Aqui coloco notícias, sites, artigos publicados na net, em jornais ou em revistas científicas e, por vezes, digo o que me vai na alma. Participa, opina, tece os teus comentários...
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Sonda Messenger desvenda parte da face oculta de Mercúrio
Fonte: Jornal de Notícias de 30Out2008
Humanidade necessita de dois planetas Terra
Fonte: Jornal de Notícias de 30Out2008
Alto Zambeze - Wikipédia, a enciclopédia livre
Só em Angola havia trezentas e muitas circunscrições e algumas delas com áreas semelhantes às do Alto Zambeze.
O que éramos, o que somos hoje!... É triste, muito triste!...
Rui Moio
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Minas do rei Salomão foram localizadas na Jordânia
Eça de Queirós assinou a versão portuguesa de um romance britânico sobre este intrigante tema Arqueólogos norte-americanos crêem que um local desértico do Sul da Jordânia, Khirbat en-Nahas ("ruínas de cobre", em árabe), poderá conter as há muito procuradas minas do rei Salomão, sobre as quais o britânico Sir H. Rider Haggard escreveu em 1885 um romance que viria a ser traduzido e adaptado para português por Eça de Queirós; e por seis vezes transposto para o cinema. As descobertas ultimamente feitas sob a direcção de Thomas Levy, da Universidade da Califórnia, em San Diego, foram esta semana reveladas pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences. |
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Foram os Açores descobertos antes dos Portugueses?
Nota: Clique na imagem para a aumentarConferência a realizar pelo Professor Joaquim Fernandes no Próximo dia 30 de Outubro
integrada no Ciclo Porto Cidade de Ciência.
Itens relacionados:
"O Cavaleiro da Ilha do Corvo" de Joaquim Fernandes in Blogue "Carreiera da Índia" com comentários de Rui Moio
Investigador lança romance baseado em provas de que não foram os portugueses a descobrir os Açores in Jornal Expresso de 07Jul2008
Fotografia: Rui Ochôa mostra em álbum presença quinhentista portuguesa no mundo
O fotógrafo Rui Ochôa procurou captar e transmitir a forte presença portuguesa em África, Ásia ou Amesterdão que mostra num álbum que será apresentado segunda-feira em Lisboa.Em declarações à Lusa, Ochôa afirmou que o álbum - "Portugal, tão longe" - é o "corolário" de sete anos de viagens por locais onde estiveram os portugueses nos séculos XV e XVI."Este álbum é corolário de sete anos de viagens a acompanhar técnicos da Fundação Calouste Gulbenkian entre 1999 e 2006, em que se percorreu locais onde há património português", disse o fotógrafo.A sinagoga portuguesa de Amesterdão, Arzila e Safim, em Marrocos, S. João Baptista de Ajudá, no Benim, Mombaça, no Quénia, a Ilha de Ormuz no Sul do Irão, Goa, Sri Lanka ou Malaca, são alguns dos lugares fotografados."Eu tinha um dupla missão. Por um lado a parte técnica, fotografar o monumento como ele é, de cima, de baixo, este ou aquele pormenor, e depois a vertente mais jornalista que é o que eu sou", explicou."Nas minhas fotografias tive sempre esse cuidado, que tem a ver com os afectos e é uma característica minha: há sempre pessoas nas minhas fotografias. Em cerca de 90% das cerca de 200 fotografias do livro há uma presença portuguesa, é uma coisa muito típica em mim", disse.Entre os monumentos portugueses dos séculos XV e XVI figura a Igreja do Santo Rosário em Dacca, construída pelos frades agostinhos portugueses.Percorrer estes locais emocionou o fotógrafo, que gostava, "entre muitas coisas", de ser historiador."Várias vezes senti um grande orgulho de ser português. Não só pela presença portuguesa que nestes sítios continua a ser muito forte, até nas populações", observou Ochôa, citando o exemplo de Malaca."Num bairro de pescadores, de malaios, que nem sabem se calhar onde é Portugal, choram ao ouvir o hino de Portugal e eu ouvi cantarem o fado de Coimbra, com sotaque mas cantaram", recordou.Segundo o fotógrafo, "a presença portuguesa é muito forte" jogando-se ainda o chinquilho e outros jogos tradicionais portugueses."As pessoas ao verem-me com a máquina acercavam-se de mim e vinham dizer-me que tinham um apelido português como Rodrigues, ou outro. Eles vêem Portugal como uma segunda pátria", referiu.Um dos locais mais visitados é a estátua de S. Francisco Xavier "onde vão milhares de jovens, turistas e religiosos".A Fé Cristã, segundo o autor, foi uma das "coisas boas" que os portugueses deixaram naquelas paragens, ao lado de outras, pois "somos capazes do bom, do melhor e do pior".Este "apego" a Portugal deve-se ao facto, segundo Ochôa, de "os portugueses não terem apenas passado, mas permanecido, deixado sementes, terem-se miscenizado com as populações locais".Em Malaca, onde, entre outros monumentos, existe o Convento de S. Francisco, os portugueses são conhecidos como "cristangues".O álbum, que será apresentado no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, é constituído por 300 páginas."A abrir há o poema `Força Albuquerque` de Miguel Torga que fala rigorosamente para as minhas fotografias. Imaginei um design muito rico para ele", disse.Além do poema de Torga, "Portugal, tão longe" conta com um texto de Emílio Rui Vilar, presidente do Conselho de Administração da Fundação Gulbenkian, e um de Eduardo Lourenço que Ochôa qualificou como "uma pérola", além de um texto do próprio contextualizando as fotografias com notas e histórias das viagens."Todas as fotografias têm uma legenda feita por mim. Este não é apenas um álbum para ver, é também para ler", frisou.Rui Ochôa referiu ainda que é sua a concepção editorial do livro, um projecto que lhe ocupou dois anos a pensar e a perspectivar.A apresentação do livro na Gulbenkian estará a cargo do artista plástico José Guimarães.(via Lusa - RTP)
domingo, 26 de outubro de 2008
Estado quer exercer direito de preferência sobre cartas de Marcello
Leilão
sábado, 25 de outubro de 2008
Confessou crime antes de agressões [desaparecimento da Joana]
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Metafísica do Mal - Esquema das Origens de Todo o Mal
Rui Moio

1509 - A Batalha que Mudou o Domínio do Comércio Global
Apresentação da obra de Jorge Nascimento Rodrigues e Tessaleno Devezas
(sexta-feira, 24.10.2008)
Governo impede licenciados de recorrerem ao quadro de mobilidade especial
Despacho das Finanças quer evitar sangria de quadros
O ministro das Finanças quer evitar uma sangria de quadros qualificados da função pública e por isso não vai autorizar a passagem de técnicos superiores (licenciados) nem de funcionários de carreiras especiais (como os professores médicos, enfermeiros e juízes), para a situação de mobilidade especial, que lhes permitiria passar para o sector privado acumulando a nova remuneração com direito a uma subvenção pública mensal, revela o "Diário de Notícias" de hoje.quinta-feira, 23 de outubro de 2008
PS vota a favor na nova lei sobre benefícios dos combatentes no Ultramar
Militares Africanos
Mas, na realidade, a referência às unidades do Exército, não esquecendo os outros ramos das Forças Armadas, deve-se à impossibilidade de referir todos e cada um dos cerca de 7.500 militares africanos que combateram ao lado dos metropolitanos. Também há que referir as unidades de milícias, uma força paramilitar mal armada e muitas vezes mal instruída, assim como os caçadores civis, os guias, os carregadores, os assalariados e outros, que também prestaram uma valiosa contribuição no esforço de guerra junto das unidades militares.
Quando passei por aquela terra, na unidade em que servi, conheci soldados cujo número mecanográfico terminava em 61, ou seja, tinham sido alistados em 1961 e, há poucos anos, ao ler relatórios sobre a minha companhia, datados de 1973 e 1974, lá constavam soldados alistados naquele ano. Isto quer dizer que houve homens – soldados africanos - que cumpriram 13 anos de tropa o que equivale a 13 anos de guerra, e que, na realidade, é muito tempo.(...)»
Excerto de um texto de José Martins, publicado no blogue de Luís Graça e Camaradas da Guiné, intitulado "Tributo aos Combatentes Africanos". Recomendamos vivamente a leitura integral.
Cacimbados - A Vida por um Fio
no dia 15 de Novembro das 16:00 às 18:00.
Na Casa Municipal da Cultura
R. Pedro Monteiro em COIMBRA
Parabéns ao Manuel Bastos e ao seu blogue Cacimbo.
domingo, 19 de outubro de 2008
Um livro-bomba (1)

Segredos da nau quinhentista da Namíbia divulgados hoje
Um conjunto de mais de 4000 fotografias será apresentado hoje, na biblioteca do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar), em Lisboa, para comprovar o valor do espólio descoberto no interior de uma nau quinhentista portuguesa afundada na costa da Namíbia.
O arqueólogo português Francisco Alves, que participou nos trabalhos, não quis ontem quantificar o valor patrimonial do achado, referindo apenas que, "em 32 anos de arqueologia, foi a primeira vez que andei de joelhos no chão a encontrar moedas de ouro".Estas moedas do século XVI são apenas uma parte do espólio da nau. As equipas que procederam à escavação (num fosso a seis metros abaixo do nível do mar) encontraram dezenas de presas de marfim, 13 toneladas de lingotes de cobre, os restos de, pelo menos, seis canhões e centenas de quilos de utensílios de navegação e armamento, nomeadamente espadas, mas também pistolas.
Embora ainda sem confirmação oficial (os resultados dos trabalhos só hoje serão divulgados), estima-se que tenham sido retirados do local cerca de 20 quilos de moedas de ouro, bem como inúmeras moedas de prata e diversos lingotes do mesmo metal. Ontem, em declarações ao PÚBLICO, Francisco Alves - que esteve na Namíbia acompanhado do arqueólogo Miguel Aleluia - disse que "mais importante do que o valor patrimonial [falou-se que o espólio poderá valer 70 milhões de euros] é a escavação em geral".
A descoberta do navio foi anunciada em Abril, quando os funcionários da empresa diamantífera sul-africana De Beers encontraram uma estrutura de madeira de grandes proporções, assim como diversas grandes pedras redondas que, posteriormente, se concluiu serem canhões. No final de Setembro, também em declarações ao PÚBLICO, Francisco Alves alvitrou que a descoberta poderia ser a mais importante de África, logo a seguir aos achados arqueológicos do Egipto.
Descartada parece, para já, a hipótese de a nau ser a de Bartolomeu Dias, o primeiro navegador a dobrar o Cabo da Boa Esperança e que em 1500 naufragou na zona.
(Público, 17.10.2008)
A propósito desta descoberta, está também disponível vídeo de programa da RTP.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Juros das casas voltam a baixar
El texto digital
domingo, 12 de outubro de 2008
Quero ver a minha terra, Senhora
Faz 35 anos uma grande mentira
Faz amanhã 35 anos que a Guiné-Bissau, "sem Guiné e sem Bissau", proclamou unilateralmente a "independência". Corria o ano de 1973 e os "nacionalistas", em Angola e Moçambique, estavam confinados à irrelevância numérica e à absoluta insignificância estratégica e táctica. Haviam perdido a guerra. A URSS, a China e os ditos não-alinhados viravam-lhes as costas, depois de haverem tentado por três vezes aplicar um rumo esclarecedor à guerra de guerrilhas que aqueles moviam desde o início da década de 1960 contra o Exército Português. Em Moçambique, Samora Machel possuía mil guerrilheiros moçambicanos, numa Frelimo de 4000 efectivos recrutados na Zâmbia e Tanzânia. Em Angola, o MPLA já nem lutava, a FNLA confinava-se a uma ténue linha sobre a fronteira do Zaire e a UNITA tinha, contas feitas, cem guerrilheiros.