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Una parola dello Zingarelli al giorno: decàno

Martedì, 30 Gennaio 2007
La parola di oggi è: decàno

[vc. dotta, lat. tardo decanu(m), da decem 'dieci',
perché originariamente 'capo di un gruppo di dieci
uomini'; 1258]
A s. m.
1 Titolo di dignità nelle chiese cattedrali o collegiate
| Cardinale anziano con particolari funzioni nel Collegio
cardinalizio: 'cardinale decano'.
2 (f. -a) Chi per età o anzianità occupa il primo posto tra
coloro che esercitano certe professioni o ricoprono certi
incarichi: 'il decano del corpo diplomatico, del corpo
accademico' | La persona più anziana e autorevole di un
gruppo: 'il decano degli ex alunni'.
3 (astrol.) Decade.
4 Ufficiale romano che comandava dieci soldati.
B anche agg.
* Nella loc. "pera decana", (ellitt.) decana, V. pera (1).

Fonte: www.zanichelli.it

Tia Alice actriz de telenovelas

Sonhei com a tia Alice. Estava em Portugal e eu e muitos outros encontravamo-nos numa sala cheia de pessoas e todos os que ali estavam comungavam de uma mesma actividade, talvez estivéssemos a cumprir o serviço militar!?... Uma coisa é certa, todos nós estávamos ali, e quanto a mim gostosamente, por um objectivo nacional e patriótico. Um dia, recebemos em visita atrizes famosas e conhecidas de muitos aficcionados das telenovelas e no grupo vinha a tia Alice. Ao que parece, ela fizera parte do elenco de uma telenovela angolana. Era conhecida em Angola e previa-se que a telenovela também viesse a ser transmitida em Portugal. Não perdeu a oportunidade, estava em Portugal, integrou-se no grupo e ali estava, a publicitar-se a si própria, como se fosse já uma actriz conhecida do grande público!

Rui Moio. Jornal Íntimo de 28Jan2007

sábado, 27 de janeiro de 2007

Sabor do saber - Bibliotecas

http://intervox.nce.ufrj.br/~sivaldo/bibliotecas.html

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Biblioteca Nacional de Maestros - Argentina
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Poema "Instantes"

Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na verdade bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da sua vida.
Claro que tive momentos de alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver trataria de ter só bons momentos.
Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos, não percas o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda chuva e um pára-quedas.
Se voltasse a viver viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim de outono.
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres, brincaria mais com as crianças, se eu tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo.

Jorge Luiz Borges (poeta argentino)

As cinco razões que me levaram a Salamanca no verão de 1999

São cinco as razões que me levaram a visitar Salamanca no verão de 1999.
A primeira aconteceu, perante uma roda de amigos em Granada, quando eu manifestava a meu deslumbramento pela cidade, por ser pequena, estudantil e universitária e por ter a História que tem. Um dos membros do grupo convidou-me a visitar Salamanca pois, segundo ele, era também uma cidade pequena, acolhedora e com forte influência estudantil e universitária. Lá se encontrava a mais velha universidade de Espanha e situa-se perto da fronteira com Portugal... concluiu ele.
A segunda razão prende-se com o ter sido na Universidade de Salamanca que Cristóvão Colombro teve de apresentar perante uma assembleia de sábios a sua tese de que era possível ir à Índia, atravessando o Mar-Oceano.
A terceira razão prende-se com o facto de Miguel de Unamuno, este grande amigo espanhol de Portugal e dos portugueses, ter sido professor da vetusta Universidade de Salamanca.

A quarta razão foi a de conhecer ao vivo a enorme Plaza Maior da cidade, a maior senão a maior plaza maior de todas as cidades espanholas. Ao mesmo tempo gostaria de poder estar numa das muitas esplanadas que circundam o lugar para tentar sentir o que tão bem esprimiu um jornalista de O Correo Galego, quando num dia de 1997, sentado numa cadeira duma dessas esplanadas, assistia ao passar das estudantes com os seios a quererem saltar dos soutiens e com os umbigos trementes devido ao andar juvenil e gracioso. [1]

A quinta razão é de poder visitar o lugar onde viveu e morreu no princípio de 1999 o Gonzalo Torrente Ballester. Lembro-me bem desse dia. Recebi a notícia pela televisão, no Terreiro do Paço à hora do almoço. Natural do norte da Galiza, Ballester tornara-se também um salamantino. Foi a enterrar na Coruna. O cortejo partiu do um andar localizado na Gran Via, pertença da Ayuntamento, rumo à Coruna e o Miguel Biqueira amigo do escritor e a viver em Portugal fez questão de se encontrar em Salamanca nessa noite para acompanhar o féretro até à terra natal de ambos.

Rui Moio



[1] «as rapazas, ¡ ouh, as rapazas !, indo e vindo, desvestidas do inverno, tódolos seus corpos cheos de vida, rebentando os suéters escasos, os pantalóns axustados, os embigos turxentes, todo era unha eclosión de luz, un rebentar de vida, un estoupido de ledicia ...»
texto de Alfredo Conde Os outros días - Unha festa prós sentidos antes de regresar o inverno publicado em O Correo Galego de 17-06-97

Momentos de Clarice Lispector

Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém
que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui esta vida e nela temos
a chance de fazer aquilo que queremos.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar porque um belo dia se morre."

Clarice Lispector in site de Adonai Zanoni proprietário do Grupo Motivação em Rede

Vencerás

Não desanimes
Persiste mais um tanto.
Não cultives o pessimismo.
Centraliza-te no bem a fazer.

Esquece as sugestões do medo destrutivo.
Segue adiante mesmo varando
a sombra dos próprios erros.
Avança ainda que seja por entre lágrimas.
Trabalha constantemente.
Edifica sempre.

Não consintas que o gelo do desencanto
te entorpeça o coração
Não te impressiones à dificuldade.
Convence-te de que a vitória espiritual
é construção para o dia a dia.

Não desistas da paciência.
Não creias em realização sem esforço.
Silêncio para a injúria.
Olvido para o mal.
Perdão às ofensas.
Recorda que os agressores são doentes.
Não permitas que os irmãos desiquilibrados
te destruam o trabalho ou te apaguem a esperança.

Não menosprezes o dever
que a consciência te impõe.
Se te enganaste em algum trecho do caminho,
reajusta a própria visão e procura o rumo certo.
Não contes vantagens nem fracassos.
Estuda buscando aprender.

Não te voltes contra ninguém.
Não dramatizes provações ou problemas.
Conserva o hábito da oração
para que se te faça luz na vida íntima.
Resguarda-te em Deus
e persevera no trabalho que Deus te confiou.
Ama sempre, fazendo pelos outros
o melhor que possas realizar.
Age auxiliando.
Serve sem apego.
E assim vencerás


Francisco Cândido Xavier in Grupo "Motivação em Rede"

Wikisource - Biblioteca livre

«Wikisource rassemble des textes passés dans le domaine public ou publiés sous licence libre. À ce jour, Wikisource propose environ 3 000 textes en français de 906 auteurs, répartis en 22 103 pages.»
http://fr.wikisource.org/wiki/Main_Page:Fran%C3%A7ais

Cientista estuda homossexualidade ovina e enfrenta acusações

«Um cientista americano que pesquisou a homossexualidade entre ovinos luta agora contra as suspeitas de que seu trabalho pretende modificar o comportamento sexual dos humanos, informou hoje o jornal "The New York Times".
Charles Roselli, da Universidade de Saúde e Ciências do Oregon, examinou durante cinco anos os cérebros de ovelhas e carneiros para determinar possíveis fatores fisiológicos que expliquem por que cerca de 8% dos machos buscam relações quase exclusivamente homossexuais.»
Fonte: Notícias do yahoo de 25Jan2007

Escritos en el agua - La Soledad de José Francisco Martínez Lahoz

Si me pienso sin amigos, sin familia, sin relaciones personales, la vida me sabe a hueco, a vacío, a soledad y aislamiento ; me miro en el espejo de cada día, y si no encuentro la mirada cómplice y compañera, mis ojos se ponen a pedir disculpas a la historia, o quizás permiso a no sé quién ; me coloco lejos de la periferia y mi centro se transforma en huracán. Vivir una temporada en el desierto puede ser interesante, pero si se alargan los días y las horas, el camino se empacha de dunas y arena. Cierto espacio para la soledad es inevitable, incluso aconsejable para crecer por dentro. Tan de verdad es esto que alguna vez desembarcamos voluntariamente en una isla desierta. Otras, muchas más, nos lanzan a la fuerza -a pesar de nuestras protestas- a la casa deshabitada, ala habitación desolada o a la pequena e inmensa soledad. En medio de la multitud o en el ruidos de una fiesta, podemos estar solos ; en el agobio de una playa repleta de sombrillas o en la bulla de un supermercado, podemos estar solos ; en el trabajo, rodeado de compañeros, o en nuestro cumpleaños lleno de regalitos, podemos estar solos. Podemos, estamos y sabemos que estamos solos. Me acuerdo aquí de gente conocida cuyo aislamiento -voluntario e involuntario- les ha traído el dolor más profundo, la frustración más desagradable y la angustia más penosa. Son personas que viven entre nosotros, por supuestos en medio de nuestra sociedad, con una vida de reuniones y contactos, pero a las que con fronteras invisibles y límites apenas perceptibles hemos ido o se han ido ellos mismos distanciando del afecto y la ternura. El aislamiento enferma a la persona. Sin los demás no podemos llegar a nosotros mismos. Por eso se me saltan las lágrimas -no se si de risa o de pena ... más bien de pena- cuando conozco a alguien que presume de su capacidad de vivir solo y de no necesitar a nadie. Eso no es ningún acto de heroísmo. Lo fuerte es conseguir no quedarse solo, lo trabajoso es abrirse a los de fuera, lo encomiable es fiarse de los extraños, lo heroico, lo estrictamente heroico, es aventurarse al diálogo, a la amistad y al amor. En estos días calorosos y de fiestas nocturnas -felicidades, Costa Tropical, ¿creías que se me iba a olvidar?-, de marcha y fuegos artificiales, recuerdo que leí una vez una historia conmovedora sobre la soledad humana. Era más o menos así : un médico de un hospital de niños, de no sé que país sudamericano, se quedó, en vísperas de Navidad, trabajando hasta muy tarde. Cuando decidió marcharse quiso dar una última vuelta por las salas, para comprobar que todo iba bien. Hacia esto cuando sintió que unos pasos le seguían. Se volvió y descubrió que un niño enfermo estaba detrás suya. El médico se acercó y el niño rozó su cara con la mano. «Dígale a ... » susurró el niño. «Dígale a alguien que estoy aquí».

Fonte: La Soledad de José Francisco Martínez Lahoz

Os outros días - Unha festa prós sentidos antes de regresar o inverno

O sábado era verán en Salamanca, unha festa prós sentidos. A luz do sol, o ceo a penas limpo de nubes no que só uns poucos nimbus humilis, espallados e escasos, anunciaban o bo tempo, xunto ó refulxir da pedra de grao rosácea envolvéndoo todo, o ruxe-ruxe doce e ronroneante da vida humana... e as rapazas, ¡ ouh, as rapazas !, indo e vindo, desvestidas do inverno, tódolos seus corpos cheos de vida, rebentando os suéters escasos, os pantalóns axustados, os embigos turxentes, todo era unha eclosión de luz, un rebentar de vida, un estoupido de ledicia ... e a convicción de que un se vai volvendo vello, paseniñamente, pero vello, pois que son tales as causas que un aprecia e nellas se deleita.
Fonte: Alfredo Conde in O Correo Galego 17-06-97

Diabetes - Especialistas reúnem-se para debater doença

  • A cada 10 segundos morre uma pessoa vítima de Diabetes, ultrapassando a mortalidade por SIDA;
  • Quarta principal causa de morte nos países desenvolvidos;
  • A Diabetes afecta mais de 700 mil portugueses.
Após a aprovação da de uma Resolução das Nações Unidas que visa a consciencialização dos governantes de todos os Estados Membros acerca do flagelo mundial da Diabetes e centrará a atenção mundial sobre a necessidade de agir imediatamente, o VII Congresso Português de Endocrinologia apresenta-se como um momento crucial para o debate desta patologia em território Nacional.

Especialistas nacionais e internacionais terão a oportunidade de debater alguns dos elementos ligados aos objectivos definidos pelas Nações Unidades, como o aumento do conhecimento sobre a doença, o reconhecimento das suas consequências humanas, sociais e económicas, a implementação de um conjunto de estratégias para a redução dos custos inerentes a este problema, a identificação de grupos com necessidades especiais (crianças, idosos e grávidas) e a promoção de estudos e pesquisa sobre as possibilidades da cura e de novos tratamentos.

A Diabetes é uma doença crónica que tem graves implicações a nível cardiovascular, renal, amputações e/ou cegueira, afectando mais de 250 milhões de pessoas em todo o mundo e mais de 700 mil portugueses.

Fonte: Sáude.Sapo.pt -
23 de Janeiro de 2007

Sonho: acrobacias com um pequeno automóvel por uma parede vertical

Habitava temporariamente um quarto de uma hospedaria. Havia um corredor e de cada lado dele alguns quartos onde se acomodavam vários hóspedes em permanente mudança. No meu quarto, a cama de casal tinha a cabeceira junto à parede branca e a um canto do lado da porta havia uma cómoda onde guardava várias coisas, nomeadamente, uma câmara de video. Como o quarto era extremamente vulnerável, pois tinha de o deixar aberto quando saía para que se procedesse à sua limpeza e arrumação, vivia preocupado que alguém entrasse nele e me furtasse a câmara, que era o objecto mais valioso e querido que ali tinha.

Um dia, ao chegar ao quarto, encontrei a porta aberta e a cama de lencóis brancos ainda não tinha sido feita. Fui logo à cómoda e certifiquei-me aliviado que a câmara de vídeo ainda lá estava, arrumadinha no lugar onde a deixara.

Então, ao volante de um carro pequeno entrei no quarto e embiquei à parede pelo lado direito da cama. A viatura, com tracção às 4 rodas, galgou a parede a alta velocidade, circundou a cabeceira da cama e desceu pelo lado esquerdo.

A cena de galgar paredes verticais com uma viatura a alta velocidade é um assunto recorrente em muitos dos meus sonhos. Que quererá isto dizer???

Jornal Íntimo de 25Jan2007

A Matemática do Bem e do Mal

Fábio Chalub explica esta estranha ligação

« Será que conceitos tão humanos como o «bem» e o «mal» podem ser tratados matematicamente?»
Fonte: Rev. Ciência Hoje de 23Jan2007

Taxas de juro arrendondadas à milésima

A lei que impõe aos bancos o arredondamento à milésima da taxa de juro aplicada nos créditos à habitação com prestação mensal entra em vigor esta segunda-feira e vai reflectir-se numa ligeira descida na próxima prestação

O arredondamento da taxa de juro obrigatoriamente feito à milésima, quer para os contratos novos quer para aqueles que se encontram em execução, foi imposto pelo decreto-lei publicado no Diário da República de 22 de Dezembro, que entra esta segunda-feira em vigor.

Assim, a partir de agora, se a casa décimal à direita for um zero, a taxa de juro fica em 4,001%, se for um 6 fica em 4,002 por cento.

Fonte: VISAOONLINE 22 Jan. 2007

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Nota Pessoal

Para se criar uma loja onlne!...
Rui Moio

Bibliothèque malgache électronique (BME)

Bonjour à tous,

A dater de ce jour, nous hébergeons les livres électroniques publiés
par la Bibliothèque malgache électronique (BME), créé par Pierre, qui
est par ailleurs également membre actif de notre groupe.

Il y a 14 titres à ce jour. Le dernier paru «Madagascar à vol
d'oiseau» de Désiré Charnay, a été daté du 17/01/2007, de façon à
apparaître quelques temps sur notre page d'accueil. Les 13 autres
publications soit datées de novembre, décembre et janvier, et se
retrouvent, pour une partie, dans la page Ebooks.

Voici l'adresse du site la BME, sur lequel vous trouverez également
les liens de téléchargement de ces livres :
<http://cultmada. blogspot. com/>

Voici le détail des 14 titres :
1. Charles Renel. La race inconnue (1910)
2. Bulletin du Comité de Madagascar, 1re année, n° 1, mars 1895
3. Adolphe Badin. Une famille parisienne à Madagascar avant et pendant
l'Expédition (1897)
4. Bulletin du Comité de Madagascar, 1re année, n° 2, avril-mai 1895
5. Bulletin du Comité de Madagascar, 1re année, n° 3, juin 1895
6. Bulletin du Comité de Madagascar, 1re année, n° 4, juillet 1895
7. Gabriel de La Landelle. Le dernier des flibustiers (1884)
8. Bulletin du Comité de Madagascar, 1re année, n° 5, août 1895
9. Prosper Cultru. Un Empereur de Madagascar au XVIIIe siècle :
Benyowsky (1906)
10. Bulletin du Comité de Madagascar, 1re année, n° 6, septembre 1895
11. Bulletin du Comité de Madagascar, 1re année, n° 7, octobre 1895
12. François Saint-Amand. Madagascar (1857)
13. Désiré Charnay. Madagascar à vol d'oiseau (1864)
14. Bulletin du Comité de Madagascar, 1re année, n° 8, novembre 1895

Et enfin un présentation du livre de Désiré Charnay :
Désiré Charnay (1828-1915) est loin d'être un inconnu. Ses expéditions
au Mexique et dans différents pays d'Amérique centrale sont des
références pour l'anthropologie du 19e siècle. D'autant qu'il en a
ramené non seulement des récits mais aussi des photographies. Du 13
février au 13 mai 2007, certaines d'entre elles seront exposées au
musée du Quai Branly qui possède 500 négatifs et un millier de tirages
anciens. Le titre de l'exposition, Le Yucatan ne laisse pas entendre
qu'il y sera question de Madagascar. Où Désiré Charnay est pourtant
venu aussi, comme il est allé à Java et en Australie.
En avant-première de cette exposition, la Bibliothèque malgache
électronique propose son récit de voyage à Madagascar tel qu'il est
paru dans Le Tour du Monde. Sans photographies, malheureusement,
puisque le magazine n'en reproduisait pas à cette époque. Et même sans
les dessins inspirés des photos, en raison d'une qualité médiocre du
document reproduit. Le regard, curieux de l'autre, n'est pas dénué
d'une ironie ancrée dans la culture européenne. Mais ce récit vaut le
détour – détour par Tamatave, Sainte-Marie et «Nossi-be». À découvrir.

Coolmicro

Fonte: Post de 18Jan07 de Coolmicro do grupo do Yahho E-books L & G

Livros publicados pela Editora online LULU

Objet : communiqué de presse
Objet :Recherche d'éditeur(s)
Auteur du communiqué : Claude-Alain SABY
Janvier 2007

PARUTION

L’auteur entend pallier le besoin de publicité des auto-éditeurs en rendant
ses livres

« Les clés de Prague », « 1815 Les naufragés de l’Empire aux Amériques » et
« Des noms illustres ou inconnus qui ont ‘fait’ l’Empire » disponibles en
impression à la demande sur Lulu.com

Trois livres sont proposés :

* Les clés de Prague :

L’action de ce livre se passe à Prague au début du XIXème siècle.

Un soldat de Napoléon va en 1805 puis 1810 rencontrer des personnages qui
tous porteront un regard singulier sur l’homme, la religion, la société, sur
eux-même.
Cette époque est le couloir entre l’ancien monde et la société moderne ;
tout ce crée, tout s’invente.
Entre le calme des monastères et le tumulte des champs de batailles, il y a
notre homme avec ses doutes et ses espoirs. Il s’interroge, ses certitudes
sont bouleversées, ses croyances ébranlées.
Son cheminement se fait sur fond de guerres européennes.

* 1815 Les naufragés de l’Empire aux Amériques :

Après la fin de l’ère Napoléonienne, beaucoup de soldats fidèles au régime
n’avaient plus de gagne-pain ou n’adhéraient pas à l’instauration de la
monarchie de Louis XVIII. Certains devinrent aventuriers ou soldats
professionnels dans des contrées éloignées et d'autres essayèrent de
répandre les idées de la révolution française dans le nouveau monde.
Certains de ces soldats émigrèrent en Amériques et plus particulièrement en
Louisiane, fondèrent des familles créoles et contribuèrent au ‘melting pot’
de la Nouvelle Orléans de l’époque. D’autres soldats, enfin, après plusieurs
années passées en exil, Etats-Unis, Louisiane, Texas, Mexique, revinrent
finalement en Europe et en France. Ce livre raconte ces tranches de vies
remarquables et étonnantes.

* Des noms illustres ou inconnus qui ont ‘fait’ l’Empire

Environ 250 noms: La lecture de la biographie de quelques-uns uns de ces
noms laisse entrevoir la richesse que fut leur vie

L’auteur, chercheur, auteur d’articles scientifiques, s’intéresse
particulièrement à la période du début du 19ème siècle. Il met en lumière
des zones de notre Histoire, cachées ou simplement oubliées. Plus que les
actions grandioses réalisées, il cherche à promouvoir des personnages tombés
dans l’oubli et dont la vie extraordinaire mériterait l’écriture de plus
d’un livre.

Son dernier roman a pour titre «Les clés de Prague » . L’histoire se situe
en 1805 puis en 1810.

Un soldat de Napoléon rencontre des personnages qui lui parlent de religion
et d’idéologie sur fond de guerre.

Lien vers la vitrine en ligne du roman 1 :
http://www.lulu. com/content/ 617751
Lien vers la vitrine en ligne du roman 2 :
http://www.lulu. com/content/ 413477
Lien vers la vitrine en ligne du roman 3 :
http://www.lulu. com/content/ 418807

Site personnel : http//cas.free. fr

A PROPOS DE LULU
Veuillez vous rendre sur www.lulu.com <http://www.lulu. com/> pour obtenir
d’avantage d’informations.
CONTACTS PRESSE: Claude-Alain Saby, sabyca@aol.com , auteur de Chassieu
(Rhône)

[Les parties de ce message comportant autre chose que du texte seul ont été supprimées]

Fonte: Post de 20Jan2007 de Coolmicro no grupo do Yahoo E-books L& G