domingo, 8 de fevereiro de 2009

Tarifas de Táxi em Todo o Mundo

via Viajar Mais Barato de admin em 04/02/09

O táxi é um dos meios de transporte mais usados por turistas em todo o mundo. Além de não ser o meio de transporte mais barato, pode ficar ainda mais caro, caso seja enganado na hora de pagar. Infelizmente esta é uma pratica cada vez mais comum entre os taxistas, os quais vêm uma óptima oportunidade de ganhar mais um pouco quando transportam turistas.

tarifas-taxi

Imagem: danzo08

Para que não viaje para um destino sem ter a noção das tarifas de táxis por lá praticadas e inclusive fazer simulações de quanto paga por determinado trajecto, em determinada cidade, veja quais os sites que o podem ajudar nessa tarefa:

world-taximeterWorld Taximeter: Aqui, pode obter uma estimativa do custo de uma viagem de táxi em várias cidades à volta do mundo. Na data deste artigo, as cidades que são suportadas por este serviço são: Madrid, Barcelona, Amesterdão, Berlim, Boston, Chicago, Los Angeles, Nova Iorque, São Francisco, Dublin, Londres, Paris, Praga, Roma, Sidney e Toronto.

taximeTaxi Me: Esta ferramenta usa o Google Maps para fornecer uma avaliação visual para onde quer ir. Actualmente, apenas determinadas cidades canadianas e americanas estão constantemente a ser actualizadas. No entanto, se souber a taxa da cidade para onde quer ir, pode colocá-la onde diz "Adjust Fare Settings" ( por baixo do campo de pesquisa) e assim obter uma estimativa. Junto com o fornecimento da estimativa, este serviço, fornece também uma lista de contactos telefónicos de táxis da zona. Para concluir, o Taxi me é suportado pelo iPhone e restantes dispositivos móveis.

Calculador de Tarifa de Taxi: Este site calcula as tarifas de taxi, também ele com a ajuda do Google Maps Brasil, em algumas cidades brasileiras: Aracaju, Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Florianópolis, João Pessoa, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Conhece mais algum site que ofereça o mesmo tipo de serviço? Partilhe-o connosco.

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Como Criar um Mapa

via Viajar Mais Barato de admin em 29/01/09

O Google Maps é um dos sites que aconselho para ajudar a planear umas férias e por isso quero partilhar com os leitores do VMB um vídeo que explica de forma simples e rápida como criar um mapa através deste excelente serviço da Google. Veja:

Google Maps Portugal

Google Maps Brasil

Google Maps

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500 anos da Batalha Naval de Diu (03.02.1509)

via Carreira da Índia de Leonel Vicente em 03/02/09
Diu - 3 de Fevereiro de 1509
Em Agosto de 1507 entrou no oceano Índico uma armada de Mamelucos do Egípto, composta por quatro naus, duas galés e quatro galeotas, sob o comando do Emir Husain al-Kürdï, que os nossos cronistas designam por Mir-Hocem. Refira-se que a artilharia e a maioria das guarnições dessa armada eram turcas uma vez que os Mamelucos não tinham gente habituada a combater no mar. Em Março de 1508, depois de ter escalado Diu e se ter assegurado do concurso da armada de fustas daquela cidade, Mir-Hocem dirigiu-se para Chaul onde se encontrava a armada portuguesa da Índia sob o comando de D. Lourenço de Almeida. Teve então lugar uma encarniçada batalha em que D. Lourenço perdeu a vida e ambas as armadas ficaram bastante destroçadas, o que levou a dos Mamelucos a recolher-se a Diu e a portuguesa a regressar a Cochim.
Nessa cidade achavam-se concentradas a armada dos Rumes (nome que os Portugueses usavam para designar indistintamente os Mamelucos e os Turcos), a armada de Diu, e a armada de Calicut. A primeira era constituída por quatro naus, dois galeões, duas galés e quatro fustas; a segunda por quatro naus, uma das quais de grandes dimensões, e numerosas fustas; a terceira por cerca de cinquenta paraus. As naus e os galeões dos Rumes e de Diu estavam dentro do canal que separa a ilha do continente, amarradas duas a duas e com as popas muito perto de terra; os navios de remo estavam mais para dentro do canal prontos para atacar a armada portuguesa de flanco logo que esta fosse abordar as suas naus.
Na manhã seguinte, 3 de Fevereiro, pelas onze horas, com vento favorável e a maré a encher a armada portuguesa começou a entrar no canal, formada em coluna, com as naus maiores na vanguarda. Com o dispositivo que tinham adoptado os navios de alto bordo dos Rumes e de Diu não tinham possibilidade de se servir da artilharia, o que teria permitido aos portugueses afundá-los facilmente a tiro de canhão sem correrem o menor risco. Mas não passava pela cabeça de D. Francisco de Almeida nem dos outros fidalgos esquivarem-se ao combate corpo a corpo. Não obstante, logo no início da batalha, uma salva de artilharia disparada à queima-roupa pela nau portuguesa que ia na vanguarda meteu no fundo uma das naus dos Rumes. Seguiram-se as sucessivas abordagens aos navios dos Rumes e de Diu pelos navios portugueses, dando lugar a uma série de combates à arma branca isolados uns dos outros. Pouco depois uma segunda nau dos Rumes foi afundada por uma salva da nau do vice-rei, também disparada a curtíssima distância, quando, de acordo com o plano pré-estabelecido se dirigia para o interior do canal a fim de, com a ajuda das caravelas latinas e das galés, impedir que os navios de remo inimigos fossem atacar os nossos que se encontravam envolvidos nos combates à abordagem. E mais uma vez se manifestou a superioridade do navio armado com canhões no confronto com o navio guarnecido com soldados. As duas galés dos Rumes foram rapidamente tomadas; as fustas de Diu e os paraus de Calicut, apesar de serem em grande número, foram completamente desbaratados pelo intenso fogo da artilharia dos navios portugueses, vendo-se obrigados e fugir para o mar pelo outro extremo do canal.
Entretanto uma das naus de Diu tinha sido afundada, tal como as dos Rumes, a tiro de canhão. Todas as outras naus bem como os galeões foram sendo sucessivamente tomados à abordagem. Por fim só resistia a grande nau de Diu em que os nossos, por mais esforços que fizessem, não conseguiam entrar. Tiveram por isso que se resignar a afundá-la com a artilharia. A batalha chegara ao fim com uma estrondosa vitória dos Portugueses.
A batalha de Diu de 1509, a mais emblemática da História da Marinha Portuguesa foi uma das raras batalhas navais em que a armada vencida foi totalmente aniquilada. No entanto sob o ponto de vista táctico representa um retrocesso por parte dos Portugueses, atendendo a que voltaram a dar maior importância ao combate à abordagem do que ao combate de artilharia. Sob o ponto de vista estratégico foi o factor que, acima de qualquer outro, criou as condições que permitiram a Afonso de Albuquerque conquistar Goa em 1510, Malaca em 1511, entrar no mar Vermelho e obrigar o Samorim de Calicut a pedir a paz em 1513 e tornar-se definitivamente senhor de Ormuz em 1515.
Mais, sobre a Batalha Naval de Diu, aqui.

Bispo negacionista não pede desculpa

via Entre as brumas da memória de Joana Lopes em 07/02/09
«Un évêque qui a mis en cause l'existence de chambres à gaz dans les camps d'extermination nazis a refusé, pour le présent, de revenir sur ses affirmations, malgré un appel du Vatican.»

Vale a pena ler os argumentos deste... (não encontro substantivos decentes) e aguardam-se os próximo capítulos desta novela.
***P.S. - Aqui, excertos da entrevista que Richard Williamson deu a uma estação de

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Livros da Quinta

via Revisionismo em Linha de Johnny Drake em 05/02/09
Weather Matters: An American Cultural History Since 1900 - O livro, resumidamente, aborda quatro mitos sobre o Clima. Curiosamente, encontramos aqui um artigo que aborda "quatro verdades sobre o Clima que não podemos ignorar"...

The Medieval Prison: A Social History - A prisão moderna é comummente pensada para ser a fruta de uma "penalogia" de Iluminação em que se realçam a capacidade do homem reformar a sua alma. A Prisão Medieval desafia esta visão, traçando o surgimento da instituição num período inicial muito anterior ao século XIII e fornecendo-nos uma rara visão da prisão medieval.

Podem ler mais sobre este livro aqui.

"A Queda de Berlim – 1945" - "Eles Violavam Qualquer Mulher Alemã, Dos 8 aos Oitenta" - Antony Beevor é o autor deste livro já com alguns anos, mas sempre actual pela sua pertinência e frontalidade: a queda de Berlim e o enorme crime de guerra cometido pelos Soviéticos.

Fazendo de novos factos retirados de antigos arquivo Soviéticos, da antiga República Democrática Alemã e ainda Americanos, Ingleses, Franceses e Suecos, Antony Beevor reconstruiu as experiências vividas por milhões de indivíduos apanhados no meio do pesadelo do colapso final do Terceiro Reich, "A Queda de Berlim – 1945" é um testemunho terrível que fala de orgulho, de estupidez, de fanatismo, de vingança e de brutalidade, mas é também o testemunho sobre a resistência, a abnegação e a sobrevivência. Pode ler mais sobre este livro aqui.
O livro encontra-se disponível, em Português, na Bertrand, mas, curiosamente, não na FNAC.
Pode encomendar a versão original aqui.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Fotografias panorâmicas de todo o mundo

Uma maravilha!...
Rui Moio

via Links Interessantes de noreply@blogger.com (Alberto Vale) em 03/02/09

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Corrija as maiúsculas e minúsculas do texto

via TECNOFAGIA de Tecnofagia.com em 28/01/09
[Cursos online Tecnofagia.com: tecnofagia.com/cursos] Digamos que você tem um texto extenso e todo em maiúsculas. Como corrigir para que apenas as primeiras letras das...

- [leia o artigo completo]

O massacre de Batepá

via Caminhos da Memória de Diana Andringa em 04/02/09
Ontem, 3 de Fevereiro, passaram 56 anos sobre os acontecimentos que ficaram conhecidos como Massacre de Batepá. Agitando o perigo de uma conspiração comunista visando criar um governo dos nativos de S. Tomé, o governador Carlos Gorgulho fomentou uma onda de repressão que resultou num número ainda hoje indeterminado de mortos. Muitos foram abatidos a tiro, [...]

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