Jovens querem ensino superior no Cuito Cuanavale
Nota pessoal
Ensino superior para o Cuito Canavale, já!?
Moio
Aqui coloco notícias, sites, artigos publicados na net, em jornais ou em revistas científicas e, por vezes, digo o que me vai na alma. Participa, opina, tece os teus comentários...
Nota pessoal
Ensino superior para o Cuito Canavale, já!?
Moio
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Rui Moio
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3/26/2008 07:00:00 da tarde
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Marcadores: Educação
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3/25/2008 03:59:00 da tarde
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Marcadores: Doença/Saúde
Mota Pessoal
O meu aplauso também.
Moio
Esta tribuna é, como sabem, unipessoal (como se diz na linguagem societária), ou seja é minha e, nessa conformidade, espelha e traduz as minhas opiniões.
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3/25/2008 03:57:00 da tarde
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Marcadores: Biografias, Política
Capitão da Índia (século XVI), participou na armada de D. Garcia de Noronha. Tomou parte na expedição ao Suez e na acção de auxílio a Diu. Teve, posteriormente, um desempenho pouco digno ao deixar Adém exposta a um violento ataque dos turcos. Mesmo assim, foi nomeado capitão de Cananor onde, mais uma vez, mostrou fraqueza ao enclausurar-se na fortaleza quando os maometanos atacaram a cidade.
(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)
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Rui Moio
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3/25/2008 03:13:00 da tarde
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Marcadores: História
Guiné-Bissau > Bissau > Hotel Palace > Simpósio Internacional de Guiledje, 1-7 de Março de 2008 > 4 de Março de 2008 > Painel 1 (Guiledje e a Guerra Colonial / Guerra de Libertação). Moderador: João José Monteiro (Reitor da Universidade Colinas do Boé) > 16h30-17h00: Comunicação de Coutinho e Lima (Coronel do Exército Português na reserva e ex-comandante do COP 5 ): Factores considerados para tomar a decisão da retirada das forças armadas e da população, do aquartelamento de Guiledje: relato histórico do ex-comandante do COP 5. Vídeo com o final da comunicação (4' 54'').
Vídeo: © Luís Graça (2008). Direitos reservados. Vídeo alojados em: You Tube >Nhabijoes
1. Por merecer um outro destaque, volta a publicar-se o comentário do Joaquim Mexia Alves ao poste de hoje, 23 de Março de 2008 > Guiné 63/74 - P2678: Simpósio Internacional de Guileje: Comunicação de Coutinho e Lima (2): A dolorosa decisão da retirada de Guileje
Vd. anteriores postes desta série Fórum Guileje (1):
Não tenho elementos para rebater a justeza desta tomada de decisão, outros os têm, mas até pelo que aqui está escrito, não concordo com ela e com o panegírico que dela se faz.
Tenho lido, esta é a minha opinião, alguns dos últimos textos colocados aqui na Tabanca Grande, com algum desconforto, algum desagrado.
Assisto, volto a repetir que é a minha opinião, a um endeusamento do PAIGC e a um apoucamento das Forças Armadas Portuguesas, mitigado pela concessão de algumas benesses, como que a apaziguar vozes discordantes.
A reconciliação, que eu quero, desejo e abraço, faz-se pelo respeito mútuo e não pela tentativa de engrandecer um e diminuir o outro.
Se reconheço com toda a facilidade a superior organização do PAIGC (sobretudo em comparação com Angola e Moçambique), bem como a sua bem delineada e executada diplomacia e propaganda no estrangeiro, cheia de sucesso, e sobretudo a tenacidade, heroicidade, sacrifício dos seus combatentes, personificados nessa figura que é Nino Vieira, o agora tão atacado Presidente da Guiné (o que faz a politica?!), não deixo de reconhecer a tenacidade, heroicidade, espírito de sacrifício, do português anónimo lançado numa guerra longe da sua casa, da sua terra, em condições tão adversas como um clima insuportável e uma estratégia que envolvia o enquadramento de populações e ocupação de espaço, contra uma guerra de guerrilha que se baseia no atacar e fugir.
Já o disse uma vez e volto a repetir: A frase A guerra da Guiné estava perdida, é apenas, no meu entender uma frase que nem por ser muitas vezes repetida se torna verdade. Foi usada por todos com diferentes finalidades: (i) O PAIGC muito bem na sua propaganda no estrangeiro;
(ii) Os altos comandos tentando obter mais homens e meios e também numa visão mais longínqua querendo levar a uma mudança de política em Portugal.
O PAIGC, muito bem, fez um esforço de guerra em dois ou três pontos bem escolhidos do território e conseguiu algum ascendente que soube muito bem explorar, mas a verdade é que no resto do território, sobretudo no chamado Leste, a guerra era muito esporádica e a estrada vital Xime/Nova Lamego fazia-se sem qualquer problema, por exemplo.
A política fez a guerra, a política acabou a guerra, e esta é a verdade!
Volto a repetir que a política é uma coisa e a guerra outra, embora estejam umbilicalmente ligadas.
Sou contra a guerra, contra esta guerra, contra todas as guerras, que não haja dúvidas, mas os homens com quem combati, portugueses e guineenses, de um e do outro lado merecem o respeito devido à sua memória.
Não podemos querer que um abandono de uma posição, Guilejee, se transforme na vitória de uma guerra, como nunca transformaríamos a destruição de tantas bases do PAIGC ao longo da guerra, numa outra vitória.
Se alguma coisa me faz dizer que não perdi dois anos da minha vida numa guerra, foi o facto de ter conhecido um povo e um país que amo, a Guiné, e de ter tido o privilégio de ter combatido com homens portugueses e guineenses que deram o melhor de si, se excederam em generosidade e entrega e merecem portanto todo o meu respeito, por isso, com frontalidade, mas muita amizade, escrevo o que agora escrevi.
Enquanto não formos capazes de deixar de lado a política, o politicamente correcto, e nos abraçarmos olhos nos olhos, com o respeito mútuo de quem reconhece que ganhámos todos e ninguém perdeu, a não ser aqueles que por lá ficaram e a quem presto a minha homenagem, poderemos descansar os nossos corações e as nossas vidas, pacificando o passado e abraçando o futuro.
Com um abraço amigo do
Joaquim Mexia Alves
Ex-Alf Mil Op Esp,
Dez 1971 / Dez 1973
CART 3492 / BART 3873 (Xitole / Ponte dos Fulas),
Pel Caç Nat 52 (Bambadinca, Ponte Rio Udunduma, Mato Cão),
CCAÇ 15 (Mansoa )
2. Comentário de L.G.:
A publicação, no nosso blogue, da comunicação do Cor Art na Reserva Coutinho e Lima, apresentada no Simpósio Internacional de Guileje, Guiné-Bissau, Bissau, em 4 de Março de 2008, não implica da parte dos editores qualquer manifestação de concordância ou discordância em relação à decisão que ele tomou, na sua qualidade de então comandante do COP 5, de abandonar Guileje, em 22 de Maio de 1973...
Coutinho e Lima teve na altura (e continua a ter ainda hoje) os seus apoiantes e os seus detractores. Não nos compete, enquanto editores do blogue, fazer um juízo de valor sobre o comportamento deste oficial superior, diabolizado por uns, endeusado por outros. Como novo membro da nossa Tabanca Grande, ele tem o direito de apresentar o seu ponto de vista, privilegiado, já ele que foi actor dos acontecimentos de que fala...
Propositadamente não fizemos nenhum preâmbulo à sua comunicação. Não o quisemos sequer comparar com ninguém nem evocar situações eventualmente análogas, como a do General Vassalo e Silva (1899-1985), o último Governador-Geral do Estado Português da Índia. Compete à História julgar os homens que fazem a guerra e a paz.
Qualquer um de nós é livre de ter uma opinião, serena, desassombrada, objectiva, sobre os acontecimentos da guerra da Guiné, incluindo a dramática decisão de retirar uma posição estratégica como Guileje, à revelia das ordens do Comandante-Chefe. É importante também deixar ouvir e saber escutar o ponto de vista (unilateral) dos protagonistas dos acontecimentos, sejam eles de um lado ou de outro da barricada. Guileje, como muitos outros episódios ou batalhas da guerra colonial / luta de libertação da Guiné-Bissau, não se pode resumir a um ponto de vista unilateral. Coutinho e Lima apresentou-se no Simpósio não na qualidade de historiador, de cientista social que não é, mas sim do antigo comandante do COP 5 que, para o bem ou para o mal, ponderados os prós e os contras, actuou como um cabo de guerra numa situação-limite, com plena consciência das consequências que, a nível pessoal e profissional, acarretaria uma decisão tão grave como a de abandonar Guileje, cercada por três corpos do exército do PAIGC.
___________
Nota de L.G.:
(1) Vd. postes anteriores desta série:
12 de Março de 2008 >Guiné 63/74 - P2626: Fórum Guileje (1): E Cameconde ? Cabedu ? E a nossa Marinha ? (Manuel Lema Santos / Jorge Teixeira / Virgínio Briote)
12 de Março de 2008 >Guiné 63/74 - P2628: Fórum Guileje (2): Nunca uma guerra foi feita de uma só batalha (Mário Fitas)
13 de Março de 2008 >Guiné 63/74 - P2629: Fórum Guileje (3): A Marinha esteve como peixe dentro de água no CTIG, e teve um papel logístico fundamental (Pedro Lauret)
14 de Março de 2008 >Guiné 63/74 - P2638: Fórum Guileje (4): Minas aquáticas em Bedanda (Ayala Botto)
15 de Março de 2008 > Guiné 63/74 - P2642: Fórum Guileje (5): Que sentido dar a esta vaga de fundo ? Da guinefobia à guinefilia (Hélder de Sousa / Luís Graça)
15 de Março de 2008 >Guiné 63/74 - P2645: Fórum Guileje (6): Antes que se esgote... Gandembel (Jorge Félix, ex-Alf Mil Pil Av Al III, BA12, Bissalanca, 1968/70)
16 de Março de 2008 > Guiné 63/74 - P2649: Fórum Guileje (7): A importância do Caminho do Povo (Paulo Santiago)
18 de Março de 2008 > Guiné 63/74 - P2662: Fórum Guileje (8): O nosso património histórico comum (Leopoldo Amado)
19 de Março de 2008 > Guiné 63/74 - P2666: Fórum Guileje (9): O Simpósio foi uma festa, uma grande festa! (Carlos Silva)
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Rui Moio
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3/25/2008 01:40:00 da manhã
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Marcadores: História
Depois de uma subita paragem durante o domingo de ontem, que foi dedicado à familia por ser o famoso Domingo de Páscoa, retomamos a semana e o normal funcionamento do Fique-Rico. Não queremos que os nossos leitores se desabituem!
Quando se inicia um projecto, seja ele um blog, website ou outro, é importante fazermos a nós próprios a pergunta mágica: Como é que vou conseguir fazer com que os meus visitantes voltem ao meu projecto no dia seguinte e nos próximos? Conseguindo responder a esta pergunta, estará certamente no caminho certo para o sucesso.
Uma estratégia de lucro e sustentabilidade requer uma percepção sólida sobre o que gera e direcciona mais tráfego e faz com que os seus visitantes o visitem repetidamente.
Bem como o que é que os faz querer recomendar o seu website a outra pessoa.
Podemos analisar um website ou blog como um restaurante. Praticamente todos nós sabemos o que gostamos e o que nos faz voltar a um determinado restaurante, correcto? O sabor da comida, o atendimento, o preço, etc. Tudo factores que nos farão regressar e/ou recomendar determinado restaurante.
A dificuldade de conseguir agradar a gregos e a troianos
Será provavelmente mais fácil definir e conhecer o que nos atrai num restaurante, do que propriamente o que fará os nossos leitores regressarem ao nosso website, correcto?
Que factores motivam a regressar a um website? O que motiva um dado leitor a clicar ou a navegar em determinadas páginas? É praticamente impossível conhecer e dominar os gostos de todos os nossos leitores.
Muitos dos seus leitores irão achar o seu website ou blog fascinante e uma verdadeira pedra filosofal nas suas vidas, enquanto muitos outros irão detestar e provavelmente nunca mais voltar. Os diferentes níveis de conhecimento, fazem com que os comportamentos sejam opostos e dessa forma totalmente imprevisiveis.
Portanto, como deverá agir? Na minha opinião penso que o caminho mais acertado será o de identificar alguns comportamentos dos seus leitores, através de ferramentas como o Analytics, e depois colocar conteúdos em forma de escala.
Colocar conteúdos para iniciantes, para utilizadores com conhecimentos médios e conhecimentos para os verdadeiros experts. Dessa forma será possível agradar a uma maior vasta gama de leitores, correcto? Poderá começar por colocar conteúdos para iniciantes. Explicar como se instala o Wordpress por exemplo, ou dar a conhecer produtos e serviços de baixo custo que poderão ajudar quem está a começar. Isto obviamente, dentro da área online e a título de exemplo.
Se correr uma página sobre roupa, provavelmente não terá muito interesse ensinar os seus leitores a instalar o Wordpress.
Desenhar uma Ideia e criar um Modelo de Sucesso
A construção e desenvolvimento de uma ideia, estará sempre dependente da sua estratégia para fazer dela um sucesso, para atrair até si tráfego, para atrair leitores, etc.
Ultimamente tenho desenvolvido alguns projectos profissionais e pessois, e por melhor que sejam, se não houver uma forte componente de marketing e desenvolvimento, dificilmente irão ter sucesso.
Já deixei por terra alguns projectos que achei potencialmente muito bons, quer por requererem um elevado investimento de construção, quer por envolverem um elevado investimento de marketing. Por vezes não temos a capacidade de resposta à pergunta: Como conseguirei eu atrair clientes e leitores ao meu website ou blog, mesmo actuando num nicho de mercado? Será o meu projecto efectivamente melhor ou diferente? Sem conseguir responder a estas perguntas, provavelmente o caminho será o insucesso.
Se tem um concorrente, que é o mais comum, tente perceber porque é que as pessoas, leitores ou clientes, gostam daquele projecto, porque é que elas voltam repetidamente lá, o que é que as atrai? De que forma uma marca constituida e sólida, é mais fiável que uma marca recente e fresca?
Algumas dicas de como atrair os seus leitores de forma repetitiva
Estas dicas poderão e deverão ser moldadas conforme o seu tipo de negócio, tipo de website, público alvo, etc.
Nunca se esqueça que nenhuma regra é à prova de bala. É importante saber de antemão que é praticamente impossível prever a forma de pensar e a percepção que os seus leitores têm do seu website.
Sendo assim, deixo-lhe algumas perguntas vitais, às quais deverá conseguir responder:
1. O seu produto ou serviço apresenta um preço competitivo?
2. O seu website é visitado por um volume considerável de pessoas, que justifique apelar à participação?
3. Como é que se sentiram 10 pessoas diferentes que visitam o seu website pela primeira vez?
4. Tem feito dos seus leitores e da facilidade de leitura uma prioridade no seu website?
5. Qual é a verdadeira qualidade do seu produto ou serviço? Analise o feedback.
6. Tem apresentado informação que é coerente com a suas keywords?
7. Agradece aos seus leitores ou clientes, directamente no seu website?
8. Os seus clientes ou leitores, são encorajados a participar?
9. Você oferece algum serviço ou ferramenta única que não possa ser copiada de forma alguma?
10. A sua informação é continuamente actualizada com os desejos e opiniões dos seus clientes ou leitores?
11. O seu projecto, o seu serviço e a sua forma de escrever são únicas?
12. Os seus objectivos têm sido coerentes com o que apresenta aos seus clientes ou leitores?
É importante saber responder a estas perguntas. A todas ou a uma grande parte delas.
Dessa forma será capaz de analisar e estruturar melhor a sua estratégia, de forma a garantir que os seus leitores voltam repetidamente e se sentem parte da sua comunidade.
Até Já.

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Rui Moio
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3/24/2008 12:40:00 da tarde
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Marcadores: Informática/Internet
![]() | O suspeito é acusado de hipnotizar os empregados das lojas e convencê-los a entregarem-lhe todo o dinheiro |
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Rui Moio
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3/24/2008 02:16:00 da manhã
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Marcadores: Psicologia
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Rui Moio
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3/24/2008 02:14:00 da manhã
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