sábado, 5 de setembro de 2009

Hitler Desejava a Guerra?

via Revisionismo em Linha de Johnny Drake em 05/09/09

Motivos profissionais obrigaram-me a afastar-me mais uns dias e tornou-se complicado a actualização do blogue. Mas estou de volta!


Ao contrário do que defendem os crentes afirmacionistas, tudo em História deve ser questionado e devem ser muito bem vindos todos os novos dados, abordagens, estudos e análises. Isto porque aquilo que hoje se pensa ser um "dado absoluto e inquestionável", amanhã já pode não o ser. A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO! Esta notícia é um exemplo disso. Será este mais um caso e um exemplo de "negacionismo"?

Vamos passar ao tema do 'post' propriamente dito.

A 1 de Setembro de 1939, há cerca de 70 anos, o Exército alemão cruzava a fronteira Polaca. A 3 de Setembro, a Grã-Bretanha declarava-lhe guerra. Seis anos as tarde, 50 milhões de Cristãos e Judeus tinham morrido. A Grã-Bretanha estava destroçada e falida, a Alemanha numa autêntica ruína fumegante. A Europa tinha sido palco do maior local de combate assassino alguma vez conhecido pelo homem e os civis sofreram horrores piores do que os soldados.

Até Maio de 1945, o Exército Vermelho ocupou todas as grandes capitais da Europa Central: Viena, Praga, Budapeste, Berlim. Uma centena de milhões de Cristãos ficaram sob o tacão de uma das tiranias mais bárbaras da história: o regime Bolchevique de um dos maiores terroristas, Joseph Stalin.

Que motivos poderiam justificar tais sacrifícios?

A guerra Germano-Polaca tinha sido originada por uma disputa sobre uma cidade do tamanho de Ocean City, Maryland, no Verão. Danzig, com 95 por cento da população Alemã, tinha sido retirada à Alemanha com o Tratado de Versalhes, em violação do princípio de Woodrow Wilson da auto-determinação. Até mesmo os líderes Britânicos defendiam que Danzig deveria ser devolvida.

Por que é que Varsóvia não negociou com Berlim, que sugeriu uma oferta de compensação no território Eslovaco? Porque os Polacos tinham uma garantia de guerra da Grã-Bretanha que, em caso de ataque da Alemanha, a Grã-Bretanha e o seu império viriam em seu socorro.

Mas por que é que a Grã-Bretanha mantinha uma garantia de guerra não solicitada para com uma junta de coronéis Polacos, dando-lhes o poder de arrastar a Grã-Bretanha para uma segunda guerra com a nação mais poderosa da Europa?

Danzig era merecedora de uma guerra? Ao contrário dos 7 milhões de "Hong Kongese" os quais os Britânicos fizeram renderem-se a Pequim, que não queriam ir, o "Danzigers" estavam a pedir para voltarem para a Alemanha.

Aqui vem a resposta: a garantia de guerra não era sobre Danzig, ou até mesmo sobre a Polónia. Era sobre o imperativo moral e estratégico de "parar Hitler" depois dele ter mostrado, ignorando o pacto de Munique e passando por cima da Checoslováquia, que estava pronto para conquistar o mundo. E esta besta Nazi poderia ser autorizada a fazer isso.

A ser verdade, um ponto justo. Os Americanos, afinal, estavam preparados para utilizar bombas atómicas para manter o Exército Vermelho longe do Canal. Mas onde está a prova de que Adolf Hitler, cujas vítimas, em Março de 1939, eram uma pequena fracção, comparadas com as do general Pinochet ou as de Fidel Castro, e preparava para conquistar o mundo?

Leia o artigo na íntegra aqui.

Esta análise de Pat Buchanan mostra bem que existem ainda muitos pormenores que escapam à historiografia oficial. Que a análise dos factos históricos está, por vezes, repleta das mais variadas interpretações já nós sabemos - vejam como aqui os "danos colaterais" podem também ser vistos como uma outra forma de "terrorismo". Resta saber se esse "fechar de olhos" da historiografia oficial a outras interpretações da história defende ou não outros interesses para além da verdade histórica. Os exemplos da censura acontecem todos os dias e é de louvar a coragem de alguns em furar o cerco da nova inquisição.

Arrepios musicais e picos emocionais

via Portal Rede Psicologia de Jorge Alves em 04/09/09
Arrepios musicais e picos emocionais
trompete-musicaMuitas pessoas experienciam arrepios quando ouvem música. Tal fenómeno tem sido estudado cientificamente, dando origem a achados interessantes como a associação entre estes arrepios e picos emocionais positivos.
Um estudo recente, recorrendo a medidas psicofisiológicas, corrobora a noção supracitada e revela que os estes "arrepios musicais" se constituem como um bom indicador de picos emocionais.
Link para o pdf completo do artigo: Chills as an indicator of individual emotional peaks.
Artigo publicado em: Portal Rede Psicologia
Arrepios musicais e picos emocionais
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O seu índice da Internet


via Links Interessantes de noreply@blogger.com (Alberto Vale) em 03/09/09

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Destruir a Teoria do Arrefecimento Global da Compal

1. - Sem dúvida que este é um óptimo exemplo do que é a Dissonância Cognitiva. Perante situações adversas a pessoa humana encontra sempre mecanismos conducentes a resolver mentalmente os conflitos internos mesmo que a solução a encontrar seja algo completamente ilógico ou irracional, como é o caso do exemplo dado.

2. - Neste quadro, se explica a proliferação de situacionistas que logo ocorre numa sociedade, sempre que oconteça uma alteração política que em termos de valores seja diferente e mesmo contrária à anterior.

3. - E, assim se esplica também parte do êxito da adesão das massas metropolitanas e de alguma parte das forças vivas do Ultramar ao golpe de estado do 25 de Abril de 1974.

4. - Hoje, perante as dificuldades económinas acrescidas dos últimos anos, já aparecem alguns políticos e analistas que acusam o regime político actual da situação que se vive.

5. - Mas, quase ninguém defende que a génese do nosso problema nacional está, não apenas no que se fez ou deixou de se fazer nos últimos 10 a 20 anos, mas, no próprio nascimento do actual regime político; pois, este regime foi parido por uma grande traição aos valores permanentes da portugalidade e da nação portuguesa no seu todo pluricontinental e pluriracial de sempre, ou seja, nasceu da entrega traiçoeira e acobardada do Ultramar ao inimigo do todo da Nação Portuguesa e do desvirtuar da nossa identidade de sempre, que foi e terá de continuar a ser, Africana, Atlântica e Ecuménica.

Rui Moio

via Dissonância Cognitiva de Bruno Ribeiro em 01/09/09

A Compal lançou há já algum tempo uma publicidade que apresenta a sua teoria do arrefecimento global para promover a linha Compal Fresh, como podem ver abaixo:

A publicidade seguem uma série de premissas que encadeadas levam à solução lógica de que beber Compal Fresh leva ao arrefecimento do planeta. O que em si levaria a uma menor necessidade de beber Compal Fresh, mas pronto. Mas a verdade é que, assumindo a mesma linha de pensamento do anúncio podemos formar o seguinte silogismo:

Para termos um planeta mais fresco precisamos de um planeta com mais água.
O aquecimento global irá derreter o gelo dos pólos, aumentando o nível de água do planeta.
Logo, para termos um planeta mais fresco devemos contribuir para o aquecimento global.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Youtube: tudo começou assim

via Twitter Blog de Sergio Bastos em 01/09/09
A 23 de Abril de 2005 era colocado no Youtube o primeiro vídeo. Jawed Karim, um dos três fundadores desta plataforma online, protagoniza 20 segundos de película gravada no jardim zoológico de San Diego.
"Me at the Zoo" faz parte de 22 vídeos que Jawed Karim tem no canal que não actualiza há dois anos. Com mais de quatro anos percorridos, o pequeno discurso sobre trombas de elefantes soma perto de 1 milhão de visitas, nada que faça sombra aos vídeos mais vistos do Youtube. Só "Thriller" de Michael Jackson tem já 64 milhões, um terço deles garantidos nos dias seguintes à sua morte.

Fórum Mundial de Marketing e Vendas - Dan Ariely

via Não posso evitar... de Rodolfo Araújo em 31/08/09
(Read this post in English - Translated by Google) Dan Ariely é o que se pode chamar de um verdadeiro Iconoclasta. No sentido literal da palavra, Ariely destrói ícones, quebra paradigmas, rompe tradições. E seu principal alvo é a economia...

Pensamentogrupal, “A Onda” e Cesar Maia

Focam-se aqui dois temas interessantes: o Pensamento Grupal (ou, pensamento de grupo) e a Dissonância Cognitiva.

Quanto ao pensamento grupal ou pensamento de grupo: Nos dias de hoje é pertinente compreender-se o pensamento grupal devido à facilidade da proliferação das notícias e à possibilidade de grupos pequenos poderem-se expandir rapidamente. Que implicações poderá ter este fenómeno no regime democrático?

Quanto à Dissonância Cognitiva: que tal relacionar este conceito com o pensamento grupal, tal como hoje o devemos entender?

Conclusão: ao caos social provocado pelo fenómeno novo do Pensamento Grupal contrabalança-se a Dissonância Cognitiva, mas, com tantas mudanças e tão rápidas, a Dissonância Cognitiva poderá só por si ser capaz de apaziguar o conflito e evitar o caos social e os gritantes conflitos nas consciências individuais?

Rui Moio

via Vou vivendo... em 30/08/09
Nos desafios para criação de ambientes para a inteligência organizacional, um dos temas que mais me fascinam é a irracionalidade e cegueira comuns no comportamento em grupos, e o fenômeno da dissonância cognitiva, que faz que as pessoas ajustem seu pensamento para validar o que fazem e sentem na ...

Baixa dos juros dá poupanças

«As taxas de juro Euribor atingiram em Agosto o mínimo do último ano, ao fecharem o mês como uma média de 1,117 por cento. As poupanças nas prestações foram da ordem dos dois mil euros para um empréstimo de 100 mil euros a 30 anos com um spread de 0,7 por cento, de acordo com o 'Jornal de Negócios.'»

Fonte: Correio da Manhã de 01Set2009

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