partilha e de cooperação.

Cada vez mais a web se torna no espaço social de eleição para milhões de pessoas, que se encontram dispostas a discutir e a conversar mais abertamente sobre assuntos que normalmente estariam restritos a um número reduzido de pessoas. Online as esferas pessoais e sociais confundem-se e as fronteiras entre ambas são mais permeáveis do que aquilo que sucede "cá fora". E esta é uma tendência que tende a crescer nos próximos tempos – o que acabará por originar movimentos contrários de nicho em que alguns utilizadores optarão por menos partilha.

E é esta a realidade com que as marcas e as instituições têm de lidar. Embora seja algo a que estamos habituados a nível pessoal, sermos "sociáveis" em contexto profissional, ainda mais falando não só por nós mas também por toda uma empresa, é algo que vai contra a endoutrinação dos últimos 100 anos no que respeita à forma correcta de um "profissional" se comportar. Confesso que vejo com dificuldade esta abertura e transparência a fazerem escola em algumas das grandes empresas nacionais onde o segredo e o automatismo robótico são a norma.

Também será importante ver como as instituições públicas, nomeadamente as de ensino lidam com esta nova realidade. Ainda recentemente a empresa britânica de recrutamento Major Players se "queixou" da falta de profissionais – ou candidatos a – de marketing e relações públicas com conhecimentos gerais ao nível dos social media. Refira-se que estamos a falar do mercado britânico que está bem mais avançado do que o nacional nesta matéria.

Mas, mais importante do que a aquisição de conhecimentos de aplicação profissional, é a aquisição de competências para lidar com esta nova realidade a nível pessoal. E aqui o papel da escola e dos pais durante a infância e a adolescência é fundamental. Lamentavelmente, prefere-se a criação de cenários de horror e aposta-se na limitação do acesso à web ao invés de se promover a educação de como aceder com segurança aos conteúdos online.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Jovem salvo 11 dias depois

«Onze dias após o devastador sismo que sacudiu o Haiti e já depois de suspensas oficialmente as operações de busca, uma equipa internacional de resgate conseguiu retirar com vida um jovem de 25 anos dos escombros de uma mercearia.»

Fonte: Correio da Manhã de 25Jan2010

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