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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Jovens cantam músicas tradicionais

Jovens cantam músicas tradicionais

via Portugueses de Malaca by Portugueses de Malaca on 7/12/10

A música "O malhão", é uma, entre outras músicas tradicionais portuguesas interpretadas no Bairro Português de Malaca, em ambiente de convívio.
A composição das letras e a melodia são tocadas de forma diferente, à moda deles, com criatividade e inovação.

Clique no play:


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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Guilhermina Suggia

Guilhermina Suggia

via A Matéria do Tempo by Fernando Ribeiro on 7/29/10


(Foto: Alvin Langdon Coburn)

Guilhermina Suggia (Porto, 27 de junho de 1885 - Porto, 30 de julho de 1950), de seu nome completo Guilhermina Augusta Xavier de Medin Suggia, foi uma grande violoncelista portuguesa, com ascendência italiana e espanhola por parte do pai. Dotada de um temperamento impetuoso, Guilhermina Suggia foi um dos maiores intérpretes do violoncelo no séc. XX, instrumento que tocava de maneira apaixonada e com o qual arrebatava as plateias que a ouviam. É de destacar que o seu talento e força de vontade foram tais, que se tornou na primeira mulher na história da música a profissionalizar-se como violoncelista.


Adagio para violoncelo e orquestra com harpa, sobre duas melodias judaicas (Kol Nidrei), op. 47, de Max Bruch (1838-1920), por Guilhermina Suggia

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domingo, 27 de junho de 2010

Cesária Evora - Besame Mucho

sábado, 26 de junho de 2010

Mãe Preta

via A Matéria do Tempo by Fernando Ribeiro on 6/25/10

Mãe Preta é uma canção que surgiu no Brasil na década de 30 do século passado, sobre o drama pungente de uma ama negra no tempo da escravatura. Com música composta por "Caco Velho" (Matheus Nunes) e letra de "Piratini" (António Amabile), Mãe Preta chegou a Portugal nos primeiros anos da década de 50 pela voz da fadista Maria da Conceição. Esta versão portuguesa foi um êxito colossal, que as rádios tocavam sem cessar e que as pessoas cantarolavam e assobiavam por todo o lado. Até que, de repente, a Mãe Preta deixou de se ouvir nas rádios. E as pessoas interrogavam-se sobre este silêncio subitamente instalado:


-- O que é que aconteceu à Mãe Preta, que nunca mais ouvi no rádio?

-- Não sabe? O Salazar proibiu.

-- Oh, que pena! Era tão bonita!

Entretanto, novos êxitos musicais foram surgindo, nas vozes de Amália Rodrigues, Maria de Lourdes Resende, Francisco José e outros. Mesmo assim, a Mãe Preta continuava presente na memória dos portugueses, com as suas palavras que a ditadura pretendeu calar:

Pele encarquilhada, carapinha branca,
gandola de renda caindo na anca,
embalando o berço do filho do sinhô,
que há pouco tempo a sinhá ganhou.

Era assim que Mãe Preta fazia.
Tratava todo o branco com muita alegria.
Enquanto na sanzala Pai João apanhava,
Mãe Preta mais uma lágrima enxugava.

Mãe Preta, Mãe Preta!

Enquanto a chibata batia no seu amor,
Mãe Preta embalava o filho branco do sinhô.

Poucos anos depois, tirando partido das saudades que as pessoas conservavam da canção Mãe Preta, Amália Rodrigues gravou um fado chamado Barco Negro, com um poema de David Mourão-Ferreira sobre a música da Mãe Preta. Este fado, que tem como tema o amor de uma mulher por um homem morto num naufrágio, foi um dos maiores êxitos de toda a carreira de Amália. Foi um êxito tão grande, que a letra original da Mãe Preta acabou mesmo por cair no esquecimento em Portugal.



Barco Negro, por Amália Rodrigues

Seria de esperar que, depois da queda da ditadura em 25 de Abril de 1974, a Mãe Preta reaparecesse em Portugal com a sua letra original, cantada por uma das novas vozes saídas após a Revolução. Porém, tal quase não aconteceu. O que aconteceu foi que as novas fadistas voltaram a cantar o Barco Negro, que Amália Rodrigues cantara, e não a original Mãe Preta, que Maria da Conceição tinha popularizado. Foi o que fez Mariza e foi o que fez, mesmo, o brasileiro Ney Matogrosso. No meio das várias vozes que cantaram de novo o Barco Negro, uma voz, pelo menos, se fez ouvir com a "velhinha" Mãe Preta: a de Dulce Pontes.



Mãe Preta, por Dulce Pontes

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ORIGENS DE MARCENEIRO - Fados do meu Fado

via Lisboa no Guiness by Vítor Marceneiro on 6/16/10
Fados da minha vida
O destino marca a hora, e chegou a hora de voltar às origens.
Sou natural de Alcântara, Lisboa, mas os meus bisavós paternos eram da Vila do Cadaval, (ver texto biográfico sobre meu avô).
Meu avô tendo nascido em Campo d´Ourique, Lisboa, sempre enalteceu as suas origens do Cadaval, incutindo em nós, filhos e netos também esse sentimento. Ler Mais


terça-feira, 18 de maio de 2010

ANITA GUERREIRO - Artista de Variedades

via Lisboa no Guiness by Vítor Marceneiro on 4/18/10
Bebiana Guerreiro Rocha Cardinali , actriz e fadista , que adoptou o nome artístico de Anita Guerreiro nasceu em Lisboa a 13 de Novembro de 1936, no Bairro do Intendente,
Com apenas sete anos, por ser uma das "miúdas", fadistas infantis que ficavam identificados com o bairro de onde vinham, passou a ser conhecida com "A Miúda do Intendente",
Aos quinze anos de idade, Anita Guerreiro concorreu ao passatempo do popular programa radiofónico "Comboio das Seis e Meia", onde obteve tal êxito que Marques Vidal logo a contratou para artista privativa do programa.
Em 1953 estreia-se no Fado profissional como contratada no "Café Luso".
Canta com garra e vivacidade que ainda antes de completar os vinte anos, era já vedeta de revista, género em que se estreou em 1955, na Revista " Ó Zé Aperta o Laço", é aliás no teatro de revista que obtém um dos seus maiores sucessos com a criação do Fado-canção " Cheira a Lisboa" em 1969 na Revista "Peço a Palavra", foi um tema que ficou na boca do povo e até aos dias de hoje. Pouco tempo depois deste sucesso colossal, Anita Guerreiro afastou-se da revista durante mais de uma década, apenas regressando em 1982.
Manteve-se entretanto activa como fadista, cantando em casas de fados e actuando no estrangeiro, foi ainda, proprietária de uma casa de Fados no Parque Mayer a "Adega da Anita".
Esteve radicada vários anos nos Estados Unidos da América, mas quando regressou não tinha sido esquecida, voltou rapidamente a ocupar o lugar que lhe pertencia no meio artístico,
Nos últimos anos tem desfilado vezes sem conta na Avenida, no grande espectáculo de Lisboa que são as marchas populares.
Anita Guerreiro continua ainda hoje a trabalhar e a ser muito acarinhada pelo público, continua a cantar em Casas de Fado e em espectáculos e participa regularmente em telenovelas e séries de comédia na TV.
CHEIRA A LISBOA
Letra de: César Oliveira
Música de: Carlos Dias

Lisboa já tem sol, mas cheira a lua
Quando nasce a madrugada, sorrateira
E o primeiro eléctrico da rua
Faz coro com a chinela da Ribeira
Se chove cheira a terra prometida
Procissões têm o cheiro a rosmaninho
Nas tascas das vielas mais escondida
Cheira a iscas com elas e a vinho

Estribilho

Um craveiro numa água-furtada
Cheira bem, cheira a Lisboa
Uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de mar

Lisboa cheira aos cafés do Rossio
O Fado cheira sempre a solidão
Cheira a castanha assada se está frio
Cheira a fruta madura quando é Verão
Nos lábios tem o cheiro dum sorriso
Manjerico tem o cheiro de cantigas
E os rapazes perdem o juízo
Quando lhes dá o cheiro a raparigas

Estribilho

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Grande concerto de José Campos e Sousa: São Nuno de Santa Maria - Por Portug...

via nonas by nonas on 11/18/09
Aí está!
Dias depois do concerto na Igreja do Sacramento e após o grande sucesso na Noite Condestabriana na Universidade Lusíada,
José Campos e Sousa volta ao palco na Sociedade Histórica da Independência de Portugal, no Palácio da Independência, sito no Largo de São Domingos, n.º 11, dia 4 de Dezembro, 6ª feira, às 18h, com a extraordinária colaboração do contrabaixista Gonçalo Couceiro Feio.
A não perder!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Barco Negro - cantado em Goa por Sonia Shirsat

Escutem a Sonia Shirsat, em Goa, a cantar o Barco Negro.
Viva este canto lindo da Lusofonia!
Como é triste ouvir-se ali o inglês, em vês do Português. Como será daqui a mais uns anos?
Um mundo que morre, que vai morrendo connosco...
Rui Moio


sábado, 7 de novembro de 2009

VERSU TÈ - música originária da ilha da Córsega

Convido-o a ouvir sons que vêm da Córsega e... diga lá se não parece que vêm da sua própria alma...
Rui Moio

Sítio de José Campos e Sousa

Venha assistir a 13 de Novembro próximo na igreja do Carmo a um concerto de José Campos e Sousa.Rui Moio

via nonas by nonas on 11/6/09

Como o seu bom amigo Rodrigo Emílio, tardou mas arribou!José Campos e Sousa já canta e encanta no seu sítio oficial.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

FALA COM ELA

via RADAR 97.8FM de radar em 30/10/09
itunes pic
Mariza é a convidada deste fim-de-semana. Com Inês Meneses

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

GERAÇÕES de MARCENEIRO na CASA A CESÁRIA

via Lisboa no Guiness de Lisboa no Guiness em 20/10/09
A Casa de Fados "A Cesária", situada na Rua Gilberto Rola em Alcântara, era uma tasca já desde o século XIX.
Já no século XX passou a ser uma casa de "prostituição", que na época eram autorizadas, funcionava com o nome de Bar Sábá. Tinha dois andares, em baixo bebia-se e acordava-se o preço com as "meninas", em cima havia dois quartos de curta permanência, á disposiçaõ dos interessados.
Mais tarde o seu proprietário Mário Lopes de Oliveira, aproveitando o edifício ter dois pisos, passou para o 1º piso a parte da "prostituição" criando para tal uma porta de entrada independente pela rua. No rés-do- chão abre uma casa típica com petiscos e onde se podia cantar o Fado com o nome "Casa A Cesária", a pouco e pouco começa a ter bastante afluência, principalmente aos fins de semana, em que iam pessoas para ouvir o Fado, e os próprios Fadistas apareciam, porque gostavam do ambiente.
Pouco tempo passado e as casas de prostituição são proibidas e obrigadas a fechar, o proprietário que mais tarde passou a ser conhecido pelo Mário da Cesária, como tem alvará de bar, consegue licença para ampliar a casa, o primeiro andar é aberto, ficando como uma varanda com visão para a divisão de baixo, que passou a ser o pátio das cantigas, era uma casa muito "castiça" quer pela decoração quer pela construção , pois dava a ideia que estávamos num pátio lisboeta, passando a dar Fado todos os dias.
Imagem do interior da casa retirada de um anúncio e ainda o painel em azulejo existente na parede da casa
Carlos Duarte uma noite na Cesária
Segundo a tradição, terá sido neste local, outrora uma "taverna" que Maria Cesária, terá cantado pela última vez em 1877.
Nos anos sessenta como já referi, passaram pela Cesária quase todos os fadistas da época, destacando-se o meu tio Carlos Duarte, que nunca foi profissional, mas ali ía todos os dias, aos dias de semana só até cerca de meia-noite, pois no dia seguinte tinha que ir trabalhar, aos sábados e domingos as "fadistisses" iam até de madrugada, acabando muitas das vezes, em que fadistas, empregados e clientes, acabavam no cacau da ribeira, até o sol nascer. (Grandes noites, ainda tive oportunidade de viver algumas delas, com o meu pai e o meu avô, o meu tio Carlos e o meu primo Valdemar).
Carlos Duarte canta "Vestido Azul"
Quando fui para o serviço militar em 1967, também já era por lá e pelo Timpanas mais ao lado, que eu ía continuando a dar os primeiros passos no Fado. Nesta altura, o Mário contrata o meu primo Valdemar Duarte, filho do meu tio Carlos Duarte (que faleceu em 1966), como gerente artístico e também para cantar.
Entretanto o meu primo Valdemar Duarte, casa-se e organiza a vida e demite-se da Cesária, nunca mais cantou, e foi pena pois cantava muito bem, na linha que nós todos da família comungamos, é o "ADN do Marceneiro", já tinha angariado bastantes admiradores, tenho muita pena que ele infelizmente não tenha nada gravado, mas o Fado está-lhe na alma, actualmente anda a aprender a tocar guitarra.
A Casa A Cesária fechou definitivamente as portas em 1977.
Há uma realidade que é inegável, é que os "Marceneiros", estiveram sempre com o FADO e no Fado.... E continuam
© Vítor Duarte Marceneiro
Carlos Duarte na Cesária a cantar e em convívio (1964)
Foto Valdemar Duarte a cantar na Cesária ao lado está a irmã Judite Duarte,
também filha de Carlos Duarte (1966)
Foto Tirada na Cesária em 1966
Da esquerda para a direita: Vítor Duarte Marceneiro, Aida Duarte (filha de Marceneiro), Aida Duarte (sobrinha de Marceneiro, filha de seu irmão Júlio Duarte), e seu marido Carlos
Seguem-se mais alguns elementoa relacionados com A Cesária:
Painel de Azulejos, a fachada do edificio actualmente, um copo gravado,

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pense Diferente

via Insistimento de Marcos Rezende em 07/10/09
Viva os loucos,
Os desajustados,
Os rebeldes,
Os desordeiros.
Os peixes fora d'água.
Os que veem as coisas de modo diferente.
Eles não gostam de muitas regras
E não respeitam o status quo

Você pode elogiá-los,
Criticá-los, endeusá-los ou
Difamá-los.
Só não é possível ignorá-los.
Pois eles provocam mudanças,
Obrigam a raça humana a evoluir.
Alguns podem vê-los como loucos,
Mas nós os vemos como gênios.
Porque aqueles que são loucos o suficiente
Pra pensar que podem mudar o mundo,
São os que, de fato,
O fazem.

domingo, 13 de setembro de 2009

Caminharei na presença do Senhor - canto em Cangamba

A igreja de Cangamba foi inaugurada em 1964 ou 1965. Levantou-se rapidamente, ao lado da avenida antiga de eucaliptos. Veio a guerra russo-cubana e a destruição da airosa vila mas... a semente da religião ficou com os sobreviventes.

Eis aqui um hino ao Senhor à maneira tão bela dos coros gentílicos dos kalutchazes. E a procissão percorre a linda e histórica avenida de eucaliptos...
Rui Moio



Ao fundo, por detrás do Padre de batina branca, vê-se terra vermelha e mato rasteiro e amarelo, talvez pronúncio de se estar na estação seca; o vetusto e majestático palácio do administrador desaparecera, fôra completamente destruído na batalha de Cangamba de 1983.
Pela observação das sombras constata-se que a procissão decorreu de tarde, pois o Sol está a ocidente, para as bandas da nascente do Cubanguí e do mar longínquo.
Rui Moio

Igreja da Cangamba, na sua planta original
Ao lado da torre sineira existiam campas portuguesas muito antigas e deterioradas, provavelmente, de portugueses que ali morreram ao tempo da Capitania-Mór dos Lutchazes.
Rui Moio

Igreja de Cangamba reconstruida - agora com telhado de zinco.
Rui Moio

Fonte: imagens obtidas na net

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

(mais) Uma oração na tarde.

Um momento de espiritualidade e de aprendizagem de inglês!
Rui Moio

via Um Jardim no Deserto em 08/09/09

Ask the Lord for help before it's too late - Pedir ajuda ao Senhor antes que seja demasiado tarde..


sábado, 5 de setembro de 2009

Arrepios musicais e picos emocionais

via Portal Rede Psicologia de Jorge Alves em 04/09/09
Arrepios musicais e picos emocionais
trompete-musicaMuitas pessoas experienciam arrepios quando ouvem música. Tal fenómeno tem sido estudado cientificamente, dando origem a achados interessantes como a associação entre estes arrepios e picos emocionais positivos.
Um estudo recente, recorrendo a medidas psicofisiológicas, corrobora a noção supracitada e revela que os estes "arrepios musicais" se constituem como um bom indicador de picos emocionais.
Link para o pdf completo do artigo: Chills as an indicator of individual emotional peaks.
Artigo publicado em: Portal Rede Psicologia
Arrepios musicais e picos emocionais
Leia também:

sábado, 8 de agosto de 2009

Mireille Mathieu / Josh Groban - Somewhere Over The Rainbow



Somewhere Over the Rainbow

Somewhere over the rainbow, way up high
There's a land that I've heard of
once in a lulliby

Somewhere over the rainbow, skies are blue
And the dreams that you dare to dream
really do come true

Some day I'll wish upon a star
and wake up where the clouds are far behind me
Where troubles melt like lemon drops
away above the chimny tops
That's where you'll find me

...Instrumental

Some day I'll wish upon a star
and wake up where the clouds are far behind me
Where troubles melt like lemon drops
away above the chimny tops
That's where you'll find me

Somewhere over the rainbow, skies are blue
And the dreams that you dare to dream
really do come true

quarta-feira, 10 de junho de 2009

'O sole mio: Trio Ginoble-Boschetto-Barone - Live

Uma amiga de há 40 anos enviou-me este vídeo com esta canção. Um "Sole mio" maravilhosamente cantado por um grupo de três adolescentes italianos. Convido-vos a partilharem comigo esta bela canção. 
Obrigado Rosária.

Rui Moio 



segunda-feira, 4 de maio de 2009

FALA COM ELA

via RADAR 97.8FM de radar em 04/05/09
itunes pic
A fadista Aldina Duarte é a convidada desta semana. Com Inês Meneses Originalmente emitido a 25 e 26 Abril, 2009

terça-feira, 21 de abril de 2009

O sucesso de Susan Boyle

via lusofolia de noreply@blogger.com (Toix) em 20/04/09

O sucesso de Susan Boyle é uma coisa bonita,
mas lembrou-me uma entrevista ouvida há alguns anos a Cesária Évora. Perguntava-lhe a jornalista o que achava do seu enorme sucesso, talvez um pouco tardio. Cesária encolheu os ombros e respondeu que o que gostaria mesmo era de ter um marido.

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