domingo, 7 de dezembro de 2008

Cuadernos Livingstone. Experiencias de viajeros

via quaderndeviatges de Francesc Remoli em 12/11/08

Desde la Editorial UOC, con Lluis Pastor como director, nace niberta, un nuevo sello editorial que engloba algunas nuevas colecciones. Es el caso de Cuadernos Livingstone. Experiencias de viajeros.

Con esta nueva colección de libros se persigue recobrar el verdadero sentido del verbo viajar, recuperando su relevancia como vía de conocimiento, y divulgar las experiencias de viajeros intrépidos, de viajeros en definitiva como tú y como yo. Todos tenemos un gran explorador en nuestro interior y todos podemos ser protagonistas de las más insospechadas y hermosas aventuras antes sólo reservadas a unos pocos. Esta colección recoge estás experiencias y las sirve de forma amena y cómoda, en volúmenes asequibles y atractivos. Una literatura activa que sirve otra manera de viajar o, mejor dicho, una forma de revivir apasionantes viajes y aventuras.

viajes y viajeros
Viajes y viajeros… La aventura de viajar. Desde los orígenes hasta nuestros días, es el primer volumen de la colección Cuadernos Livingstone. Sus autores son Jordi Serralonga y David Rull.

Hoy no es raro que cualquiera de nosotros relacione los conceptos de viaje y viajero con la cultura del ocio y la industria que se deriva. Pero la dimensión del viaje y el viajero, incluso en el mundo contemporáneo, es mucho más amplia y diversa. La humanidad jamás ha abandonado las mismas necesidades, inquietudes y objetivos que nuestros antepasados imprimieron al hecho de viajar: supervivencia, exploración, conocimiento…Y es que viajar es una actividad inherente al ser humano. En este libro se presentan algunos viajes y viajeros -no están todos ni pretenden ser los más importantes- que inspiran una original reflexión, por parte de los autores, sobre la evolución del concepto de viajar desde los orígenes hasta nuestros días.

Jordi Serrallanga es arqueólogo y naturalista. Dirige diferentes proyectos y expediciones de campo (Arqueología, Primatología, Etnología y Evolución) en varias regiones del planeta: África, América, Australia y Europa. Ha sido profesor de Prehistoria, Etnoarqueología y Evolución de la conducta humana en la Universitat de Barcelona (UB), y hoy es director de HOMINID Grupo de Orígenes Humanos del Parque Científico de Barcelona-UB, a la vez que asesor del Museo de Ciencias Naturales, el Museo Etnológico de Barcelona y el Museo de Arqueología de Catalunya. Premio de investigación de la Sociedad Geográfica Española y fundador, así como guía de expediciones, de Ciencia y Aventura. Ha escrito libros (Los Guardianes del Lago. Diario de un arqueólogo en la tierra de los maasai), artículos y guiones televisivos sobre viajes y la aventura de la ciencia. También es consultor de Prehistoria de la UOC y coautor y docente del curso "Viajes y Viajeros" del Programa de viajes de la UOC.

David Rull es licenciado en Filosofía (UAB) y Máster en Estudios Orientales–Egiptología (IEPOA–UAB). Investigador y profesor colaborador del Institut d'Estudis del Pròxim Orient Antic (UAB) y consultor de la UOC. Es especialista en religión y mentalidad egipcias y, actualmente, se dedica a la traducción y el estudio de los "Textos de las Pirámides". Es autor de artículos especializados y, también, de divulgación sobre el antiguo Egipto (GEO). Desde hace casi de diez años se dedica a asesorar, organizar y guiar viajes y expediciones culturales a Egipto, el norte de África y el Sáhara para diversas agencias y empresas especializadas. A parte del continente africano y sus desiertos también ha viajado por diversos lugares de Asia como la India, Tibet y Nepal.Tambien es coautor y docente del curso "Viajes y Viajeros" del Programa de viajes
de la UOC.

As três línguas da revista

«Manga Ancha é uma revista trilingue, impulsionada por um colectivo de professores espanhóis, marroquinos e portugueses que pretende contribuir para a criação de pontes entre os três países vizinhos, criando um espaço de encontros e de difusão de escritas periféricas»
via Mundo Pessoa em 03/12/08
A revista de literatura Manga Ancha será apresentada no dia 5 de Dezembro, pelas 18h30, na Casa Fernando Pessoa, por representantes do colectivo, de Portugal, de Espanha e de Marrocos, que farão algumas leituras em português, em espanhol e em árabe. Manga Ancha é uma revista trilingue, impulsionada por um colectivo de professores espanhóis, marroquinos e portugueses que pretende contribuir para a criação de pontes entre os três países vizinhos, criando um espaço de encontros e de difusão de escritas periféricas. O número zero foi dedicado sobretudo à poesia, o seguinte (na imagem), ao conto, e neste deu-se liberdade quanto ao género, apenas solicitando-se aos autores que escrevessem sobre um dos três países vizinhos, um olhar sobre o outro. Independentemente da língua de criação, todos os textos estão apresentados nas três línguas. A revista dedica também um espaço às artes visuais. O presente número está ilustrado com obras de pintores contemporâneos marroquinos.

Odetta Holmes (1930-2008)

via Caminhos da Memória de Joana Lopes em 06/12/08
Morreu no passado dia 2 de Dezembro aquela que ficou conhecida como «A voz do movimento dos direitos cívicos» nos EUA. O seu nome ficou para sempre ligado a «Oh, Freedom» que cantou em 3 de Agosto de 1963, na manifestação de Washington em que Luther King proferiu o seu célebre discurso «I have a dream». Odetta [...]

Interessante...

via FALANGISTA CAMPENSE de Francisco Pereira em 30/11/08
Do "sitio" Abril Prisões Mil

O "25 de Abril" queimou livros das escolas

Despacho assinado pelo secretário de Estado da Orientação Pedagógica, Rui Grácio, de 17 de Outubro de 1974: «Tendo sido informado de que nas Bibliotecas dos estabelecimentos de ensino existe quantidade apreciável de livros e revistas de índole fascista, determino que seja elaborada uma circular ordenando a destruição das publicações com esse carácter, depois de arquivados um exemplar, pelo menos, de cada revista e alguns livros a seleccionar, que fiquem como documento ou testemunho de um regime.»Em 26/3/75, a directora-geral da Educação Permanente, Maria Justina Sepúlveda Fonseca, anuncia aos encarregados das bibliotecas, através da circular nº 1/75, que "é chegada a oportunidade" de se passar, "com urgência", ao "saneamento dos livros que não reúnam condições ideológicas, literárias ou técnicas para continuarem a ser dados à leitura".Nesse período eram ministros da Educação: Vitorino Magalhães Godinho e Major António Emílio da SilvaEntre os autores a cujas obras foram queimadas em algumas escolas, cumprindo as ordens das autoridades escolares, estavam as dos historiadores António Matoso e José Hermano Saraiva (Ministro da Educação Nacional 1968-1970) que declarou ao Publico em 24/7/05: «Os professores em geral não queriam [cumprir as instruções do Ministério] e muitos guardaram os livros. Mas quem é que ousava protestar sem ser logo caluniado? Eu próprio não o fiz. Era pobre, não tinha nenhuma reforma, e concerteza que me mandavam para Caxias. Tinha amigos lá presos por menos do que isso. Até 25 de Abril de 1974 havia 88 presos em Portugal; três meses depois eram três mil. A liberdade acabou com o 25 de Abril».

E ainda dizem que o regime "fascista" perseguia as pessoas...
Parabéns ao administrador do "Abril Prisões Mil"

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Gerenciamento de projetos online (grátis)

via TECNOFAGIA de Tecnofagia.com em 04/12/08
O sucesso de um projeto depende em grande parte do seu gerenciamento. No artigo de hoje, um gerenciador de projetos online, gratuito, completíssimo e em português. Não perca. Se você gerencia um time, ou quer apenas organizar melhor suas próprias atividades, um bom software de gerenciamento de...

... [Leia o artigo completo]

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Luís Graça & Camaradas da Guiné: Guiné 63/74 - P3340: Os nossos camaradas guineenses (1): O meu tributo (José Martins, ex-Fur Trms, Nova Lamego e Canjadude, CCAÇ 5, 1968/70)

Fonte: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné

Precisamos muitos "José Martins" para mudar o rumo desta agulha que há décadas nos oprime e nos humilha. Como foi possível que tão poucos (ainda por cima, maioritariamente militares de carreira) tivessem traído tantos, o nosso povo do Minho a Timor!?...
Obrigado José Martins
Rui Moio

IGNARA#GUERRA COLONIAL - Apresentações

via FÓRUM IGNARA#GUERRA COLONIAL de Susana em 28/11/08

#O LADO AFRICANO

A segunda fase, que agora se apresenta, procura, fazendo uso de material similar ao «Fazer o Trabalho de Casa», traçar um retrato mais «fiel» dos Movimentos Independentistas (e seus intervenientes) que durante 13 anos se sublevaram contra o Estado Novo Português. A primeira apresentação de «IGNARA#O LADO AFRICANO» (em co-produção com a Associação Cultural Alagamares), está agendada para o dia 11 de Dezembro (Quinta-feira) no Bar 2 ao Quadrado, em Sintra, às 22 horas.
#CONCLUSÃO
Do cruzamento do resultado destas duas apresentações (e discussão – em sede de Fórum de IGNARA#GUERRA COLONIAL- daí decorrente) resultará uma conclusão acerca das razões por que somos ignaros da guerra colonial. Talvez que, mercê dessa socrática assunção, possa surgir o princípio do seu oposto: sermos cidadãos mais esclarecidos de um País reconciliado com o seu passado. Relatos de pós-memória (na perspectiva de filhos de ex-combatentes), reencontro de ex-combatentes de ambos os lados, ou, o fenómeno de edição de textos memoriais sobre a guerra colonial, serão, entre outros, alguns dos temas em apreço. A primeira apresentação de «IGNARA#CONCLUSÃO» (em co-produção com a Associação Cultural Alagamares), está agendada para o dia 18 de Dezembro (Quinta-feira) no Bar 2 ao Quadrado, em Sintra, às 22 horas.
11 DE DEZEMBRO |#O LADO AFRICANO | 22h
18 DE DEZEMBRO| #CONCLUSÃO | 22h
[Entrada livre]
Ficha Artística e Técnica
Direcção, interpretação e dramaturgia|Filipe Araújo, Susana Gaspar, Paulo Campos dos Reis Grafismo|Alex Gozblau Produção executiva|Pedro Alves Produção|teatromosca Co-produção|Associação Cultural Alagamares Parcerias|Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Núcleo de Sintra da Delegação de Lisboa da Associação dos Deficientes das Forças Armadas Apoios|Câmara Municipal de Sintra, 5àSEC (Rio de Mouro), Sporting Clube de Lourel, Junta de Freguesia de Santa Maria e S. Miguel, Utopia Teatro, Casa de Teatro de Sintra e Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

«FAZER O TRABALHO DE CASA»

via FÓRUM IGNARA#GUERRA COLONIAL de Susana em 28/11/08
IGNARA#GUERRA COLONIAL

Desde Abril de 2007, o teatromosca vem produzindo um projecto teatral que compreende a pesquisa, análise e apresentação de conteúdos subordinados a um dos mais importantes temas da História Contemporânea Portuguesa: A Guerra Colonial. «IGNARA#GUERRA COLONIAL», assim se designa o projecto, está dividido em três fases de trabalho, correspondendo cada uma delas, a derivações sobre o tema geral aduzido.

A primeira fase, concluída em Maio de 2008, designada «FAZER O TRABALHO DE CASA», apresentou o seguinte material:

a) Historiográfico – citações de compêndios de história sobre a génese do conflito que opôs o Estado Novo às forças independentistas Africanas.
b) Ensaístico – validação da tese «a Guerra Colonial é ainda hoje um tema ignorado/esquecido/silenciado» (por via da citação e/ou recolha testemunhal de diversos ex-combatentes/autores.).
c) Fotográfico – Pesquisa, recolha e selecção de fotografias de guerra emblemáticas.
d) Literário – Pesquisa, recolha e selecção de textos literários que a crítica especializada vem considerando como os mais representativos sobre o tema.
e) Internet – Pesquisa, recolha, selecção e edição de material on-line, trabalho que culminou com a criação de um pequeno centro de documentação virtual designado: FÓRUM IGNARA#GUERRA COLONIAL, cujo endereço é http://projectoignara.blogspot.com/.

«FAZER O TRABALHO DE CASA» apresentou-se entre Abril e Maio de 2008 no Núcleo de Sintra da Delegação de Lisboa da Associação dos Deficientes das Forças Armadas, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e na Biblioteca Municipal de Sintra – Casa Mantero (em co-produção com a Associação Cultural Alagamares), e todas as sessões foram seguidas de debate com o público presente.

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